ANo II N" 22 - JUl.HU 83 CrS <>00.00
A PRIMEIRA REVISTA BRASILEIRA DE MtCROCOMPUTADORES
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OS CHIPS DE
16 BITS
rOliaffWaUJ
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Sirva-se.
O importante, numa Iqja de inform&tica,
6 o numero de opgoes que eta oferece.
£ a equipe tecnica de que dispde,
para uma orieniaqao segura
na escolha do equipamento e do programa
mats adequados ao seu caso
pessoal, ou ao de sua Empresa.
Por isso a Computerland
£ importante para
sua decisao.
Consulte o nosso cardapio:
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ESTAClOriAMENTO PR6PRIO
AQ MICROPROCESSADORES
ZD DE 16 BITS - J a famosos no
mercado internacional, os micros
de 16 bits comecam a aparecer no
Brasil. Conheca, com Ant6nio
Rafael D. Teixeira, as principals
familias americanas.
aqNO MUNDO DAS
UO IMPRESSORAS - Como
escolher sua impiessora? Uma
reportagem sobre o mercado,
incluindo uma tabela com todos
os modelos - e suas caracterfsticas
- fabricados no Brasil.
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l /* CONTROLE DE ESTOQUE
*D NO PC-1500 - Urn programa
que nao deixara seu estoque
entrar em baixa, desenvolvido por
Newton Braga Jr.
no TORRE DE HANOI:
/ Z UMA SOLUCAO EM BASIC
- O principio da solucao recursiva
aplicada a linguagem BASIC,
neste programa-jogo de Joao
Henrique A. Franco.
10
12
14
19
22
32
36
49
DELIMITADORES DE CAMPOS
NUMERICOS - Programa de Roberto Quito
de SantAnna.
A ANIMACAO DE FIGURAS EM ALTA
RESOLUgAO - Artigo de Carlos Alberto
Jahara.
A IMPLEMENTACAO DAS MEM6RIAS -
Artigo de Orson Voerckel Galvao.
ALIEN. O INVASOR - Programa de Bruno
Barasch.
AEROPORTO 83 - Programa de Renato
Degiovani.
COMO AUTOMATIZAR SUA
PROGRAMACAO - Artigo de Jose Raiael
Sommerfeld.
ESCONDENDO O JOGO NO TK82-C -
Artigo de Ronaldo de Almeida Santos.
NO RITMO DO HP-75 - Artigo de Paulo
Salles Mourao.
C rk EFE1TO SONORO NO TK e NE - Artigo de
OU Octavio Nogueira Neto.
C n TABELA PRICE EM BASIC - Programa de
Oiu Ivan Falcao de Domenico.
r a COMPILADOR FORTH PARA Z80 -
04 De Antonio Costa.
prk ELETRONICA NA HP-41 - Programa de
Qv Pedro Ricardo Drummond.
« A UM PROGRAMA PARA
O* RADIOAMADORES - De Arnaldo Mefano.
qq PEQUENAS MEMORIAS, GRANDES
DO ECONOMIAS - Artigo de Renato Degiovani.
74 CURSO DE ASSEMBLER - VI
G COMPOSICAO DE PRECOS UNITARIOS -
/ Q II - Programa de Jose Eduardo Maluf de
Carvalho.
82
NCC'83: A VEZ DOS PERIFERICOS
SECOES
4 EDITORIAL
6 CARTAS
8 XADREZ
1 8 CURSOS
20 BITS
34 EQUIPAMENTOS: QI-800
48 LIVROS
CLASSIFICADOS,
fcrt CLUBES E
DZ MENSAGEM DE ERRO
■yn MICRO SISTEMAS
/Zresponde
86
LOJAS: KRJSTIAN
MICRO SISTEMAS, julho/f
mssum
• Neste numero de MICRO SISTE-
MAS, apresentamos uma reportagem
compteta sobre o mercado de impres-
soras, fornecendo pregos e caracte-
rfsticas dos modelos disponiveis para
utilizagao em micros pessoais.
Nossa experi6ncia mostra que, para
a maior parte de usuArios dom&sti-
cos, o periferico impressor e nada
menos que um fascinante e inacessl-
vet sonho. VArias vezes, diante da per-
gunta se teriam disponibilidade de
impressora, diversos leitores com
quem temos contato tazem cara de
susto: "Mas eu $6 uso em casa..."
Por certo esta exclamacao e com-
preenslvel, e ate em alguns casos lou-
vivel, posto que afasta o perigo de
exageros nao cabiveis no contexto
atual do Brasli. Algo do tipo "tirar tis-
tagens dos gastos mensais" ou "usar
a impressora para printar o resultado
do jogo da velha". (E o caso de um
senhor que procurava saber aonde
comprar joguinhos para seu sistema
— de 64 K e disco de 8" — de utiliza-
Qao domestica),
* O que ocorre e que o preco das im-
pressoras em nosso pais e muito alto.
Aqui certamente posso ouvir aqueles
que alegam ja ter o preco do periferi-
co evolufdo {ou involuido) bastante, a
ponto de diminuir o diferencial com
relagao aos pregos dos equipamen-
tos estrangeiros. Notem porem que
quando falo de pregos, trato-o de for-
ma relative,, sem "expurgos": levan-
do em conta a media do poder aqui-
sitivo dos usuArios de computadores
dom&sticos de abaixo — e acima —
do Equador.
Este prego elevado prende-se bas-
tante ao problema da escala de pro-
dugao, pois embora nossa industria
jA possua razoaveis Indices de nacio-
nalizagao, as vezes sao pouco com-
pensadores, face ao volume de pro-
dugAo, os altos investimentos neces-
sArios, principalmente no setor da me-
cinica fina.
A nacionalizagao, em cartas fases,
esbarra na escala. A nao nacionaliza-
gao sofre influSncias dos impactos
cambiais e credlticios de nossa poli-
tica. E as impressoras continuam ca-
ras se enfocadas fora do imbito das
aplicag6es "comerciais",
• Uma boa oportunidade para a in-
dustria abre-se neste momento em
que os condutores da Polltica de In-
formAtica procuram inceniivar a ex-
portag&o. Muitos pronunciamentos e
tentativas de aproximagio comercia!
com outros paises t$m sido levadas a
efeito no sentido de salvaguardar nos-
sa industria, fortalecendo-a para que
mefhor suporte os ataques constan-
tes que t6m sido desfechados contra
a reserva de mercado.
£ importante perceber que esta ten-
tative de protegao da industria nacio-
nal finalmente abriu a discussao da
informitica para segmentos mais am-
plos da populacao, chegando ao Se-
nado Federal atraves de um Simpdsio
reafizado recentemente. E 16, o que
se tern visto, afora alguns exercicios
de retdrica certamente sedu tores, e
um consenso dos pariamentares em
torno da situagao defendida pela SEI.
(Jfdo* "&cu^if<xr-
Avlsamos «0« nOMOi amkyos • JeHores
qua ■ ATI-RJ esta da mudanca.
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Tela.: (021) 266-5703, 246-3639
266-1797, 266-0330
Editor Dlrator Raaponaaval:
Alda Surerus Compos
REOACAO:
Doniso Pragana
Frina Araripe
Graca Santos
Marui da niona tsperanga
Paulo Henrique da Noronha
Fhcardo Inoiosa
St«la Lachtormacher
Aaaaaaorla Taonlca:
I in; Antonio Pereira
N«wturi Duarte Brags Jr,
Oraort Voerckel Gatvao
Ftenato Degiovanl
Colaboradoraa: Amaury Moraes Jf., Antonio Costa Pe-
reira, Arnaldo Mllslnln Malano, Claudlo Curollo, Ivo
TJ Aquino Neto, Joneson Carnniro de Aievedo, Liane
Tarouco. Luciano Nilo de Andrado, Marcol Tarnsse da
FontnurH, Rsnato Saboalini, Roberto Quito de
Sant Anna.
Suparvlaao Grallca; Lazaro Santos
Dlagramacao: Silvio Sola
Arta Final: Vicente de Caalro
Fotogratla Carlao Limttira. Monica Lame, Nelson Jumo
lluatracoat: Hubert, Ricardo LbiIb Willy.
Gustavo Mendett
Garanta Admlnlatrativo: Claudia Lara Campos
ADMINISTRAQAO: Marcia Padovan de Moraos, Wllma
ferreira Cavalcanti, Maria dr t ourdas, Elizabeth Lopea
do* Santos, Trinia Cevolo Qoncaluos.
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Sao Paulo:
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Tela.: (021) 266 0339, 286.1797 a 268,S?03
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Marcos dos Pasaoa Nhvds (R.I)
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A 5 Motln ■ Imp I Ma
Tals: (0211252 1226 «2fi3 1560 ■ RJ (011) 226.6076 ■ SP
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Dlrator praaldanta:
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"MICRO SISTEMAS, Julho/83
/
O sorteado deste mes, que recebera
gratuitamente uma assinatura de urn
ano de MICRO SISTEMAS, 6 Marco
Antonio R. Tendrio, de Alagoas.
APRENDA INGLES
Cada vez mais interessante a MI-
CRO SISTEMAS. Muito bom o pro-
grama "Aprenda lngl§s no computa-
dor", do Renato Degiovani, publicado
no numero 18. O mesmo pode ser
adaptado para outras mate>ias, o que o
torna muito util na a>ea de ensino, e
isto usando um micro de baixo custo.
O sistema de avaliacSo dos results-
dos prove", no entanto, apenas grupos
de 15 perguntas. Tomo a liberdade de
sugerir algumas modificacOes para que
possa ser feita a avaliacSo dos resulta-
dos com qualquer numero de pergun-
tas:
6050 IF Z < INT IS * ,33 4 .5 )
THEN GOTO 6200
6055 IF Z < INT <S * .66 + .5 )
THEN ROTO 5300
6060 IF Z < S THEN GOTO 6400
6065 IF K ■ S THEN UOTO 6500
Luiz Carlos Nardy
Jau - SP
Muito bem, Luiz Carlos, gostamos
de ver sua disposicao em procurar mo
dificar o programs, e ainda mais em
dividir sua experiGncia com os outros
leitores.
ESCARAPATES?
£ com satisfacao que comunico-
vos a apresentacSo, hoje, pela primeira
vez, nos escarapatesdosquiosques des
ta cidade, da revista MICRO SISTE-
MAS de vossa edicao.
Desde j<5 as minhas felicitacoes e
votos para que o vosso esforco conti-
nue no sentido de um aperfeicoamento
constante na divulgacao/formacSo na
• Hi-,) da Informdtica. Devido principal-
mente a grande demora e irregularida-
de no aparecimento da maioria das re-
vistas brasileiras aqui, na llha da Ma-
deira (e no restante de Portugal, penso
eu), conv6m-me receber a revista MI-
CRO SISTEMAS diretamente, por assi-
natura.
Manuel da Silva F. de Abreu
Funchal - Madeira
Agradecemos muito o incentivo a
os elogios. Mas, uma coisa nos intri-
gou: o que sera escarapatei dos quios-
quss?
CURIOSIDADESDATI
Ao ler o artigo "Curiosidades das
TIs 58/59" publicado nas revistas MI-
CRO SISTEMAS n9s 5 e 6, f iquei mui-
to entusiasmado ao saber de macetes
que n3o constam no manual destas md-
quinas. Desta maneira, descobri novas
bandeiras (flags) para serem usadas pe-
los usua"rios, Estas novas bandeiras
(89), que n3o podem ter acesso direto
pelo teclado, so podem ser usadas em
programas. O procedimento para se
usar estas bandeiras 6 o seguinte:
• Colocacao - ST F STO XX BST BST
2nd Del
. Retirada - INV STF STO XX BST
BST 2nd Del
• Teste de posicionamento - IFF
STO XX BST BST 2nd Del
• Teste de nllo posicionamento —
INV IFF STO XX BST BST 2nd Del
XXentre10e99,XX* 40.
De uma maneira mais pr^tica, seria:
• ColocacSo - STF TT
• Retirada - INV STF TT
• Teste de posicionamento — IFF TT
• Teste de nao posicionamento —
INV IFFTT
Onde TT e" a tecla que tern como
c6digo o numero da bandeira que se
quer usar. Para ilustrar melhor, obser-
vem o exemplo.
UAH 1. 1 111*
I' HI Hill
m l> IFF !«0 E '
i.i I'm lull i ■. ii 'ii
sir ind Prt
rt 4 Intl.
Marco Ant&nio R. Ten6rio
Mace 16 - Alagoas
Muito bom, Marcos. TIo bom que
publicamos. E tern mais: esperamos
que em breve vocfi nos mande progra-
mas e novas descobertas para a Tl.
TRIBUNA
Ha alguns meses vi publicado nessa
revista um anuncio de um clube cha-
mado "Clube de Usuarios do TRS-80",
que me interessou como proprietdrio
que sou de um DGT-100. Escrevi ao
endereco mencionado e prontamente
recebi um formulaxio de inscricao,
acompanhado de carta explicative. A
proposta me interessou pela perspecti-
va de intercSmbio t^cnico e paguei 1
ORTN pela inscricao,
Desde ent3o recebi apenas tres m(-
seros boletins informativos, cujo escas-
so conteudo tratava praticamente s6
de ofertas de vendasdeequipamentos,
servicos e programas. Hi tempos es-
crevi ao Sr. Theodorico Pinheiro, res-
ponsdvel pela entidade, pedindo um es-
tatuto ou regulamento da associacao,
assim como dando algumas sugestoes
no sentido que a minha pobre ORTN
trouxesse um retorno um pouco maior.
Recebi uma "amivel" resposta prome-
tendo atender, mas ate" hoje nada.
Peco-lhes a gentileza de publicarem
esta carta.
Jose Ribeiro Pena Neto
Belo Horizonte - MG
Havfamos tornado conhecimento da
carta do Sr. Jose' Ribeiro Pena e ja" ha-
vfamos respondido, atendendoa solici-
tacao do mesmo de desligamento do
Clube. mesmo ingressou no Clube
em meados de agosto de 82.
Os nossos boletins informativos sao
bimensais, contendo listagem comple-
tas de programas. Enviamos uma revis-
ta TRS-80 americana, informacoes ge-
rais de outros associados que tern pro-
gramas para oferecer, indicacoes de
quern faz manutencSo de micros TRS-
80, e prestamos pequenas gentilezas
dos associados de outros Estados quan-
do nos solicitam daqui de Sao Paulo,
como \& aconteceu com morador de
Goias e do Rio Grande do Sul.
O Sr. Ribeiro, al^m disso, quer que
n6s tamWm oferecamos gratuitamente
programas gravados em fita cassete ou
disco, ao modelo da CLOAD ameri-
cana, tudo ao custo de uma ORTN
anual. Ja" havfamos escrito anterior-
mente ao mesmo dizendo que esta
ultima soiicitac3o nlo poderia ser aten-
dida.
Theodorico Pinheiro
S3o Paulo -SP
MSAGRADECE
Depois de tantas cartas (acho que
ja escrevi umas seis) e tantos pedidos,
e vocSs sempre fazendo o mtiximo para
me responder, acho que ja 6 hora de
agradecer a toda a equipe de MICRO
SISTEMAS que me ajudou a sair do
analfabetismo em Informatica. Obri-
gado e ate 1 a prbxima!
Antonio C. Fontes
S3o Paulo - SP
Agradeco a publicacao do meu
anuncio na Secao Clubes, atrav^s da
qual ja recebi tetefonemas e cartas
para fundar um clube de computacao.
Admiro muito o trabalho de voces
e, como comprei varias revistas no gfi-
nero, pude concluir que a publicacao
de voces estd bem a frente das ou-
tras (...)
MICRO SISTEMAS, julho/83
Continuem colocando jogos em BA-
SIC n/vel II na revista, pois aprecia-
mos muito (eu e alguns colegas).
Alfredo A. T. Gallinucci
Santo Andr6 - SP
Sendo mais um dos que adotou a
informitica como "hobby", fiquei
muito satisfeito ao descobrir a revista
MICRO SISTEMAS, que desde os pn
meiros numeros se primou pela quali-
dade, que melhora a cada numero.
Sou estudante de Engenharia Mela
lurgica, e lid mais de cinco anos traba-
Iho com calculadoras programdveis.
Desde entSo venho desenvolvendo
meus prdprios programas, muito deles
especfficos para Metalurgia e Matemd-
tica. Mais recentemente tive contatos
com os computadores de grande porte,
e apos trabalhar em seus terminals fui
atacado pelo "Bacilus Terminales Es-
pecimeV' (MICRO SISTEMASn9 T7),
e ja estou partindo para a compra de
um micro.
Getulio de A. Ramos Jr.
Belo Horizonte-MG
Quero agradecer pela ajuda quanto
as inlor macoes dadas sobre o computa-
dor Sharp PC-1 500.
A atencSo de V. Sas. foi de impor-
tancia para demonstrar a responsabili-
dade e preocupaclfo com que voces tra-
tam os leitores. Parabenizo a qualidade
desta publicacao e, mats uma vez, agra-
deco profundamente.
Nilton Lobo P. Guedes
S3o Paulo - SP
Venho por meio desta agradecer a
gentileza por terem publicado em vos-
sa revista, na Sec3o Classificados, um
pequeno anuncio sobre troca ou venda
de programas para micros com tecno-
logia Sinclair. Recebi varias cartas de
todo Brasil, e uma carta do exterior
(Paraguai). Isto me chamou a atencKo
para a excelente penetracio alcancada
pela revista, a lids, a melhor que existe
no mercado.
Renato Strauss
Sao Paulo - SP
SUGESTOES
Recientemente pude tear el n9 16
de la revista y estoy notando que estan
mejorando cada vez mucho mas.
Ya se aen los anuncios y en los ar-
ticulos y espero que siempre, con el
correr del tiempo, vayan mejorando
mucho mas. Felicidades por el trabajo
del equipo de MS les desea um amigo
lector del Paraguay.
Asi a su vez sujeriria si podrian ha-
cer comparaciones entre micros nacio-
nales y los importados, como el TK82-
C, el TK85 con respecto al Sinclair
ZX81 y asi sucesivamente, esto les su-
jiero para que los lectors tengan al
gunas ideas de lo que le puede ogrecer
uno u otro micro.
Carlos Fassardi
Asuncion-Paraguay
Todos os numeros de MICRO SIS-
TEMAS trazem uma s4rie de cartas
cheias de elogios a revista. Eu gostarla
de reunir todas essas cartas e assinar
em baixo. No entnato, a minha moti-
vac'ao para escrever 6 no sentido de
apresentar uma cri'tica.
Vivemos o perfodo infernal dedois
sistemas de discos quadraffinicos. Veio
depois a tragedia de dois formatos de
videocassetes. Agora sofremos coisa
pior com os microcomputadores: a di-
ferenca entre asdiversas UCPs faz com
que o BASIC de um n3o sirva nos ou
tros (...).
Esta introducSo encaminha dois pe-
didos:
19 — Um detalhado artigo com o if-
tulo "Diciona'rio para as traducoes dos
dialetos BASIC/BASIC. Este artigo te-
ria nas colunas os UCPs (Z80, 8085,
6502 etc.), e nas linhasoscomandosa
modificar ou substituir.
29 - Cada vez que MICRO SISTE-
MAS publicar um artigo como aquele
Mala Direta, a revista data* uma ajuda
na traducSo para os outros micros.
Affonso do Prado Seabra
Rio de Janeiro-RJ
... £ minha opiniSo que MS nao de-
ve imprimir programas (ou aula teo-
rica) usando matrizes de 7x5 pontos
para os caracteres das listagens. Eles
(os caracteres) ficam horrfveis, alguns
apagados, inintelegfveis e cansam as re-
tinas (...). Meu conselho e que MS pu-
blique os programas com caracteres ti-
pogrif icos normals, como no n9 7, pd-
gina 35. Ficou excelente! (...)
Nova sugestao: MS deveria publicar
a "Mensagem de Erro" em uma pdgina
avulsa, com o verso em branco, a fim
de poder ser destacada, recortada o co
lada sobre o local onde estd o erro.
Gostaria de ver em MICRO SIS-
TEMAS um artigo que explique como
utilizar os programas escritos na lin-
guagem BASIC na calculadora alfanu-
me>ica HP-41CV. Que tal consultar os
engenheiros, programadores e colabo-
radores de MS sobre o assunto?
Nelson R. de Freitas
Sorocaba — SP
Envie suas «jgertoes para MICRO
SISTEMAS. Elat serSo anotadas em
notsa pauta e procuraremoc, na medi
da do posslvel, viabiliza-las.
OS
MICROS
ESTAO Al!
APRENDA A
PROCRAMA-LOS
Se voce deseia aprender a programdr mi-
crocomputddores, rst.i e a mm chance!
Sint, |Kin|ni' d MILUVAN Mi< roi ompula-
doret, espe< ializadd em torsos profissio-
n.ili/.mii-s dd.dc i*i ' (, lorn o que hd dp
melhor e m.iis atualizado para faxer de
voce, em pouco tempo, um profiksiundl
tolalmonle < a pa c it ado a operar micro-
toinpuladoreb.
Vejd notlOS cursoi, por frequenria ou
correspondent ia:
Batico de Elelronica Digital
H.iviio para Mi* rocomputadorej
Mi* io pun CUldoi 0080 c aoxili.i-
res
MIcro>procesudorei /no
Integrddo, c-iigtohando .1 dos cur-
sos .uinid
LinKMagem BASIC especiiico para
Miiroiompiiladores
N.i.i ha misterio. I csiolher e aprender.
SUIl IVAN
.MICROCOMPUTADORES LTDA.
iR. Slquelra Campos, 43 - Cr. 703
7t If 22011 - Rio - R|.
Pldntdo telefoniio 24 lis.
Jt-I.: (021) 2S!i-01(iS
MICRO SISTEMAS, lulho/83
CALCULADORAS
-HP-
Compre aquele modelo novo
que voce deseja, mas traga
sua calculadora HP usada
para uma avalia<;ao, pois
ela entra como parte de
pagamento da nova.
Venha pessoalmente, ou
telefone e fale c/o Johnny
J. Heger & Cia
Revendedor Aut. H.P.
Av. Moaci, 155 ■ Moema
532-1856 SP. (011)
^
Enxadrista experiente, Luciano Nilo de An-
drade ji escreveu para os jamais "Correio da
ManhS". "Data News" e "Oltima Hora" e pa-
ra a re vista "Fatos & Fotos". Luciano 4 econo-
mists, trabaihando no Ministirio da Fazenda,
no Rio de Janeiro. As opinides e comentSrios
de Luciano Nilo de Andrade, bem como as
ultimas novidades do Xadrez jogado por com-
putadores, estarao sempre presentes em
MICRO SISTEMAS.
TK82-C vs. Atari
anifesto interesse levou-nos a
realizar urn confronto enxa-
„_ drfstico entre os programas Vi-
deo Chess, da Atari e o TKADREZ, do
micro TK82-C, ambos conhecidos de
nossos leitores.
videogame Atari, em virtude de
seus variados programas ludicos, tem-se
tornado a coqueluche da juventude em
todo o mundo, enquanto o TK82-C
apresenta propositos mais pr^ticos, tra-
tando-se de urn microcomputador de
uso geral, pore"m com muitos programas
dejogos.
No que diz respeito ao jogo de Xa-
drez, nos diversos confrontos havidos
entre os dois programas e contra joga-
dores, o TKADREZ apresentou melhor
performance. Contudo, nao obstante
sua m'tida superioridade nas fases de
abertura e meio-jogo, ele foi incapaz de
impor-se na fase final, nao indo alem do
empate, mesmo com imensa vantagem
material merecidamente conquistada,
como o leitor podera" constatar pelas
duas partidas que apresentamos a seguir.
Video Chess Atari (nfvel 3}
x
TKADREZ {nfvel 2)
1 - P4R P4R; 2 - C3BR C3BD; 3 -
C3B C3B; 4 - P4D PxP; 5 - CxP B4B;
6 - B3R CxC; 7 - BxC D2R: 8 - D3D
0-0; 9 - T1D D3D. Jogada pueril para
ganharo bispo. 10-C5DBxB; 11-DxB
CxC; 12 - DxC D5C+; 13 - P3BD
DxPC e as pretas capturam um peao
branco. O excesso de otimismo das
brancas ao jogar 10 — C5D em vez de
BxB, seguido de 0-0, custou-lhes o pea"o.
14-D4B D3C; 15 - B3D P3D; 16-0-0
B3R; 17 - D4C D4B; 18 - D2C. Se
DxPCfi), 19 - DxPB+, seguido de 20 -
R2R TD1C; 21 - D3T T7C+ e o rei
branco ficaria exposto ao ataque adver-
sano. 18 - ... TD-1D; 19 - D2D P4D;
20 — D3R(?!). Parece que as brancas
tentaram pegar as pretas numa cilada. Se
20 — ... DxPB(P), as pretas perderiam o
bispo ap6s 21 — PxP. Cai o bispo ou
perdem a dama depois de 22 — BxP+\.
20 - ...DxD; 21 - PxD BIB; 22 - PxP
B5C. Novamente as pretas frustam as
brancas ao nao morder a isca TxP(?),
pois se o fizessem perderiam a qualida-
de depois de 23 - BxP+ !. 23 - T2D
TR1 R; 24 - R2B T3D; 25-B4B T3BR+;
26 - R3C TxT; 27 - BxT B2D; 28 -
R4B P4CR. Oferece a troca de um pe3o
lateral (PCR) por um central (PR).
29 — R3B. Prudentemente, as brancas
nao aceitaram essa troca. 29 — ...P4BR;
30 -T2BR P5C+; 31 - R2R T4R; 32 -
P4B R2B; 33 - P4TR PxPep;34 - PxP
P4CD; 35 — T4B. Impunha-se avancar o
jogo para o centro do tabuleiro. 35 —
...PxP; 36 — R3B. As brancas viram,
agora, que nao podem capturar o PCD
com a torre por causa de 35 — ...B4C
cravando-a. 36 - ...P6B; 37 - B4B(?)
R3B(?). Provavelmente programado pa-
ra evitar xeques descobertos, o TKA-
DREZ deixa de avancar o PBO para a
casa 7, com subsequente e inevitdvel
promocao. 38 - R2R P7B; 39 - T1B
P3B; 40 - P6D B3R; 41 - BxB RxB;
42 - R3D T4B; 43 - T1BD T4D+. As
pretas iniciam agora uma seYie este>il de
xeques que levam ao empate por repeti-
cao de jogadas. 44 - R3B T4R; 45 -
R4D T4D+; 46 - R4B T4R; 47 - R4D
etc, quando poderiam f icar com final ga-
nhador ap6s44 —...RxP.
iTb ■IK
Posicao apds 20 — D3R(?\). A$ brancas ten-
tarn coiocar as pretas numa cilada.
8
MICRO SISTEMAS, julho/83
TKADREZ(ni'vel2)
x
Video Chess Atari (ni'vel 3)
1 - P4R P4BD; 2 - C3BR C3BD; 3 -
P4D PxP; 4 - CxP P4R; 5 - C5B C3B;
6 - C3R P4D; 7 - D3B CxPR; 8 - CxC
BxC; 9 - DxB PxC; 10 - DxPTIB; 11
- B3D B3D; 12 - 0-0 D2R; 13 - B3R
D3R; 14 - TR1D T1D; 15 - B4B. As
brancas aproveitam as perdas de tempo
ocasionadas por sucessivas jogadas da
dama preta para conseguirem posipao
dominante. 15 - ...D2D; 16 - B5CD
P4TD(?). Depois desta jogada, a recupe-
racao da posipao das pretas nao 6 tarefa
para o Atari. 17 — B6C!. Com esta joga-
da, as brancas submetem as pretas a for-
te ataque que termina por dar frutos
materials decisivos. 17 — ...P4B. As pre-
tas nao dispoem de jogadas satisfato-
rias. 18 — D5D, que impede o roque e
exerce pressao mortal na coluna D. 18 —
...B2B; 19 - BxC! PxB; 20 - D3B D2R.
A dama nao pode defender simultanea-
mente as casas 3BD e 2BD. 21 - DxPD+
T2D; 22 — BxB. Captura a primeira pe-
ca negra. 22 — ...P5R. So um teimoso
continuaria jogando esta partida total-
mente perdida. 23 — BxP TIC; 24 —
im A™X™^* HI *
PosifSo apds 17 — 86C\. Com esta jogada, as
brancas submetem as pretas a forte ataque
que tsrmina por dar frutos material's decisi-
vos.
D8B+ R2B; 25 - DxT(7D} P5B; 26 -
D5B+ R1R; 27 - T4D T1B; 28 - DxPT
D3B; 29 - DxPR+ D2R; 30 - T1R
DxD; 31 - TxD+ R2B; 32 - TxP+
R 1C; 33 - P3TD. Jogada de extrema su-
titeza, s6 percepti'vel por um micro, 33
- ...T1R; 34 - P3CD T7R; 35 - P4B
R2T; 36 - T6D P4C; 37 - T5B T7C;
38 - T7B+ R1C; 39 - T7R R1B;40-
T3R T7T; 41 - P4TD T7C; 42 - T6CR
R2B; 43 - TxP R3B; 44 - T{3)5R
m. mm mm
t r M mJ m m
m mB.
m
m wm, wm. issi
Com final ganho, o TKADREZ permitiu-se
um empate infant/'/ atravtfs da sucess/vos xe*
gues ao rei preto.
T7R; 45 - T{5C)5B+ R3C; 46 - T5C+
R3B e o TKADREZ persistiu repetindo
as mesmas jogadas, ate" o empate. Extre-
mamente frustrante sua performance na
fase final, apds impor-se nas fases de
abertura e meio-jogo. Curioso 6" que ao
colocar-se a posipao para an^lise no
TKADREZ, como se fora um problema,
ele a resolve tranquilamente, jogando
45 — B8D+ e comendo a torre em se-
guida. ■
SOFTWARE
O Combustfvel do Computador
Programas para CP 500, DGT 100, TRS 80, Dismac, Poly max e outros
Temos disport iveis ma is de 50 programas especfficos, em
fita ou diskete, para aplicacoes diversas.
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FITA (Cr$)
DISKETE (Cr$)
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21.120,00
126.736,00
Folha de Pagamertto
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50.688,00
Controle de Estoque
33.792,00
63.360,00
Editor de Textos
16.896,00
42.240,00
Mala Direta
26.344,00
63.360,00
Arquivo de Processos
12.672,00
—
Contas Pagar/Receber
25.344,00
63.360,00
Controle de Livros
8.443,00
—
Controle de Cheques
8.448,00
—
Biorritmo
8.448,00
12.672,00
DecisSo
8.448,00
12.672,00
Histogragia
8.448,00
12.672,00
Estatfstica
9.292,00
13.516,00
Graficos
9.292,00
13.516,00
Obstaculo
9.292,00
13.516,00
Eq. Diferencial
9.292,00
13.516,00
Controle Saldo Bancario
—
42.240,00
Crediario
—
63.360,00
Multifunfao
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Voce tambem encontra esses programas em nossos revendedores credenciados.
MICRO SISTEMAS. julho/83
Dois programas — um para o CP-500 e outro para o S-700 — que
facilitam a entrada de campos numSricos na tela.
Delimitadores
de campos numericos
Roberto Quito de Sant'Anna
F~ ~ requentemente , ao usarmos pro-
pamas comer ciais (como, por
. I exemplo, um pacote de conta-
bilidade), ficamos impressionados com
os formatos de telas apresentados
na comunicacao com o usuario, parti-
cularmente quando o programa nos so-
licita dados de entrada. Da maneira co-
mo s5o feitos, 6 praticamente impossi-
vel ao operador cometer um erro de
entrada, uma vez que o programa se
encarrega de dizer quando, onde e como
entrar com os dados.
No infcio, isto nos despertava sincera
admiracao, ate" que um dia, durante o
desenvolvimento de um programa em
nosso bureau, surgiu o desafio: por que
nao utilizarmos delimitadores de cam-
pos numericos em nossos trabalhos?
Em resposta ao desafio, apresento
dois programas (um para o S-700 e ou-
tro para o CP-500 ou qualquer compati-
vel com o TRS-80) estruturados de mo-
do a poderem ser facilmente transfor-
mados em sub-rotinas e aplicados a qual-
quer programa.
CARACTERfSTICAS
Basicamente os dois programas nos
permitem colocar, em qualquer posicao
da tela, um campo delimitado por re-
tangulos (ou qualquer outro sfmbolo),
no qual os algarismos e, se f or o caso, o
ponto decimal do numero desejado en-
trarao conforme forem sendo digitados,
sucessivamente da direita para a esquer-
da.
Esta prevista a possibilidade de back-
space para supressao ou substituicSo de
quantos algarismos forem desejados
e/ou do ponto decimal, assim como a
possibilidade de cancelar toda a entrada
e reiniciar, em caso de engano. Alem
disto, os programas nao aceitam a ten-
tativa de colocacSo de mais um ponto
decimal em cada campo e, proposital-
mente, nSo amarram a posicao do pon-
to decimal.
Em ambos os programas, LeC sao,
respectivamente , os valores da linha e da
coluna onde se deseja iniciar a delimi-
tacSo do campo, enquanto N e aexten*
sao, ou seja, o numero m^ximo de ca-
racteres do campo. Os comentarios so-
bre alguns detalhes de cada um dos pro-
gramas, feitos a seguir, facilitarao a sua
compreensSo :
— linha 60 (s6 para o S-700) - defini-
cao da funcao FNAS(L,C), que vai su-
prir a falta do PRINT@; como o CP-500
possui a instrucSo PRINT®, esta linha e*
desnecessdria. Observe que todas as ve-
zes em que 6 necessario utilizarPRINT@,
a posicSo correspondente na tela 6 dada
atraves da variavel auxiliar AT, calcula-
da segundo a formula AT = 64* (Lrl) +
C.
— linha 140 — impressao do delimita-
dor, atraves da sub-rotina da linha 310;
os retangulos s2o representados pelo ca-
rater ASCII 127 (S-700) ou 138 (CP-
500).
— linha 170 — verifica se a ultima te-
cla digitada foi DEL (CLEAR para o
CP-500); caso positivo, toda a entrada
e cancelada e impresso novo delimitador
(linha 140), reiniciando-se o processo.
— linha 180 — verifica se a ultima tecla
digitada foi RETURN (ENTER para o
CP\500); caso positivo, o valor ja entra-
do € convertido e armazenado em NUM.
— linha 190 — verifica se a ultima te-
cla digitada foi BS (<s-para o CP-500);
caso positivo, o ultimo carater entrado
(algansmo ou ponto decimal) e apaga-
do, todos os demais se deslocam uma
posicao para a direita e o programa pas-
sa a aguardar nova entrada.
— linhas 200-210— rotinade backspace;
se o carater a ser apagado e* o ponto de-
cimal, PNT e feito igual a zero, para in-
dicar n5o haver mais ponto decimal no
campo.
— linha 220 — cpmpletado o campo, a
ultima tecla digitada somente pode ser
DEL, RETURN ou BS, ou suas corres-
pondentes no CP-500.
— linha 230 — verifica se o carater en-
trado foi um ponto decimal; caso posi-
tivo, se o campo ja contiver um ponto
(PNT= 1), a entrada n3o 6 aceita. Se o
campo ainda nSo contiver ponto, PNT
e feito igual a 1 e a entrada £ aceita.
— linha 240 — apos as verificacoes an-
teriores, rejeita qualquer cardter nSo-
numerico e aguarda nova entrada.
— linha 250 — montagem de Z $ , string
do valor a ser convertido.
10
MICRO S1STEMAS. julho/83
— linhas 260 a 280 — impressffo, no
campo delimitado, dos caiacteres acei-
tos atd a ultima entrada.
— linha 290 — conversSo do valor acei-
to (NUM#), definido como de dupla
predsffo, para poder representar valores
com mais de 7 digitos.
Roberto Quito de Sant'Anna 6 Engenhelro de
TelecomunicacSes, formado peto Institute Mi-
litar de Engenharia. Professor da cadeira de
lnform4tica da Acadamia Miliar das Agulhas
Negras, desde agosto de 1982, 4 tamhtim coie-
borador da MiCRO-MAXt Computadores e
Sistsmas, como Analista de Sistemas.
Delimitador de campo numerico — S700
10 ' KM**********************************************''
20 '«***DELIMITADOR DE CAMPO NUMERICO PARA S-700****
30 '* ROBERTO QUITO DE SANT'ANNA *
M0 'kCAIXA POSTAL 24039 - CEP 2052?. - R JANEIRO - RJ«
60 DEF FNA*(L,C>=CHRt<27)+ ,, Y ,, *.CHRt(L+32)+CHR*(C+32)
70 REM *****ENTRADA DA POSICA0 E DO TAMANHO DO CAMPO
80 INPUT "LINHA? " ,L
90 INPUT "C0LUNA? "-C
100 INPUT "TAMANHO DO CAMPO? ",N
110 REM *****AQUI COMECA A R0TINA PROPRIAMENTE DITA
120 LIM=C+N:X=LIM-lsFIM=N+l
130 DIM Ait(FIM) sPRINT CHR$(12)
mO GOSUB 310sZ*="":F'NT=0
150 FOR 1=1 TO FIM
160 PRINT FNAtHL^XjjsAtdJ^-'^AtfD^INKEYtsIF A*(I>="" GOTO 1A0
170 IF ASC<A*(I>)=127 GOTO 140
1B0 IF ASC(A*(I> )=13 GOTO 290
190 IF ASC<A*< I) )<>8 GOTO 220
200 IF K=2'B0T0 140 ELSE IF ASC < A* (1-1 ) ) "46 THEN PNT=0
210 I=I-2!Z$=LEFT*(Z*rI) :G0SUB 31O:GOT0 260
220 IF IbFIM GOTO 160
230 IF ASC(A*(I))= 46 THEN IF PNT=1 GOTO 160 ELBE PNT^taGOTO 250
240 IF ASC(A4(I)K4B OR ASC< A*< I ) »$? GOTO 160
250 Z$=aZ* + A*<I)
240 J = :tsFDR K = X TD LIM-I STEP -1
270 PRINT FNA*(L7K); A*<J)
280 J==J-i:NEXT K 5 NEXT I
290 NUMW=VAL(Z*>
300 PRINTsPRINT:PRINT:PRINT "0 NUMERO ACEITO E "SNUMHsEND
310 PRINT FNA*(L,C)?STRING*(N» 127) 5 .-RETURN
10
20
30
40 '
50 '
60 '
70 R
80 T
90 T
TOO
1 1
1.20
130
!40
150
160
170
1B0
190
200
210
220
230
240
250
260
270
280
290
300
310
Delimitador de campo numerico — CP-500
»*ni*OeLIMITADOR DE CAMPO NUMERICO PAHA CF SO0*«**#
*WK«»WW *WW »*««)$*««#**)«(«$«*««*«*«#«»'■»«««***«*««****
K ROBERTO QUITO DE SANT'ANNA *
fcCAIXA POSTAL 24039 - CEP 20522 - P, JANEIRO - R-J*
EM *SKM»*£NTRftDA DA POSTCAO E 00 TAMANHO DD CAMPO
NPUT "1.1 NBA "' jL
NPI.IT "COLUNA "pC
INPUT "TAMANHO DO CAMPO "jN
REM ******AQUI COMECA A ftfitJ'MA PROPRIAMENTE DITA
LIM»C+N5X~n..IM-1. :F?tt*<N+t
DIM A«(FIM> sCLS
AT"fi4«.{L~lj+C:0DSUI:i 3 10 i Z*= " " ! PWT--0
FDR 3>1 TO FIM
A*<I)=-""a A$<I) = TNKEY*:IF A* (r I } « '•' " GOTO 160
IF ftSC(A4<I))«31 GOTO 140
IF A9G'<A*<.U!=»13 GOTO 290
IF ASC<A*<I))<>8 GOTO 220
IF I<~2 GOTO 140 ELSE IF ASC < A* ( T-1 . ) ) "46 THEN PNT =
r = I-2aZ*--iEP'T*(Z4ij I) !iAT~64*a-l ) +0:: GOSDB 31 Os GOTO 260
IF I=FIM GOTO 160
IF ASC (A* On =46 THEN IF PNT=1 GOTO 160 ELSE! PNTr-1.:G0T0 250
IF ASC<AMI>)<49 OR ABC( A*< I J J>57 GOTO 160
Z*»Z*+A*<I j
J=I:FUR K=X TO LIM-I STEP -I.
AT = 64#<L- -1)+K: PRINT AT, .ASK J.?
JnJ-1 :NEXT K: NEXT I
NUH««Vftl. <Z:«)
PRINTs PRTNTiPRINTi: PRINT "Q NUMERO ACEITO F. " . NUMttslENO
PRINT S AT,STRING*( N,13B> s RETURN
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MICRO SISTEMAS, julho/83
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>.312.^» GaleHa-CiriewiJ HI'. Tsl.: ■2S4-0143 , I
O recurso da alta reso/ucao grafica nos micros compatfveis com o Apple
e de grande ajuda na animacao de figuras.
A animacao de figuras
com alta resolugao
Carlos Alberto Jahara
A
tela de alta resolucao grafica (HGR) e urn dos melho-
res recursos dos micros compatfveis com o Apple
(Microertgenho, AP II, Maxxi) ja que as duas paginas
que a eompoem perrrntem, facilmente, executarammac^o de fi-
guras, como voce vera a seguir (deve-se ter 48Kb RAM).
Cada uma destas paginas ocupa 8 Kb de RAM. A primeira
vai de Hex $2000 (8 192) ate Hex S 3FFF (1 6383), seguida lme-
diatamente da segunda que vai de Hex$4000 (16384) ate
HcxSSFFF (24575).
Estas areas podem ser visualizadas na tela se determinadas
chairs forem acionadas convementemente. Estas chavea (lo-
cahza^oes especiais de memoria) quando mencionadas ativam Figura I
o hardware necessano para a visuahza^ao. Veja na figura 1 a
localizacJTo das chaves e sua fun^ao.
GRUPO
HEX
DECIMAL
FUNgRO
i
C05G
cos i
-1630l|
-16303
Tela Qf af i ca
Tela texto
2
C052
C053
-16302
- 1 330 1
Tela chela
Tela rolxsda texio/grl f i co
3
C05- 1 *
C0S5
-163O0
-16299
Pagi na 1
Pag i na 2
k
C056
C0S7
-16298
-16297
Ba i xa-Reso ! ucao Grafica
Al ta-Hesol ucao Grafica
100 REM RHlHRCflCi COHPLEXfl USHH
DO 1 PFIGIHRS
105 :
119 REfl UI1PH HrtBRS AS TELHS
120 :
150 POKE 239,32: CALL 62458: POKE
236,64s CALL 62450: POKE -
16304,0: POKE - 16297,0: POKE
- 16302,0: POKE - 16309,6
197 :
198 REM CflRRECfl 05 SHAPES
199 :
208 GOSUB 950
250 FOR XC = TO 266 STEP 4
390 HCDLOR- 3
34? :
348 REM PLOTfl Nfl PflGINfl 1
349 i
350 POKE 230,32: DRflU 1 AT XC, 19
39? :
Animacao Complexa
39$ REM PLOTfl Hfl PflGINfl 2
399 :
400 POKE 239,64-. DRflU 1 HT XC t
2, 100
447 :
448 REM MOSTRA fl PflGINfl 2
449 i
450 POKE 16299.0
590 HC0L0R= 9
547 :
548 REM APfllifi fl PfililNfl 1
549 :
550 POKE 230,32: DRflU 1 AT XC10
600 HCGL0R= 3
647 :
640 REM PLOTfl FIGURA SE&UINTE N
fl PflGINfl 1
649 :
650 DRflU I AT XC + 4, 100
697 :
698 REM NOSTRA ft PA6INR 1
POKE -
HC0L0R=
699
700
750
797
798
300
2, 100
850 NEXT
END
16300,0
9
REM flPflGfl A PflGINfl "2
POKE 230,64: DRRU 1 AT XC +
REM TABELA DE SHaPES
990
947
943
949 :
959 DATA 1 , 0, 4, 8, 45,^5/54 , 54, 45
,45,54,62,55,62,39,60,63,63,
54,63,36,63,36,36,37,37,37,4
5,0
1000 FOR X = 768 TO 796: READ SU
: POKE X,S0: NEXT
1058 POKE 232,9: POKE 233,3
1100 SCALE= Is R0T=
1150 RETURN
12
MICRO SISTEMAS, julho/83
Ao ligarmos o computador ou ap6s urn RESET, a configu-
racSo normal das chaves passa a ser: modo texto, pagina 1 , mi-
xado texto/grrifico e baixa resoluca"o grdfica. Observe que en-
quaiito o modo texto estiver Ligado, a tela de baixa resolucao
grafica nao aparece. Nao esqueca que os pares de ehav.es sao
complementares, isto e, quando uma chavc 6 ligada sua com-
plementar se deshga automaticamente.
USANDO POKE EM BASIC
Para acionar uma chavc que esteja em BASIC, utilizaremos
o comando POKE. Um POKE 16304,0 (qualquer valor menor
que 255 podena ser colocado no lugar do 0) ira mudar de tex-
to para grafico, mas o modo grdfico que aparecera (aha ou
baixa resolucao) dependera da chave do grupo 4 que estiver
ligada.
Estando no monitor isto se torna mais fa'cil, basta escrevcr o
valor em hexadecimal scguido de RETURN. Isto ira re torn ar
um valor sem sentido e a chave sera acionada. Vamos testar um
exemplo direto no monitor?
Ligue o computador e pressione RESET. Para entrar no mo-
nitor tecle CALL-151 e aperte RETURN. Devera aparecer um
astensco na tela indicando o modo monitor. Agora tecle
C050 e aperte RETURN. Voce esta era modo grifico (baixa
resolucao, mixado, pa'gina 1 ); agora tecle as lnstrucoes a seguu
e observe as mudancas:
C057 RETURN Alta Resolucao Pagina 1
C055 RETURN - Alta Resolufao Pagina 2
C052 RETURN - Tela Cheia
C 5 1 RETURN - Texto Pagina 2
C05 1 ! RETURN - Texto Pagina 1
Vamos entrar com um pequeno programa no monitor. Co-
pie exatamente a linha:
0300: 8D 50 CO 8d 52 CO 8D 57 CO 8D 54
CO 8D 55 CO 20 09 03
Agora tecle 300L RETURN (comando que man da listar a
partir tie $300) e vera:
0300
0303
0306
0309
030C
030F
8D 50 CO STA C05Q
8D 52 CO STA C052
8D 57 CO STA C057
8D 5^ CO STA C05 1 *
8D 55 CO STA C055
20 09 03 JSR 0309
Este programa acionara: modo grafico, tela cheia, alta reso-
lucao grafica, pdgina 1 e pagina 2. O looping alternara as
paginas 1 e 2. Agora tecle 300G RETURN (comando que roda
o programa a partir de $300) e para parar aperte RESET. Note
que uma simples mstrucao STA e' necessa'ria para acionar a
chavc
Volte para BASIC e execute o programa a seguir que e o
mesmo ja escnto antenormente em linguagem dc ma'quina. Ob-
serve que em BASIC sua velocidade sera menor.
1 00
POKE
- I 6304
,0
200
POKE
-16302
,0
300
POKE
-16297
,0
400
POKE
-16300
,0
500
POKE
-16299
.0
600
GOTO
400
Agora digite HGR ou HGR2. Veja que quando o comando
HGR e teclado, as chaves COSO, C0S3, C0S4 e C0S7 sao liga-
das, uma rotina que coloca zeros de $2000 a S3FFF e exe-
cutada para Hmpar a tela e $20(32) e colocado em $E6(230)
para dizer as rotinas de Shapes para plotarem na pa'gina 1.
Ja quando teclamos HGR2 as chaves tela cheia (C052) e
pagina 2 (C05S) sao ligadas, enquanto $40(64) e colocado
com $E6 (230) e limpam tambe'm a pa'gina 2.
Como HGR e HGR2 Hmpam toda a tela, estes comandos
sao usados, geralmente , apenas uma vez no im'cio do programa.
E importaiite fnsar, tambem, que as linhas 100 e 400 do pro-
grama 1 sao executadas sem limpar a tela.
Temos dois excmplos que mostram caminhos diferentes pa-
ra fazer a animacao de um desenho. O pnmeiro (Animacao
Simples) e um pequeno e ra'pido programa que sofre uma osci-
lacao enquanto e executado, resultando numa animacao qua-
se perfeita. Ja o segundo trata de uma animacao mais comple-
xa e seu resultado i perfeito. Nele sao usadas as paginas 1 e
2 para conseguir este efeito.
Examine estes exemplos e veja como as chaves sao liteis e
poderao ajuda-lo em seus futuros programas. m
Carlos Alberto Jahara 4 Engenheiro Civil, formado pela Escola Poll-
tdcnica da USP em 1980 e trabalha na Promon Engenharia em progra-
mas de dlculos de estrutura. Carlos Alberto 4 usua'rio pessoal de um
Apple II plus ha" cerca de um ano.
Anim a cao Simples
100
REM ANlllflCRO SIMPLES
450 END
122
%
499 :
125
REM UtlPfl F COLOCfl fi
TELA
500 REH SEGUIHTE DATA E UM SH
CHEIFI
APE QUE E COLOCADO (POKE) Hfi
127
HEMORIft fl PARTIR DE $0360
150
HGR : POKE - 16382, «
174
:
501 :
175
REM ENTRRDR DO SHAPE
350 OATH 1,0/4,0, 45,43, 34, 34, 45
176
i
,45,54,62,55,62,39,60,63,63,
209
G0SUB 359
54,63/36,63/36/36,37, 37,37,4
258
FOR XC = TO 268 STEP
2
5,0
254
i
689 FOR X = 768 TO 796: REP.D SU:
255
REM DESEKHR CRRRO
POKE X,SU: NEXT
256
:
624 :
308
XDRRU 1 RT XC, 160
625 REM EHDEREC0 INICTRL DO SHR
324
i
PE
325
REM HPR&fl CRRRO
626 :
326
658 POKE 232,01 POKE 233,3
359
XDRAU 1 RT XC100
709 SCflLE= li R0T=
400
NEXT
759 RETURN
MICRO SISTEMAS, iulho/83
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DGT-100 - PROLOG 1C A
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Vamos ver como sao implementados os chips de memdrias na UCP
e qual o papef dos decodificadores neste processo.
A implementacao das memorias
Orson Voerckel Galvao
Aimgos, com este artigo encerra-
mos mais uma etapa na nossa
J tentativa de familiarizar o pu-
blico leitor de MICRO SISTEMAS com
os microprocessadores e com um jargao
te"cnico cada vez mais difundido em vei-
culos de propaganda e informacSo.
Hoje iremos tratar das mem6rias. Jd
haviamos falado anteriormente neste
componente vital do computador. Po-
re"m, nSo foi descrito como implementd-
las, o que comecaremos a fazer aqui.
Em primeiro lugar, a memoria nSo e"
um componente discreto, mas sim um
conjunto de chips de silicio e outros
componentes que, interligados e de for-
ma apropriada, fonnam um banco de
memcma.
Um chip de membria 6 constitui'do
por uma matriz de annazenamento na
qual cada elemento 6 um bit (ou um
conjunto de bits) e um circuito de en-
derecamento que permite que cada um
dos elementos da matriz seja acessado
in dividualmente .
Entretanto, quando e* feito o acesso
em um chip de mem6ria, geralmente
nio esta" se enderecando um byte com-
pleto e sim um ou alguns bits. Para que
obtenhamos um byte complete 6 neces-
sano que se utilize diversos chips em
paralelo, cada um ligado a uma das li-
nhas da via de dados.
Por exemplo, existe um chip chama-
do 4262 que tern uma capaddade de ar-
mazenar 2048 bits de informacOes. Diz-
ALIHEMTAgAD
UMA LINHA DA
VIA DE DADOS
LE OU GRAVA
DADO HO ENDERECO
5ELEC10NAD0
f READ
|^ WRITE
\ }
A 1
^
A,
A *
N
— ,
K
—
6
*8
*9
A 10 _,
CHIP
>- ENDEREC* <M *) BIT( s>
CHIP SELECT — > 5ELECIOHA CHIP
Figura 1 ~ Representacdo de um chip de memdria 2048x1.
se que 6 uma memoria organizada em
2048x1, o que quer dizer que pode-se
acessar individualmente 2048 bits.
Uma outra mem6ria, a 8111, tem or-
ganizacSo diferente. Ela pode armaze-
nar 1024 bits, mas estes bits s6 podem
ser acessados em grupos de quatro, ou
seja, ela 6 organizada em 256x4.
Comparando uma com a outra, va-
mos ver que para formar um byte com-
pleto com a 4262 vamos precisar de oi-
to chips tigados em paralelo, cada um
fomecendo um bit do byte. J£ o segun-
do chip, o 811 1 , permite que utilizemos
apenas dois componentes para formar-
mos um byte inteiro. Na figura 1 esta"
representada a pinagem de um chip de
memdria e na figura 2 um esquema ti'pi-
co de um conjunto de chips de mem6ria.
Agora vamos falar sobre o endereca-
mento dos chips. Notaram que um chip
tem uma capacidade limitada de annaze-
namento? No caso dos dois chips aci-
ma citados, temos 2 e 1 Kbits de capaci-
dade. Porem, os microprocessadores de
8 bits permitem acessar ate" 64 Kbytes
de mem6ria. Enta"o como fazermos pa-
ra implementar uma membria de 64 Kb?
14
MICRO SISTEMAS, julho/83
Vfil^^i^tifk
Vi* OS COITROU *
via oe iNDiM^ot ../ .
Figura 2 — Esquema tipico de conexao de diversos chips de memdria para
a obtengao de 1 byte.
SELECAO DO
COKJIJNTO DC
CHIPS DE HEHORIA
SELEgAO DO
DECODiriCADQK
L 6 G I C A
\
00
A 1
01
A 2
02
03
04
E1
05
E2
06
E3
07
CADA UH DESTES 5IHAI5
ESTA CONECTADO AOS PIN0S
'" CTT DE UM C0N3UNT0 DE
CHIPS DE HEH0R.IA5
Selegao do Decodif icador : E1 e E2 em nivel baixo
E3 em nivel alto
Selegao do Con junto de Chips :
«0
A 1
A 2
PINO AT IV ADO
00
1
01
1
02
1
1
03
1
04
1
1
05
1
1
06
1
1
1
07
Figura 3 - Representagao grdfica de urn decodificador btndrio 1x8.
MICRO SISTEMAS, julho/83
Tomando como exemplo um chip
4262, vimos que para formarmos um
byte sffo necessdrios oito chips. Assim,
ji teremos 2 Kbytes de memdria, Po-
re*m, faltam-nos ainda 62 Kb, ou seja,
mais 31 conjuntos de 8 chips de memd-
ria.
Ate' af tudo bem. Mas como endere-
carmos cada um dos conjuntos de 2
Kbytes individualmente? Bem, o micro
dispoe de 1 6 linhas para o enderecamen-
to de memdria. Como cada conjunto de
chips necessita de apenas dez hnhas de
enderecamento para que se acesse cada
uma das 2048 posicOes (com 1 1 bits po-
demos contar de a 2047 em bindrio),
sobram-nos ainda 5 linhas para fazermos
a selecao do conjunto de chips ao qua]
se deseja alcancar. Usando tal esquema,
teremos que o primeiro conjunto for-
nece-nos enderecos de a 2047, o se-
gundo de 2048 a 4095, o terceiro de
4096 a 6143 e assim por diante ate" que
o 329 conjunto nos esgote a capacidade
de enderecamento do micro: 64 Kbytes.
Vejamos entad como selecionar cada
urn dos conjuntos de memdria utilizan-
do as cinco linhas de endereco que nos
sobraram. Para tal sera" necessaiio que
apresentemos ao leitor um novo compo-
nente: o decodificador binario, cuja re-
presentacao esta" na figura 3 .
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A IMPLEMENTAQAO DAS MEMORIAS
O decodificador binano tem por fina-
lidade fazer com que a partir dos sinais
presentes nos pinos A , A t e A 2 seja
atlvado apenas urn dos pinos entre 00 a
07. Se cada urn destes ultimos estiver
conectado a urn conjunto diferente de
chips de 0161116113, teremos conseguido
seledonar uma faixa de enderecos de 16
Kbytes. Utilizando dois decodificadores,
poderemos atingir 32 Kb, com tres 48
Kb e com quatro 64 Kb.
Os sinais El , E2 e E3 sa"o utilizados
para selecionar qual dos decodificadores
estara ativo a um determinado moroen-
to. Desta forma, se utilizarmos tres li-
nhas de endereco para decodificaca'o e
as duas restantes para selecSo do decodi-
ficador, teremo$ os nossos 64 Kb de me-
m6ria. Resumindo, tendo um micro
que nos permita endere?ar 64 Kb de me-
m6ria por meio das linhas de enderepo
A -A 1S e se a memOria esta implemen-
tada por meio de grupos de chips de
2048x1 bit de capaddade, pode-se utili-
zar as linhas A| S e A 14 para seledonar
um dos decodificadores responsavel pe-
las faixas de a 1 6 Kb, 17 a 32 Kb, 33 a
48 Kb e 49 a 64 Kb.
Seledonado um dos decodificado-
res, .as hnhas de endereco A 13 , A 12 e
A } 1 slo utihzadas para seledonar, atra-
ve"s das saidas do decodificador, um dos
conjuntos de chip de mem6ria de 2Kb.
Seledonando o cenjunto, as linhas de
endereco A 10 a A enderecam o byte
no mesmo conjunto. Na figura 4 est^
um esquema simplificado do que foi ex-
posto.
A grosso modo, 6 assim que 4 consti-
tuida a memoria de um micro. E com
relacSb aos perifencos, como se da"o as
coisas? De certa forma d mais simples,
pois o 8080 permite-nos enderecar indi-
vidualmente apenas 256 perifencos. Po-
re"m, atrave"s de uma t^cnica conhedda
por I/O mapeado na memdria (memory
moped I/O), n£o s6 e" possivel o aumen-
to da capaddade de conexSo dos peri-
fencos como tambe"m cria-se a capadda-
de de utilizar instrucOes de manipulacSo
de memorias em perife'ricos.
Mas, qual a importanda disto? E que
as instrucOes para a manipulacSo de
perife'ricos (IN e OUT) acessam apenas
o acumulador do micro. As instrucGes
de memdria acessam tanto o acumula-
dor como os demais registradores, aos
pares ou individualmente .
A implementac3o desta arquitetura 6
um tanto complicada, mas imaginemos
o segiunte : abrindo-se mSo de uma parte
da mem6ria, colocariamos ai diversos
perife'ricos que seriam enderecados co-
mo se fossem a propria memoria.
Pois 6 isto mesmo que ocone.
Quando a UCP for executar uma instru-
c3o envolvendo este endereco de mem6-
ria do qual se abriu m3o, ela estar^ na
realidade acessando um perife'rico.
Bern, ai estao, de uma forma bem
simpliflcada, alguns aspectos do fundo-
namento de um micro. Se o leitor dese-
jar aprofundar-se no assunto, poderd
consultar a bibliografia ao final do ar-
tigo. Pordm, para quern n£o deseja ficar
s6 na teoria e quer meter a mfio na mas-
sa, que na nunha opiniSo 6 mais provei-
toso, deve adquirir um kit de aprendiza-
do de microprocessadores como o
FAST-1, Microbanana, KMD-85, o
Nanocomputer, o TSI-1000 ou quais-
quer outros similares, nadonais ou es-
trangeiros.
BIBLIOGRAFIA
- OSBORNE, Adam, An Introduction
to Microcomputers Vol. e 1, OSBOR-
NE/McGrawHill.
- ADAM, Charles K., A Beginners Gui-
de to Computers and Microprocessors,
Tab Books.
- INTEL CORP., MCS-80 User's Ma-
nual.
- INTEL CORP., Peripheral Design
Handbook.
- MALVINO, Digital Computer Elec-
tronics: An Introduction to Microcom-
puters.
- ARTWICK, Microcomputing Inter-
facing.
- CIARCIA, Build your Z80 Compu-
ter: Design Guidelines and Aplication
Notes.
- CLEMENTS, Microcomputer Design
ScConstruction: Build your own System
with the Motorola 6800.
- NICKOLS, Z80 Microprocessors Pro-
gramming and Interfacing, Vol. 1 e 2.
- R0N1, Introduction Experiments in
Digital Electronics: 8080 Microcompu-
ter Programming and Interfacing, Vol. 1
e 2.
- RONI, The 8080 Bugbook: Micro-
computer Programming Sdnterfacing.
Orson Voarckel GalvSo 4 Anattsta do Sistemos
da Petrobr&s Distribuldora S. A., no Rio de
Janeiro, Assessor T4cnico de MICRO SiS-
TEMAS. Orson foi o sutor do Curso de BA-
SIC publicado nos ndmeros 2 a 9 de MICRO
SISTEMAS.
MICRO SISTEMAS, julho/83
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49 a 04 Kb)
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Figura 4 — Esquema de enderegamento da memdria
u tilizando -$e decodificadores .
MICROSISTEMAS,julho/83
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sera" realizado nos dias 14, 16 e 18 de julho e
o segundo, nos dias 21 , 23 e 25. treinamen-
to avancado sera! realizado nos dias 28 e 30 de
julho e 02 de agosto. O hordrio dde 13:00 as
18:00 h e as aulas pr£ticas serSTo dadas das
18:00 as 22:00h. Maiores informacSes, na Av.
Alfonso Bovero, 218, tel.: (011) 263-0711,
SP.
• Diversos cursos da drea de informdtica es-
tSo sendo promovidos pelo Nucleo de Compu-
tacao Eletronica da UFRJ. Sao eles: BASIC —
de 14/07 a 05/08, 48 vagas, das 12:00 as
14;00h, prd-requisito : gualquar linguagem;
PROCESSAMENTO GRAFICO - de 27/07 a
04/08, 24 vagas, das 10:00 as 12:00h, pre-
requisite: FORTRAN; FORTRAN - 11/07 a
04/08 225 vagas, em tres hora>ios: 08:00 as
1000h 12:00 as 14:00h e 14:00 as 16:00h,
pre-requisitos: 29 grau;SPSS- 1 1/07 a 29/07,
50 vagas, das 08:00 as 10:00h, prerequisite:
29 grau e nocSes de astatfstica e computacao;
ALGOL- 11 /07 a 04/08, 75 vagas, das 10:00
as 12:00h, pre-requisito: qualquer linguagem.
E nacessa"rio a apresentaca"o de comprovante
do pre 1 -requisite exigido no ato da inscricao.
Maiores informacoes na Secretaria de Cursos,
sala C-1010 do Nucleo de Computacao Ele-
tronica, no bloco C do CCMN - Cidade Uni-
versitdria - Caixa Postal 2324, tel.: (021)
280-7686, CEP 20.001, Rio de Janeiro, RJ.
• A INFORMAX esta" promovendo dois cur-
sos no mes de julho: "Curso de ProgramacSo
BASIC", com infcio no dia 18 de julho, as
segundas equartas-feiras,das20:00as22:00h.,
com durac3o da um mes e o "Curso de Intro-
ducao a Microinformdtica", com infcio no dia
19 de julho, as tBrcas e quintas-feiras, das
20:00 as 22:00h., duracao de um mes. A In-
formax tambem promove regularmente cursos
de Processador de Textos Visicalc, Visidex
etc. Maiores informap5es na Av. Brigadeiro
Faria Lima, 1857. Sao Paulo. Telefone: (01 1 )
814-0682. SP.
• A AD-DATA EDUCAQAO E tNFORMA-
TICA promovera" curso de Introducao a (n-
forrndtlca-Programacao BASIC para iniciantes,
com 45 hs/aula e pracos especiais para grupos
fechados. Maiores detalhes podem ser obtidos
na Rua JoaTo Ramalho 818 - tel.: (01 1) 864-
8200 - Sao Paulo, SP.
• Cursos de linguagem BASIC na Nasajon
Sistemas: perfodo de 20hs, duracao de duas
semanas, das 19:00 as 21 :00ti, pelo preco de
Cr$ 25 mil. Esses cursos s3o ministrados em
turmas de dez alunos, cpm distribuicSo de
apostilas programadas.em aulas prdticase teo-
ricas nos micros Dismac e Dfgitus. O enderepo
da Nasajon Sistemas 4 Av. Rio Branco, 45,
grupo 1311, tel.: (021) 283-1241, Rio de Ja-
neiro, Ft J.
• A SUCESU-SC continua com seu piano de
treinamento para 1983 oferecendo o curso de
"Projeto de Sistemas On-Line" nos dias 20,
21 e 22 de julho, no Balnea"rio de Camboriu,
SC. E bom lembrar que terd desconto de 20%
sobre o valor total do curso a organ izacao que
efetuar o pagamento das inscricoes ate 1 dois
dias antes da realizacao do evento. Maiores in-
formacSes pelo telefone (041) 222-7613. O
endereco da SUCESU em Santa Catarina 4
Rua Joao Pinto,6,conjunto 907, SC.
• Curso BASIC, COBOL e "Micro para Exe-
cutivos", estSo sendo langados pela JR de
Goes ComeYcio e Assessoria, juntamente com
o seminaYio "Micros no lar e nos negocios".
InformacSes pelo telefone (021) 234-3945,
Cx, Postal 241 1 7, CEP 20,522, RJ.
• A IMAREiS estd promovendo cursos de
"IntroducSo ao BASIC", nas 1? e 2? semanas
do mes de julho, com duracSo de uma semana
e aulas das 19:00 as 22:00h,ao preco de Cr$
25 mil; e de "BASIC avancado" (complemen-
ter), nas 3 a e 4 a semanas do mes, com dura-
cao de duas semanas, das 9:00 ds 22:00h, ao
preco de Cr$ 55 mil. As turmas terao no m&-
ximo 16 alunos e as aulas pra'ticas sera"o mi-
nistradas nos equipamentos da loja. Maiores
informacoes, na Rua Dr. Renato Paes de Bar-
ros, 34, tel. : (01 1 ) 881 -0200, SP.
• A SCREEN esta" promovendo Cursos de
ProgramacSo BASIC, COBOL, FORTRAN e
Assembler para microcomputadores. As aulas
serSb ministradas de segunda a sexta (manha,
tarde e noite) e aos sa"bados (manha e tarde)
tendo uma carga horaVia de 52 hs, com 60%
de aulas prdticas. Os Interessados podem obter
uma bolsade ate 50% de desconto. A SCREEN
fica na Av. EngP Lufs Carlos Berrini, n° 991 ,
Brooklin Novo, Sao Paulo. Maiores informa-
cSes pelo tel.: (011) 531 -5008, SP.
■ A SERVIMEC esta" formando novas tur-
mas para o seu curso de COBOL. A proxima
terd ini'cio dia 22 de julho, com aulas As se-
gundas, quartas e sextas, das 9:00 as 12:00h.
A turma seguinte, a partir de agosto, tera" au-
las aossa'badosedomingos 1 das8:00as 13:00h.
A Servimec formara", tambe"m, turmas para o
curso de BASIC a ter ini'cio no dia 24 de agos-
to com aulas As segundas, quartas a sextas, das
19:30 as 22:30h. O endereco 6 Rua Afonso
Pena, 332, tel.: (011) 227-9803, SP.
• Para informar ao leitor sobre os cursos que
esta"o sendo oferecidos, a revista recolhe in-
formacoes em dfversas instituicSes ou as rece-
be pelo correio. Portanto, na"o nos responsabi-
lizamos por quaisquer alteracoes posterior-
mente efetuadas por estas instituicOes nos
program as ou prepos.
GEAPRO MICROCOMPUTADORES LTDA
CURSOS DE ESPECIALIZACAO PROFISSIONAL
• MICROPR0CESSAD0RES APLICADOS A CONTHOLE - 12/04/83
TEUPROCESSAMENTO
• TELEPROCESSAMENTO I - HARDWARE - 16/04/83
• TELEPROCESSAMENTO II ■ SOFTWARE - 11/04/83
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CP-500 (F/D) 4.400,00*
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TIRO AO ALVO
-CP-200 (F). 3.850,00
- CP-500 (F/D) 4.400,00*
BIORRITMO
- CP-200 (F) . 3.850 ,0D
LOTO
- CP-200 (F) , 4.180,00
TABUADA
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SIMULADOR DE VOO
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OESTESELVAGEM
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SENHA
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INVASAO COSMICA
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PATRULHA (F/D)
6.160,00*
INVASORES (F/D)
5.610,00*
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Simula jogo de fiiperama
9.600,00
DISCOS VOADORES (F)
Controle o canha*o para
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DANCING DEMOND (F/
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dancanno . . 8.000,00"
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JOGOS EM BASIC (F/D)
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JOGOS (F/D) COSMIC,
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BARRICADA, GALAXI,
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TOR -cada . 9.600,00 :; '
PROMOCOES
PACOTE ECONOMICO
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Para CP-200 NE-Z8000,
com musica, damas, ga
ma"o, conta corrente e
controle de estoque ....
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boa, sky, pouso lunar,
Jornada, teaser, cupim,
hopper, cram, fireman,
spacefire . . . 24.000,00
APLICATIVOS
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Controia o acumulado do
mes, ana e operac<5es e
poupanca . . 13.200,00
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mporucao • R*prosenlic*>a» Ltda.
■fita. 165 - CEP 01 209 - SSo Paulo -
131298 FILG BR PBX 223 7388-1
19 - Dircios 223 1-146, 222 3456, :
3 -Reembul-B- R17 Dire«o:.222-OOU
CADASTRO DE CLIENTE BANNER (F/D/l)
Cadastra p/cliente a razSb
social, rua, bairro, cid.,
est., CEP., tel., produta
adquirido, data da aqui-
sicao 13.750,00
Vl'DEO-TlTULO
Cria ti'tulos para vi'deo-ta-
pes, inclusive corn movi-
mentos . , . . 16.500,00
VU-CALC
Destina-se a execucao de
ca'lculos sobre uma plani-
Iha 10.000,00
SOMENTE P/C P -500
CADASTRO DE CLIEN-
TES(D) . . , 20ORTN
MALA-DIRETA (D/l)
Sistema de mala direta
permitindo a impressao
de etiquetas utilizando
ou nao chave de acesso
40.000,00
FINANCAS (D)
Engloba funcSes de juros
compostos, analise de pre-
co de venda e rendimen-
tos, taxas de retorno, ta-
bela de amortizacao, sal-
do hipotecario, pagamen-
tosaprazo , 40.000,00
PROCALC (D>
Destina-se a execucao de
calculos sobre uma pla-
nilha .... 120.000,00
VIDEO (F/D)
Editor grafico da tela.
Desenhe com facilidade
no CP-500. Armazena as
telas em fita ou diskette
10.000.00*
Imprime mensagens em
letras garrafais (80 col.)
6.400,00 s -
SCRIPY (I)
Complete e versatil pro-
cessador de texto
em fita .... 32.000,00
em disco . . . 40.000,00
CONTROLE DE AC0ES
(D/F)
Para quem gosta da Bol-
sa. Mostra os resultados
(Lucro/Perda)
6.400,00 ;:
DIRETORIO (D)
Organ iza e cadastra todos
os seus programasearqui-
vos em diskette automa-
ticamente. Pesquisa por
disco ou programs e po-
de imprimlr ordenada-
mente .... 16.000,00
BANCO DE DADOS
(D/l)
Sistema de fichaVio ele-
tronico. Voce mesmo cria
as f ichas e pode pesquisar
de varios modos, ol^m de
permitir impressao. Simi-
lar ao Profile 40.000,00
CARTA ASTRAL (F/l)
Este programs faz todos
os calculos necessarios ao
desenho de uma carta as-
tral e ainda imprime a
mesma em questao de mi-
nutes. So nab interprets .
15.000.00
UTILITARIOS
(SOMENTE P/CP-500)
CONVERT (F/D)
Convene numeros deci-
mals e hexa. Pode ser
chamado a qualquer ins-
tante e nSo atrapalha o
BASIC .... 6.400,00*
LISTA (D/l)
Imprime as listagens de
prograrnas em BASIC de
forma limpa e organiza-
da. N£o se perca com
LLIST .... 16.000,00
SUPERTECLA (F)
Cada tecla de seu CP-
500 represents duas pala-
vras do BASIC alem de
seg valor normal. Reduz
drasticamente o tempo
gasto ria teclagem de pro-
gramas 8.000,00
ODONTO (F/D)
Engloba setor financeiro,
agenda, cadastro, mala di-
reta, lay-out dentario . .
....... 50ORTN
EDITOR (D)
Poderoso editor assem-
bler para os que progra-
mam em linguagem de
ma'qu ina. Manual c/instru- ,
coes 32.000,00 ll
SOUND (F/D) J-
Pequena mas util subro-
tina que cria uma nova
palavra em BASIC —
"SOUND". Instrucfies
detalhadas de como co-
loca-la em seus progra-
rnas 6.400,00*
F- Para CP-500/CP-300 ou CP-200 em fita. I- Requer impressora.
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CONGRESSO DEBATE
INFORMATICA
Com a presenga de lideres e politi-
cos de todos os partidos, o Simposio de
Informatica do Senado Federal, realizado
em Brasilia de 14 a 16 de junho, levou
definitivamente o debate da Informatica
para o Congresso Nacional.
O grande tema durante todos os pai-
neis foi a reserva de mercado que, ao
final dos trabalhos, alinhou todos os par-
tidos e entidades do setor de Informa-
tica ao lado da poiitica desenvolvida pe-
la SEI, cujas posicoes sairam bastante
fortalecidas. Esse apoio foi tao incisivo
que o Secretario Joubert Brizida teve
que discordar de projeto de lei sugerido
pela Deputada Cristina Tavares (PMDB-
PE), lembrando que aexplicitagao da re-
serva de mercado em lei pode gerar
problemas para o comercio exterior do
Pais.
Edson Fregni, vice-presidente da
Abicomp, alertou ser "fundamental que
urn pais subdesenvoivido se libere do
conceito de gap tecnoldgico, porque,
enquanto isso nao ocorrer, sera inviavel
a definicao de urn caminho proprio" e
propos que o conceito de reserva de
mercado abranja apenas empresas de
capital, mao-de-obra e tecnologia total-
mente nacionais.
Participaram do encontro a SEI, Abi-
comp, APPD, Assespra, SBC, SUCESU e
todos os partidos politicos. Os paineis
abordaram os seguintes temas: "Poiitica
Governamental de Informatica", "Infor-
matizagao da Sociedade" (nesse painel
a APPD levantou os problemas do do-
cumento unico e da Lei 6.996/82, do
projeto eleitoral, propondo sua urgente
regulamentacao para evitar o perigo do
controle social centralizado, e conside-
rou imprescindivel a regulamentacao das
profissoes de processamento de dados),
"Informatica e Soberania Nacional", "In-
dustria Nacional de Informatica",
"O Congresso Nacional, os Partidos Po-
liticos e a Area de Informatica", e "Infor-
matica e Emprego".
Tambem foi proposta por quase to-
dos os presentes a formagao de uma
Ccmissao Parlamentar de Informatica,
para tornar efetiva a participagao do
Congresso Nacional na busca de legiti-
macao para as decisoes do setor.
CONSULTORIA TECNICA
A loja Computerland de Sao Paulo
acaba de criar o service de consultoria
tecnica para o consumidor, extensivo tan-
to a pessoas fi'sicas como juri'dicas. O
novo departamento orienta o consumidor
desde a definicao dos sistemas e equipa-
mentos ate a estrutura de organizagao
mais adequada as suas necessidades.
A consultoria tecnica oferece os servigos
de Organizagao e Metodos na area de
processamento de dados; treinamento
do pessoal do cliente; assistencia e ori-
entacao de implantagao; desenvolvimen-
to de aplicagoes ou sistemas; e ainda
uma assistencia permanente ao cliente.
departamento de consultoria tecnica
funciona nas lojas Computerland, com
matriz na Av. Angelica, 1996.
GOVERNO INCENTIVA
EXPORTAQAO
Visando fornecer aos empresarios de
Informatica informagoes sobre as oportu-
nidades de negocios detectadas no exte-
rior, bem como as modalidades de apoio
governamental as exportagoes do setor,
realizou-se dla 9 de junho, em Sao Pau-
lo, o I Seminario sobre Promocao, Incen-
tivos e Mercados para a Exportacao do
Setor de Informatica. Promovido pela
Cacex, Secretaria Especial de Informati-
ca e Ministerio das Relagoes Exteriores,
o seminario reuniu representantes dos
diversos fabricantes de equipamentos e
perifericos e de fornecedores de softwa-
re e servigos na area.
Segundo o Secretario de Informati-
ca, Joubert de Oliveira Brizida, os micro-
computadores, ao contrario dos minis, ja
tern o potencial necessario — tanto em
tecnologia quanto em prego — para com-
petirem no mercado externo e so nao
tern alcancado volumes maiores de ex-
portacao devido a grande demands exis-
tente no mercado interne Brizida citou a
America Latina como o primeiro merca-
do a ser atacado pelas empresas nacio-
nais, seguida dos paises africanos de lin-
gua portuguesa e do Oriente Medio.
Q presidente da Abicomp, Antonio
Didier Vianna, concorda quanto a poten-
cialidade dos micros e lembra outra van-
tagem em relacao aos sistemas de maior
porte: esses equipamentos, por sua sim-
plicidade, nao exigem a instalacao de
uma custosa filial no pais importador,
bastando credenciar urn agente local pa-
ra a representagao de vendas e presta-
cac de assistencia tecnica.
Didier situou as exportacoes no se-
tor de informatica, hoje.entre 12% e 14%
do faturamento anual da area. No ano
passado, exemplificou, o setor vendeu
US$ 1,8 bilhoes, dos quais cerca de
US$ 200 milhoes proven ientes de expor-
tacoes.
Este foi o primeiro de uma serie de
seminarios sobre o assunto previstos pa-
ra se realizarem no Rio de Janeiro, Porto
Alegre, Curitiba e Belo Horizonte.
LIVRARIA SISTEMA
A Livraria Sistema tern novo endere-
co: Av. Sao Luiz, 153 — loja 8, Sao Paulo,
tels.: (011) 36-1047 e 34-2123. Em suas
novas instalacoes, na sobreloja da Gale-
ria Metropole, a empresa pretende am-
pliar o espago destinado a area de Infor-
matica.
COMPUTCHE
Inaugurada dia 6 de maio, em Porto
Alegre, a loja Computche que inicia suas
atividades vendendo equipamentos da
Unitron, Polymax, Kemitron (Naja), Digi-
tus e Microdigital.
Na parte de software, sao oferecidos
os seguintes pacotes: Contabilidade Ge-
ral; PERT/CPM; Arquivos; Mala Direta;
Estatistica (Visiplot/Visitrend); Editor de
Textos; Adm. de Obras; Adm. Imobiliaria;
Visicalc; Tool Kit (tres aplicagoes: aferi-
gao e calibragem de disk drives; edigio
de programas; tradugao de programas
de uma lingua para qualquer outra); Fa-
turamento; Folna de Pagamento. Esses
pacotes sao produzidos pela LHM —
Software e Hardware, do Rio de Janeiro,
a qual a loja e vinculada.
A programagao de cursos, que inicia
com o BASIC, incluira posteriormente
outras linguagens. A loja conta ainda
com pessoal especializado para orien-
tar os clientes na escolha de maquinas e
programas de acordo com as suas apli-
cagoes. A Computche fica na Av. Inde-
pendent, 599.
JANPER USA
A Janper Engenharia Eletronica Ltda.,
fabricante do microcomputador JP-01,
abriu urn escritorio nos Estados Unidos
"para fins de exportagao e formagao de
uma Trading no ramo da Informatica",
de acordo com o presidente da empresa,
Pedro Brandt. A Janper USA localiza-se
em Miami, Florida, e esta sob a respon-
sabilidade do Sr. Wladimir Watson.
No Brasil, a Janper tern outra novida-
de: JP-01 esta sendo vendido em forma
de kit, para montagem pelo comprador.
Essa modalidade de comercializagio,
alem de baratear o prego do sistema, diz
Brandt, permite uma "maior assimilagao
por parte de estudantes e interessados
na area de funcionamento de hardware e
software". Os kits, segundo- informa a.
Janper, tambem estao disponiveis para
empresas que desejem montar os com-
putadores, beneficiando-se, na revenda,
da diferenga adicional no prego de aqui-
sigao.
20
MICRO SISTEMAS, julho/83
is;
DANVIC LANQA DATA-ENTRY
A Danvic, fabricante dos microcom-
putadores DV-600 e DV-2000, esta colo-
cando no mercado um equipamento pa-
ra entrada de dados compativel com o
IBM 3740:'o Danvic ED, que tern 64 Kby-
tes fixos de memoria e um dtsquete de 8
polegadas. Os dados inseridos no equi-
pamento sao transferidos em seguida
para outro floppy com formato EBCDIC,
utilizado pela IBM. O equipamento tern
preco de langamento na faixa de Cr$ 2
milhoes. Olitra novidade e o sistema
operacional DV DOS Super para o DV
2000, compativel com o CP/M na ver-
sao 3.0. O novo sistema pode traba-
Ihar com mais memoria, atingindo ate
16 particoes de 64 Kbytes e os dados sao
acessados diretamente na memoria e nao
no disco. Alem disso, quando a memoria
estiver lotada e houver necessidade de
se chamar outro arquivo, o proprio siste-
ma verifica qual o arquivo que foi menos
usado ate entao e o utiliza. O novo siste-
ma operacional permite compilacoes
ate 30 vezes mais rapidas. Ainda para o
DV 2000, dentro de alguns meses estara
aberta a possibilidade deste equipamen-
to utilizer o processador Z80A e seus pe-
rifericos. Com isto o clock do DV 2000
podera ser eievado para 8 MHz, ficando
mais proximo dos minicomputadores. A
nivel de prego esta alteragao vai signifi-
car um acrescimo de Cr$ 3 a 4 milhoes. E
para outubro, provavelmente durante a
realizagao da III Feira Internacional de In-
formatics, a Danvic ja programou o lan-
gamento do DV 600Bi, com 2 processa-
dores: Z80A e Intel 8088. DV 600Bi tera
tambem dois sistemas operacionais:
CP/M e CP/M86, podendo rodar progra-
mas tanto para 8 quanto para 16 bits, e a
memoria para usuario chegara a 256
Kbytes. Segundo Maurice Eskinazi, dire-
tor da Danvic, o objetivo inicial deste
novo equipamento sera o de atingir soft-
ware-houses que queiram desenvolver
aplicativos para 16 bits, para depois en-
tao vender estes aplicativos juntamente
com o micro.
PROLOGICA NA FILCRES
A loja Filcres ja esta vendendo toda
a linha de pequenos e medios compu-
tadores da Prologica, inclusive o novo
CP-300. La tambem podem ser encontra-
das impressoras compatfveis com estes
equipamentos e um estoque completo
de acessorios e suprimentos. A Filcres
oferece ainda treinamento em operagao
de computadores e assistencia tecnica
para os micros. O pagamento e facilitado
com financiamento da propria loja em
tres vezes sem acrescimo, ou o compra-
dor pode optar por financiamento exter-
no para prazos mais longos ou pelo sis-
tema de leasing. A Filcres fica na rua
Aurora, 165, CEP 01299, Sao Paulo SP,
tels.: (011) 223-7388 e 223-1446.
COLOR 64
Chegarao em breve as lojas especia-
lizadas e magazines as primeiras unida-
des do mais novo microcomputador bra-
sileiro, o Color 64, fabricado pela Indus-
trla e Comercio de Computadores Novo
Tempo Ltda., do Rio de Janeiro.
O Color 64, cuja produgao inicial de
50 unidades/mes estava prevista para
comegar a primeiro de julho, constitui-
se, de acordo com o fabricante, num
aperfeigoamento do TRS-80 Color norte-
americano. O sistema de video, por exem-
plo, foi reprojetado para funcionar den-
tro do padrao PAL-M, e trabalha em re-
solucao alta (matriz de 256 por 192 pon-
tos) e baixa, com ate nove cores: verde,
amarelo, azul, vermelho, carmin (magen-
ta), bege, ciano, cor de abobora e preto.
O equipamento ja vem de fabrica
com 64 K de memoria RAM. Tern saida
serial RS-232C e admite disquete de du-
pla densidade e face simples. Pode fun-
cionar como terminal de sistemas de
grande porte ou, ainda, como terminal
de videotexto. Na parte de software, o
sistema dispoe de aplicativos em tres
niveis: domestico (jogos, graficos, musi-
cas, aplicagoes caseiras), comercial (sis-
temas tradicionais, tais como folha de
pagamento, controle de estoque etc.) e
cientifico (engenhana civil e eletrica e
matematica).
NOVAS LOJAS EM SAO PAULO
Sao Paulo tern quatro novas lojas de
microcomputadores, todas oferecendo
uma ampla variedade de equipamentos,
perifericos, suprimentos, literatura na-
cional e estrangeira e ate mesmo os vi-
deogames recentemente langados no
mercado nacional.
A Chip Shop, especializada na area
de processamento em tempo real, tern
cursos de BASIC (basico e avancado) e,
futuramente, Assembler, COBOL e Pas-
cal. Esses cursos sao ministrados na pro-
pria loja ou em escolas e empresas inte-
ressadas. A empresa oferece ainda um
sistema integrado de assessoria. atraves
do qual os seus tecnicos auxiliam o clien-
te na escolha do equipamento, desenvol-
vem software especifico, de acordo com
as necessidades, elaboram a documenta-
gao e dao treinamento.
A Compute, alem de trabalhar com
software de outras empresas, tambem
desenvolve programas sob encomenda.
A loja tern assistencia tecnica permanen-
te para todos os equipamentos que co-
mercial iza e oferece cursos de BASIC.
A Copec tern cursos basicos de in-
troducao aos microcomputadores, de
BASIC (basico e avancado), Assembler e
COBOL. Na area de software, desenvolve
programas e trabalha com produtos de
outros fornecedores.
A Data Solution oferece cursos de
BASIC basico e avancado e comercializa
programas seus e os desenvolvidos por
software houses, alem de uma interface
para acoplar maquina de escrever eletri-
ca ao micro.
Os enderecos das novas lojas sao os
seguintes: Chip Shop — Rua Ofelia, 248,
tel.: (011) 211-4261; Compute — Rua Es-
tados Unidos, 2141, tel.: (011) 852-8290,
Copec — Rua Dr. Jose Ferreira de Ouei-
roz, 110, tel.: (011) 282-2618; Data Solu-
tion — Av. Euzebio Matoso, 654, tel.:
(011) 813-3355.
SUPRIMENTOS INST ANTAN EOS
Os usuarios de computadores de Sao
Paulo contam agora com dois novos ser-
vicos de fornecimento imediato de supri-
mentos: o S.O.S. CPD, da Vector, e o
Supri S.O.S. , da Supridata. Ambos aten-
dem a qualquer hora do dia, sendo que o
Supri S.O.S funciona inclusive nos feria-
dos e fins-de-semana. contato com o
S.O.S CPD pode ser feito atraves do tel.:
(011) 815-3344 Bip 5L93. O Supri S.O.S
atende pelos telefones (011) 543-0740/
542-9117/815-3344 Bip 5AK7.
PRO SOFT EM NOVO
ENDERECO
A Pro Soft comunica o seu novo en-
dereco: Rua da Quitanda, 185 — grupo
701, CEP 20091, Rio de Janeiro — RJ,
tel,: (021) 233-8928. Em suas novas insta-
lagoes a empresa esta comercializando,
alem dos pacotes tradicionais, os siste-
mas de crediario, controle de clubes, dis-
tnbuigao de mercadorias, controle de
almoxarifado, controle de custo de pro-
dugao, acompanhamento e orgamento
de obras, ativo imobilizado, anahse esta-
tistica e simulacao de ativos financeiros,
entre outros.
SIMPOSIO DE
TELECOMUNICACOES
As Faculdades Estacio de Sa vao
promover, de 8 a 12 de agosto, o seu
I Simposio de Telecomunicacoes, que
marca a formatura da primeira turma do
Curso de Telecomunicagoes da Faculda-
de Politecnica Estacio de Sa. Alem de
divulgar a disponibilidade e a capacita-
gao dos novos Tecnologog em Teleco-
municagoes, com especializagao em Re-
des de Dados e em Comutagao, o sim-
posio tern como objetivo debater os se-
guintes temas: o ensino dessas especia-
lidades; o mercado de trabalho; o perfil
do profissional recem-formado e suas
atitudes diante da tecnologia, dos equi-
pamentos e sistemas atuais e futuros.
O simposio, com entrada franca, sera
realizado sempre as 19:00 hs no Audito-
rio das Faculdades Estacio de Sa, Rua
do Bispo, 83, bloco A, 4.° andar, Rio
Comprido, Rio de Janeiro.
MICRO SISTEMAS, julho/83
21
No comando de um bombardeiro, o piloto recebe a missao de pousar
num aeroporto inimigo. E $6 voce* pode ajudci-lo\ ! !
Aeroporto 83
Renato Degiovani
o
programa Aeroporto foi escrito
para o TK82-C e para quern
tem pouca ou nenhuma expe-
riencia com a digitacSo de programas em
linguagem de maquina. Trata-se de um
jogo onde o jogador e" o co-piloto num
aviSo bombardeiro que ird pousar num
aeroporto inimigo. A pista encontra-se
obstrufda e o co-piloto devera bombar-
dea^la ate" que nab reste nenhum obsta-
culo; caso contrario, o aviSo explodira
ao pousar. Para Ian car as bombas basta
digitar qualquer tecla.
Os programas em Assembler sao cn-
ticos quanto a digitaca'o. Portanto, e"
precisp muita atenca"o e seguir rigorosa-
mente a listagem do programa. Comece
pela listagem 1 . As linhas 1 a 7 s5o os es-
pa9os reservados para o Assembler. Digi-
te, em cada Hnha, tantos caracteres
quantos estiverem indicados entre paren-
teses (assegure-se destas quantidades,
pois qualquer erro sera fatal).
As linhas 130, 510 e 540 sao blocas
de impressao. A t^cnica utilizada aqui e
a mesma para a linguagem de maquina,
com uma diferenca: nelas iremos dese-
nhar com o POKE. No final da listagem
1 entre com o comando :
PRINT PEEK 1639£*25£«PEEK 16397
o resultado dever4 ser 18129; caso isto
n2o ocorra e* porque houve erro na digi-
taca'o. Localize o erro e teste novamente.
Se tudo estiver correto, tecle RUN
1000 e comece a operar a entrada dos
blocos. No final de cada bloco tecle M
para novo endereco (ou novo bloco). Se
houver algum erro pressioneS e recomece
o bloco (RUN 1000 e endereco).
programa foi escrito em blocos pa-
ra facihtar a visualizacSo completa do
mesmo. Cada bloco esta posicionado nu-
ma linha REM:
• Bloco 1 — Infcio e STACK do siste-
ma.
• Bloco 2 — Movimento do avia"o, radar
e cheque de explosoes,
• Bloco 3 — Comando da bomba e lo-
cal de explosSo.
• Bloco 4 — Explosao da tone .
• Bloco 5 — Explosffo do radar.
• Bloco 6 — Explosao do aviao.
• Bloco 7 - Rotina de SCROLL.
22
MICR O SISTEMAS, julho/83
Comece a digita^o dos bio cos (em
hexadecimal). A entrada de dados aceita
qualquer quantidade de bytes, por
exemplo: Dl e ENTER (NEW LINE no
TK82-C) ou D1AF12131A ... e ENTER.
N£o de espafo entre os bytes. Quando
terminar, pare o programa e de* o co-
mando RUN 2000, eliminando depois
as linhas 1000 a 2060.
Agora entre com a listagem 2 e faca
uma gravacSo do programa. Rode-o e ve-
rifique se houve algum erro. Se houver
algum na parte em Assembler, procure
localizar o bloco em que tal erro aconte-
ceu, checando todos os bytes ate" encon-
tra-lo. Se tudo estiver em ordem, grave o
programa com RUN 900 e feliz aterris-
sagem...
Blocos em Assembler
BL0CO 1
16514
16522
16530
16538
16546
16554
16562
16570
16570
16566
16594
BLOCO 2
16602
16610
16618
16626
16634
16642
16650
16656
16666
16674
16662
16690
16698
16706
16714
16722
BLOCO 3
16730
16736
16746
16754
16762
16770
16778
16786
16794
16602
16B10
16616
16826
16834
16842
16B50
16858
16866
BLOCO 4
16877
16885
16893
16931
16909
16917
16925
16933
16941
16949
16957
16965
16973
00 06 0A
00 00 EC
3£ FF FE
21 82 40
70 23 01
23 70 23
10 FC E5
02 09 EB
77 23 13
72 23 77
18 06
0A
86
00
00
00
46
00
F0
46
03
00
C8
3D
16
FA
01
00
06
71
23
0A
86
71
23
71
AF
06
05
77
23
2A
0C
40
01
71
El
73
23
72
23
13
13
13
73
23
2A
0E
40
2B
E5
Dl AF
20 01
42 3E
ED 5S
03 00
BE 40
92 40
IF 42
40 21
60 CD
00 20
02 EB
20 IE
01 6E
20 8E
00 00
12 13
13 1A
12 12
8F 40
ED B0
FE (90
3A 8B
CD 92
85 40
92 40
3C CD
21 FF
CD 92
02 m
01 00
1A 3C
FE 00
D5 CD
21 82
CD 92
C2 A5
40 FE
40 ED
01 03
3A 88
92 40
FF A7
40 2A
EB 1A
00 El
FE 77
C2 EB
92 40
40 01
40 3A
42 CD
00 C2
SB BF
00 ED
40 FE
CD BB
ED 52
00 40
FE 12
C9 00
3E 01
89 40
5B B9
00 09
01 13
ie 12
1A FE
9A AF
ED 52
A7 ED
E5 A7
01 IF
73 42
52 2B
52 28
E5 A7
23 A7
32 88
32 88
73 23
40 AF
EB 1A
1A FE
IB DQ
6A 28
12 2A
CA 72
52 CA
ED 52
00 09
2A BC
28 El
20 El
ED 52
ED 52
40 16
40 Dl
72 16
12 EB
3C FE
00 20
AF 32
9E FE
BF 40
42 El
72 42
CA 72
A7 ED
40 E5
23 E5
01 20
28 15
28 0E
9A
El 3E
40 01
01 23
09 36
23 36
80 09
DA 40
2B 3C
01 44
23 23
36 01
00 0E
00 C3
01 32
44 00
23 23
06 0C
00 23
36 6
3A 6B
32 8B
00 A7
23 36
23 36
IF 09
14 41
SB 40
A7 ED
36 87
09 36
36 00
23 36
40 FE
40 2A
ED 42
00 0E
86 23
36 04
AF 32
D5
21
D3
ED
01
22
77
20
05
3E
88
40
80
28
E5
A7
23
E5
El
23
42
El
52
CA
A7
ED
A7
ED
00
09
El
09
3E
01
2A
BC
42
36
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IF
87
23
09
36
B0
C3
02
26
ec
40
36
00
1C
09
23
36
23
36
8R
40
16981
16989
16997
BLOCO 5
17010
17018
17026
17034
17042
17050
17058
17066
17074
17082
17090
17098
17106
17114
17122
BLOCO 6
17131
17139
17147
17155
17163
17171
17179
BLOCO 7
171B6
17194
BLOCO 8
17227
17235
17243
17251
17259
17267
17275
17283
17291
BLDC0 9
17382
17390
17398
17406
17414
17422
17430
17436
17446
17454
17462
17470
17476
17486
17494
17502
BLOCO 10
17600
17606
17616
17624
2A 0C 40 01 25 00 A7 ED
42 77 23 77 0E IF 09 36
04 23 36 81 C3 14 41
El 3E 01
40 01 41
0A 0E 22
87 0E 3F
36 00 23
06 21 62
C3 DA 40
28 IE 3C
40 01 41
00 0E 22
00 09 20
AF 32 8E
IF 00 A7
87 09 23
C3 09 41
32 BE
00 A7
09 36
09 3E
77 23
40 77
3A BE
32 8E
00 A7
09 36
36 81
40 2A
ED 42
36 09
40 2A 8F
ED 42 36
06 23 36
80 77 23
77 AF 06
23 10 FC
40 FE 02
40 2A 6F
ED 42 36
8A 23 36
C3 09 41
8F 40 01
77 23 36
23 36 80
3A 91 40 FE 00 20 0C 3C
32 91 40 3E 92 12 IB DS
C3 EF 40 FE 01 20 0B 3C
32 91 40 3E 08 IB EF FE
02 20 06 3C 32 91 40 3E
17 16 E2 AF 12 01 FF FF
C9
2A 0C 40 E5 11 21 00 19
Dl 01 D6 02 ED B.0 C9
06 86 00 0A 66 00 00 8A
8A 8A 8A 8A 8A 6A 8A 8A
8A 8A 8A 8A 6A 8A 8A 8A
BA 8A 33 8A 8A BA 00 00
82 81 83 81 03 82 81 B0
80 80 80 80 80 80 80 80
80 80 80 80 80 80 80 80
80 80 80 80 B0 80 80 83
81 82
00 63
83 63
83 04
83 00
85 00
05 00
00 85
00 05
85 03
07 84
03 01
84 00
02 00
01 00
00 00
00 01
B3 00
00 00
00 67
83 83
00 05
05 85
00 05
00 05
03 05
00 65
00 05
00 05
00 01
01 00
00 02
00 01
B7 83
83 83
8 3 04
04 87
85 63
00 00
00 65
00 05
85 00
00 00
00 85
00 05
212 03
03 03
03 01
00 02
83 00
00 87
00 83
83 04
00 00
05 85
00 05
00 B5
00 00
05 B5
00 07
00 85
03 00
00 02
00 01
03 01
80 9D A5 A4 9F 80 80 97
97 B0 B2 AE A8 87 84 80
98 AE B6 69 AA 62 A6 B6
80 97 97 90 80 B7 A9 80
MICRO SISTEMAS, jultio/83
PHOKIJRA
SOFTWAp
APLICATIVOSPARAOSSEGUIN-
TES MICROS: MAXXI, UNITRON,"
MICRO ENGENHO;. APPLE,
POLY^CP/M'ECP.SOO*. '•"' ''■'
APLicATivos, ; ::■•'•;
CbntasaReceber
Faturamehto
FolhadePagamento
ControledeEstoques
Conlabilidade
GontasaPagar
MalaOireta
Banco de Dados
Agenda
Orcamento de Obras
PERTobra
ControiedeAssociados
Subrotinas
Cadastro de Imoveis
Imabiliario *
Controle Hospitalar
Cobrangajuridtca
Acompanha'mienUi
Orpamentario
Topografia
Cilculo Estrutural
Prok-Caic
ORTN
100
100
200
100
■.-■•; ioo :
''■:■; 'i.oo:
75
250
65
125
40
190
10
75
125
110
150
65
, 30
50
10
Temos ainda: 500 peque'nos pro-
gramas de aprendizado listados
em papei (em ingles).'
Adaptamos e desenvolyemos pro-
gramas para OJK82-C. •'-'••.."■'
PROKURA - Serv. Prdc; de
D 3 ; " i L tdi
'■ Av. I ntiepentf encia, 564,
Cj 1Q1 ■■- '■ v ;^' : V. '-;.
F:<051 2)24.61 37 90000
Porto Alegre(RS)
- Praga da Se, 21 Cj 401
F:<01 1)32.9776 01001 .
Sao Paulo (SP)
■ Rua Rio de Janeiro, 1023 :
F:(037)221. 2942 35500
Divin6pohs (MG)
INFORMATIQUE
Onix Com. Serv, Equip.
Eletr.Ltda.
- Av. Independencia, 383
F:(051 2)21. 41 89 90000
Porto Alegre(RS) V
AER OPORTO 83
LEMBRETES
- O bloco 7 e uma rotina de SCROLL
que funciona melhor do que o comando
SCROLL do computador. Voce podera
us£-la em qualquer programa, basta in-
cluir a linha 7 e teclar RAND USR (en-
dereco de inicio da rotina).
— A linha 200 indica a primeira linha de
lmpressao do aviao. Ela pode ser altera-
da para iniciar em qualquer lugar.
— Voce podera manipular os obsta'culos
da pista a vontade (linha 1 50), mas nao
podera" modificar o desenho do aeropor-
to , da torre e do radar.
— Os m'veis do jogo podem ser alterados.
A varidvel X, na linha 470, determina a
velocidade de descida do aviao.
Renato Degiovani 4 formado em Comunica-
f£o Visual e Desenho Industrial pela Pontifi-
cia Universldade Catd/ica do Rio de Janeiro.
Hi mais de um ano utiliza urn NE-Z8000 para
cdlcu/os em sua 4rea de trabalho.
Aeroporto — listagem 1
REN 1111
REN 111
REN 111
REM 111
REM 111
REC1 1111
11111
11111
11111
11111
11111
11111
11111
1 (96)
(192)
(95)
REI*1 1111
130 PRINT AT 18,30;
510 PRINT AT 7,0; "
540 PRINT AT 19,0; "
1000 5CR0LL
1010 SCROLL
1020 PRINT "ENDERECO DD BLOCO?"
1030 INPUT E
1040 LET D$=""
105B SCROLL
1060 PRINT E; " ";
1070 IF PEEK 16441=1 THEN GOTO 1
050
1080 IF Dfl = "" THEN INPUT DS
1090 IF D$="H" THEN GOTO 1000
1100 IF DS="S" THEN STOP
1110 PRINT " ";D$( TD 2) ;
1120 POKE E,16*C0DE DS+CODE Dj(2
)-476
1130 LET E=E + 1
1140 LET D$=DS(3 TO )
1150 GOTO 1070
2000 FOR A=0 TO 31
2010 POKE 17350+A,138
2020 POKE 17568+A,13S
2030 POKE 17510+A,137
2040 POKE 17632+A,137
2050 POKE 17293+A,126
2060 NEXT A
10 SLOW
20 GOTO 500
30 FOR A=l TO 150
40 NEXT A
50 FOR A=l TO X
60 RAND USR 17186
70 NEXT A
B0 PRINT AT la, 3;
90 RETURN
100 IF INKEY$="" THEN GOTO 100
110 IF INKEYB = "f!" THEN GOTO 400
115 IF NOT INKEY$="I" THEN GOTO
690
120 CLS
140 FOR A=5 TO 27
150 LET B=INT (RND*1B+129)
160 IF 0=134 OR B=132 THEN LET
B=4
170 IF B»135 THEN LET B=0
180 PRINT AT 1B,A;CHR$ B
190 NEXT A
200 PRINT AT 1,0;»»";
210 LET B=USR 1653B
220 IF 6=0 THEN GDT0 350
300 PRINT AT 21,6>"U0CE F0I DES
TRUID0."
310 GOTO 100
350 PRINT AT 21, 5; "PARABENS. I/O
CE C0NSEGUIU-"
350 GOTO 100
400 CLS
410 PRINT AT 4,4;"NIVEIS DE 3 QG
LU"**»*»"i - PRINCIPIANTE",,,"2
- ESPERT0",,,,"3 - PIL0T0 SUICID
A"
420 IF INK£Y$="" THEN GOTO 420
430 LET X=PEEK 16531
440 IF INKEY$="1» THEN LET X=25
Aeroporto — listagem 2
450 IF INKEYS="2" THEN LET X=17
3
460 IF INKEY$="3" THEN LET X=15
470 POKE 16531, X
480 GOTO 120
500 CL5
520 LET X=7
530 GOSUB 30
550 LET X=23
560 GOSUB 30
570 PRINT "VOCE EH C0-PIL0T0
NUPl AVIAOBOmBARDEIRO.CUJA HISSAO
E ATACARUP1 AEROPORTO INIFIIGO*"
580 LET X=6
590 GOSUB 30
600 PRINT "A PISTA ESTA OBSTRUI
DA E l/OCETEfl QUE DESIMPEDI-LA PA
RA POUSAREM SEGURANCA-"
610 G0SU8 30
620 PRINT "A CADA VOLTA PILOT
DESCE UN NIUEL E NAO HA COMUN
ICACAO ENTRE VOCE E ELE. "
630 GOSUB 30
S40 PRINT "EVITE DESTRUIR POSTO
DE RADARE TORRE DE CONTROLE-"
S50 GOSUB 30
560 PRINT "BOA SORTE ..."
S70 LET X=20
680 GOSUB 30
690 PRINT AT 4 , 4; "COriANDOS: « , , ,
,,,"1 - INICIA riISSA0",, t "m - P1U
DANCA DE NH/EL",,,,,,,»PARA LANE
AR BOflBA PRECIONE UNA TECLA QUA
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24
MICRO SISTEMAS, julho/83
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microcomputador mais adequado para as
neeessidades das pequenas, raedias e grandes
empresas.
Com memoria basica de 48 K, ele pode ser
expandido com 384 K, adicionais. No AP n
podem ser conectadas ate 6 unidades de disco,
alem de placas para utilizacao de CP/M, video
de 80 colunas e impressoras serials ou
paralelas.
Outra vantagem do AP II e que ele aoeita todos
os programas e todos os periferieos do
microcomputador de maior sucesso nos EUA:
oAPPLE.
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abado, meia-noite e uns quebrados. Esfregando os
olhos de sono em frente ao monitor verde de um
D-8000, contemplo o resultado de dias, ou melhor,
noites e mais noites de programacao: um programa de plane-
jamento de entradas e saidas para, respectivamente, matenas-
pnmas e produtos.
Feito para um afortunado possuidor de um micro america-
no com disquetes, o programa resultou,entretanto, muito len-
to e nao por culpa sua. Afinal, todo aquele volume de calcu-
los, cerca de 900 operates de precisao simples a cada altera-
cao de um valor, era o coracao do programa, o mi'nimo absolu-
tamente necesstfrio.
O problema nao estava no programa e sim no fato de se es-
perar do micro, configurado com o padronizado BASIC inter-
pretative, algo mais que ele (ainda) nao tern: a capacidade
computacional de um grande computador,
Analisemos isto com mais detalhes. Capacidade computa-
cional (computing power) nao e' um conceito facilmente quan-
tificavel, isto e, expressavel em numeros. £ muito mais facil
analisa-la atraves de seus parametros, como veremos a seguir.
BITS, Velocidade e instrucOes
Vejamos o pnmeno parametro de rnteresse: o numero de
bits armazenados que sao manipulados paralelamente pelo pro-
cessador, ou seja, o tamanho da palavra do processador. Ge-
ralmente, quanto maior o numero de bits tratados paralela-
mente, maior a capacidade computacional, pelo simples fato
de nao ser necessario fracionar os entes do processamento em
partes a serem tratadas separadamente uma apos outra.
Vejamos por exemplo a comparacao de duas strmgs de 48
bits (que normalmente acondicionam um m^ximo de seis ca-
racteres, ou apenas cinco, caso seja utdizado um byte como m-
dicador de final). Num computador Burroughs 6700, cujo ta-
manho da palavra e de 48 bits, essa operacao 6 realizada numa
unica etapa, Um processamento equivalente num Z80, micro-
processador muito comum em nosso meio, usado como UCP
dos Dismac, Prologica, Microdigital, Digitus e outros, 6 feito
atrave's de um ciclo onde se carrega um byte de uma das
strings e se compara este com o byte correspondente da outra
string, repetindo-se este ciclo ate que a primeira diferenfa se
mamfeste.
26
MICROSISTEMAS,julho/83
s!del6t>ft s
Por outro lado, ha um limite supenor para esse parametro,
imposto pelo fato de que a eficiencia volta a diminuir quando
se trabalha com uma palavra maior que o ente que se deseja
processar; se os meus dados utilizam um formato em ponto
flutuante de 64 bits, o que fazer com os 36 bits restantes de
um processador de 100 bits?
Um segundo parametro de relevancia € a velocidade do pro-
cessador. Entendam bem que a velocidade do processador nao
se da simplesmente em funcSo de seu clock. Um microproces-
sador 6809 a 1 MHz pode ser ta~o ou mais rdpido que um Z80 a
2,5 MHz. O que ocorre 6 que o numero de ciclos de clock ne-
cessarios para se executar uma instrucffo 6 diferente para ins-
trucOes equivalentes de ambos os processadores, de tal forma
que o clock passa a ser determinante secundario (observem, en-
tretanto, que para um mesmo processador o clock 6 determi-
nante principal, como por exemplo no caso dos TRS-80 Mo-
dels 1 e 111, ambos com UCP Z80, no qua] o ultimo, apesar de
compativel com o primeiro, usa um clock mais alto, obtendo
maior rapidez no processamento). Por isso, nao se lmpressio-
nem com especificacoes como 8, 1 ou 20 MHz.
Alem disso, o numero de clocks necessarios por instrucao
e funcao desta tambe'm, com grande vanagao. Por isso certas
aplicacoes sao mais rapidas em dado tipo de processador em
relacffo a outros tipos, ao passo que com outras aplicacoes
ocorre o in verso.
O conjunto de rnstrucoes 6 o terceiro parametro. Este 6 um
aspecto totalmente qualitativo, na"o se tratando de quantas
instrucoes um processador tern, mas sim quais, de que tipo
etc. Os grandes processadores, como o IBM 370, tern instru-
cQes que lidam diretamente com varidveis em ponto flutuante,
o que e' uma grande vantagem em processamento cientifico.
Por outro lado, instru95es de movimentacoes de dados que se
auto-repetem ciclicamente, como as que possui o Z80, sao van-
tajosas em manipulacoes de textos ou de mformacoes graficas.
E o ultimo parametro £ a capaadade de multiprocessamen-
to, ou seja, a divisao das tarefas entre varios processadores que
trabalham simultaneamente , coisa praticamente impossivel de
ser feita pela primeira geraca"o de microprocessadores de 8 bits.
Mas hoje a hist6ria e outra...
AS "FAMlLIAS" DE 16 BITS
E £ justamente no hoje que se ve surgir o que se esperava
para o amanha". Surgem nos Estados Unidos os primeiros mi-
cros com microprocessadores de 16 bits: o da IBM, com o
8088; o TRS-80 Model 16, com Z80 e 68000; os novos Apples
Lisa e Mackintosh, ambos com o 68000; o da Olivetti, com o
Z8001 ; e uma infinidade de outros. O que me proponho a fa-
zer neste artigo e mostiar os coracoes (ps chips) dessas novas
maquinas.
Existem no mercado americano cinco principals familias
de microprocessadores de 16 bits:
— A familia TMS9900 da Texas Instruments. E a mais antiga,
por6"m de pequena penetracao no mercado, por problemas de
suporte funcional. Ha" entretanto uma tendencia para o pro-
gresso desta familia, devido a entrada do TMS9995 e de cir-
cuitos de suporte mais funcionais;
— A familia 8086, da famosa Intel. A verdadeira pioneira nos
mi ao processadores de 16 bits de alta capacidade, detendo por
isso a maior parcela de equipamentos ja instalados (em parte
auxiliada pela esplendida aceitagao do micro da IBM);
— A familia Z8000, da Zilog. Atualmente esmagada entre o
pioneirismo da Intel e a sofisticaca"o da Motorola, esta tentan-
do reerguer-se atraves do lancamento de ampla linha de ele-
mentos de suporte funcional;
— A familia 68000, da Motorola. A mais sofisticada do mer-
cado e que tern sido a base da maioria dos novos projetos;
— A familia INS16000, da National Semiconductors. Mais
recente e ainda nao completamente desenvolvida.parece equi-
parar-se e ate ultrapassar a familia 68000.
Vamos ver agora com mais detalhes cada uma destas fami-
lias.
— Texas Instruments:
Esta familia apareceu em 1976 como uma implementacSo
em chip da UCP da sene TM990 de minicomputadores. Em-
bora muito poderosa para a e'poca, nao obteve sucesso por cau-
sa de concepcoes equivocadas sobre o mercado que fizeram a
Texas nao dar o apoio de hardware necessa"rio ao desenvolvi-
mento de sistemas em torno do microprocessador, coisa que
so recentemente congou a ser corrigida.
O TMS9995 e, na verdade, um microcomputador-em-uma-
pastilha que conte'm, num encapsulamento de 40 pinos, os se-
guintes elementos:
— Clock interno de 6 MHz;
— Interrupcoes vetonzadas em sete niveis ;
— Ahmentacao de 5 volts;
— 256 bytes de RAM interna;
— Temponzador/contador de 1 6 bits.
TMS9995 e ra"pido e trabalha com tempos de acesso a
maquina de 120 ns. Acoplado a um 99610 (mapeador de
memoria), ele pode endere?ar ate 16 Mbytes, alem de possuir
estrutura interna tubular (pipelined architecture).
— Intel:
A familia do 8086 surgiu atrave's dele mesmo, ha cerca de
tres anos, e vem crescendo desde enta"o. Hoje ja - conta com os
microprocessadores 8086, 8088, 80186 e 80286, alem dos co-
processadores 8087 e 8089, sendo que o 8086 6 oferecido em
quatro versOes que diferem umcamente quanto ao clock ma-
ximo aceito (a saber, 4 , 5 , 8 ou 1 MHz).
Algumas caracten'sticas do 8086 sao impares:
— Sua UCP esta dividida internamente em uma unidade de exe-
cucao (EU) e uma unidade de interface com a barra BIU, que
funciona assincronamente. A BIU mantdm uma fila de instru-
cSes em cddigo-objeto de 6 bytes que ela vai atualizando quan-
do nSo esta ocupada movimentando informacoes sob o co-
mando da EU. A EU le as instrucSes sempre da frente da fila e,
MICRO SISTEMAS, julho/83
27
MICROPROCESSADORES DE 16 BITS
dessa forma, grande parte do tempo de acesso a - instrucSo 6 eli-
minado acelerando-se o processamento ;
— Varios de seus pinos tem dupla funcao, funcionando de for-
ma diferente em sistemas simples e em sistemas de multiplas
UCPs;
— Todo o enderecamento de memdria e" do tipo relativo-a-
base, o que favorece o uso de programas objetos relocaveis
(ou seja, que possam ser executados em qualquer ponto da me-
moria sem alteracoes);
— Possui instrucOes-prefixos que modificam a interpretacfo
do c6digo-objeto da instrucao seguinte.
Vamos olhar mais a fundo este microprooessador. Ele con-
tain quatro registradores de uso geral de 16 bits, subdivisiveis
em oito de 8 bits, compardveis aos sete registradores do
8080A. Existem ainda quatro registradores de uso especifico,
como os indexadores (inclufdo o indicador de pilha), o conta-
dor de programa, o registrador de status e quatro registradores
de segmento, todos de 16 bits.
Todos os enderecos de mem6ria s3o computados somando-
se o endereco efetivo com 1 6 vezes o valor de um dos registra-
dores de segmento, o que nos oferece um endereco de 20 bits
capaz de referenciar ate" um total de 1 .048,675 bytes (1 Mbyte).
O 8086 vem num encapsulamento de 40 pinos, necessitan-
do de uma alimentacSo simples de 5 volts. Todos os seus pi-
nos s5o compativeis com TTL, exceto aentrada de clock, que
e fomecida pelo integrado auxiliar 8284 de 18 pinos. Seus ci-
clos de barra utilizam quatro ciclos de clock e para utilizacao
de configurates mais complexas torna-se necessario o uso do
controlador de barra 8288.
8086 trabalha com tres tipos de interrupcOes ; software,
nao-mascaravel e mascaravel-vetorizada, atem do modo de ope-
rafSo passo-a-passo (step by step). Seu conjunto de instrucoes
e potente e conte'm instructs de multipli cacao, divisao, tra-
du93o e de movimentacifo repetitiva. Contudo, ele 6 limitado
a manipulacao de palavras de 16 bits.
A caracterfstica mais interessante do 8086 6 sua capacidade
de atuar profundamente hgado a coprocessadores. Isso por si
s6 n3o seria nada de exceptional se os coprocessadores 8087 e
8089 nao fossem o que s3o.
O 8087 6 um coprocessador para calculos matematicos,
sendo o circuito integrado mais complexo em producao co-
mercial, com seu custo em mais de quatro vezes o do 8086. Ele
trabalha com oito registradores de 80 bits (!), enderecamento
tipo pilha sobre sete formatos de dados diferentes, tres dos
quais em ponto flutuante, tres em complemento de 2 e um
BCD Compacto.
O 8087 6 capaz de efetuar adicSo, subtracSo, multipli cacao,
divisao, raiz quadrada, modulo, tangente, arcotangente , ex-
ponencial, logaritmo, negacSo, calculo de resto e comparacSb
para todos os sete formatos com instrucoes unicas.
Quatro regras de aproximacSo sa*o utilizadas pelo 8087, de
acordo com a programacSo (mais proximo, pr6ximo maior,
pr6ximo menor, mais proximo de zero) e automaticamente
sub-rotinas de excecSo na ocorrencia de um dos seguintes
erros: operacao invalids, transbordamento, divisao por zero,
anulamento, operando nao normalizado e resultado inexato.
Ale'm disso, conta com as constantes internas 0, 1, PI, log2,
log(2,10)elog(2,e).
Fisicamente, o 8087 6 um circuito integrado de 40 pinos
com alimentacSo simples de 5V, clock maximo de 5 MHz, sen-
do pelo menos cem vezes mais rapido, em m£dia, que sub-roti-
nas de calculo utilizando as instrucoes de um 8086 a 5 MHz.
J a" o 8089 6 um coprocessador especializado em entrada/saida
de dados com dois canais DMA e outxas caracten'sticas impor-
tantes. NSo me estenderei mais sobre ele. Sugiro a leitura da
referenda bibliografica 1-4.
8088, (ce'rebro do micro da IBM, 6 praticamente um
8086 cuja interface de dados foi afunilada para 8 bits. Suas pi-
: Operando normaHzado - Aquele que em ponto flutuain-
pM &M^pMMti& : mmtt$s£ ''-zeros' £'esqu£rda' dd; primesro-, !
Ponto flutuante (floating point) - Formato de jepresen-
;. tacSb numSrica dride se armazena o numero decomposto
■ .meow' on de se fixa. um endere^o (base) c se especifica
ps outrbs. atfaves de sua distancia a base. Dessa forma,
<s enderecos
< ; -v i de'um^"sdi'^vezi..-- ! V : :-; ' : -. ■.■..■.■-.
c se uistalar unv
iwMito da memd-
: na, 'independents do local de ongem do piograma, e
t ■qitc'i .uma' tafefa-,ta"o mais cotrsptexa e passive! de erros
!:quanto maiot for o numero de etidere^os a serein iecal-
* ciskdbs'(o 'encterecarnehto teIativo4-base e simpliiicador
nessa situa^ao). •
String - Variivel alfanume"rica formada por uma cadeia
de caract^res. de coinptimento vansvel, cujo ultimo elo 6
;/ um cafater especial de controle utilizado exatamente pa-
V ra' iri'dicai^ o firn da £&4em.
I "iSuporte 'fkpUim^ ~ Conjunto de drcuitos auxiliares pa-
" ''ta a e-xccu^o de funcSes especiBcas. Exemplos- contro-
i-:>lad'bre^;d?.;-pftlA',;-cohtroladoies de disquetes, tempori-
: , 'zadores.^ortas'paraieias e aeoais etc.
\ T^MisborciatB^ato {overflow) - Quando o resultado de
t ■ '■ »eracapaci-
r ' dadc .cfc.iepjssejJtacSo de um dado formato.
28
MICRO SISTEMAS, julho/83
nagens sSo muito parecidas e seu conjunto de instrufoes € exa-
tamente o mesmo. No funcionamento, o 8088 difere principal-
mente quanto a seu tempo de execucao, maior que o 8086, de-
vido a necessidade de acessar a mem6ria duas vezes para cada
transferencia de 16 bits. Outras diferen$as sao: o tamanho da
fila de instni95es (4 bytes ao inv^s de 6), o atraso de um pulso
na temporizacSo do estado de parada e um clock maximo de
5 MHz.
Os mais novos membros da famflia sao o 80186 e o 80286.
Este ultimo 4 supenormente compativel ao 8086, isto e", con-
tain novas instrucOes e novas capacidades. Ele tern estrutura
tubular e esta dividido em quatro unidades intemas, o que lhe
da" seis vezes mais velocidade que o 8086 para um mesmo
clock, concorrendo igualmente para isso o fato dele possuir
pinos separados para dados e endere§os. Alem disso, ele possui
internamente os circuitos de gerenciamento e protecao de me-
m6ria que, atuando sobre um espafo fisioo de 16 Mbytes, for-
nece aos programadores um espaco 16gico de 1 Gigabyte , apro-
ximadamente um bilhao de bytes.
O 80186, por sua vez, 3 tambem superiormente compativel
ao 8086, apresentando a nfvel intemo varios circuitos espe-
ciais:
— Clock intemo (8 MHz);
— Dois temporizadores de 1 6 bits;
— Dois canais de DMA;
— Controlador de interrupfOes (uma na"o-mascaravel e quatro
mascara 1 veis);
— Controle de sele9a"o e espera de acessos a" memoria;
— 256 bytes de memoria RAM como um bloco de controle
dessas funcoes auxiliares.
Os fomecedores dessa famflia (aqui quando eu falo em for-
necedores, na~o me refiro a revendedores, mas sim a fabricantes
que tern a permissao da empresa criadora do microprocessador
para fabrica-lo e comercializa'-lo) sa*o, atem da pr6pria Intel, a
Mostek Corporation, a NEC Microcomputers Inc., e a Sie-
mens AG (Europa e Brasil).
— Zilog:
A famflia Z8000 & formada pelos rrdcroprocessadores
Z8001 , Z8002, Z8003 e Z8004. Os dois ultimos modelos sao
uma versSo melhorada e ampliada dos dois primeiros e por isso
trataremos aqui apenas do Z8001 e Z8002.
Os dois sao praticamente iguais, diferindo quanto a capaei-
dade de enderecamento de memoria. O Z8001 pode enderecar
diretamente 8 Mbytes, enquanto o Z8002 endere9a somente
64 Kbytes. Dai decorrem as demais diferencas.
Ambos utilizam barra de dados/enderecos multiplexada, ali-
mentacSo simples de 5 V e clock maximo de 4, 6, 8 ou 10
MHz. Z8001 vem num encapsulamento de 48 pinos, enquan-
to o Z8002 6 acondicionado num chip de 40 pinos.
Uma das caracteristicas que diferenciam esta famflia da
anterior 6 o duplo-modo de operacao. Os Z8000 operam nos
modos System e Normal. No primeiro modo todas as ins-
trucSes estao a disposigao, enquanto no segundo 6 bloqueado
o acesso a certas instn^Qes de controle de processo. Tipica-
mente, mantem-se os programas do usuario em modo Normal e
o sistema operational em modo System. A comutacSo de um
modo para o outro e" feita atraves de instnifoes de chamada
(N-J-S) e retorno (S-j-N), ou automaticamente na ocorrencia de
oertos erros, atrave's de traps (armadilhas) que levam ao modo
System.
Os Z8000 tern 1 6 registradores de uso geral de 1 6 bits, oito
dos quais acessdveis como 1 6 registradores de 8 bits e todos os
1 6 concatendveis em registradores de 32 e 64 bits. O registra-
dor R15 6 duplo, retendo valores diferentes nos modos Sys-
tem e Normal, pois 6* utilizado como um stack pointer (indi-
cador de pilha). No Z8001, o R14 tambe"m 6 duplo, pois os
endere90s completos utilizam 23 bits e demandam dois regis-
tradores para serem armazenados (note-se que o indicador de
MICRO SISTEMAS, julho/83
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pilha utiliza R14 para armazenar a parte superior do endere 50).
Alem disso, existem os registradores de controle e renovacSo, o
contador de programa e o apontador da area de status. Os qua-
tro sSo de 16 bits no Z8002 e de 32 bits no Z8001 (exceto o
de renovacao).
O Z8001 utiliza segmentacSfo de memdria, ou seja, com a
ajuda de um circuito auxiliar (MMU Z8010 ou Z8015) ao inves
de enderecar-se a memdria diretamente como um espaco linear
de 8 Mbytes, ela 4 dividida em 128 blocos de tamanhos e posi-
coes"-variaveis,em incrementos de 256 bytes, passi'veis de se so-
breporem parcial ou totalmente, o que facUita a realocacao de
programas e o intercambio de dados entre processos (Z8010)
ou a divisa'o da memdria em 4096 pagjnas de 2048 bytes num
arranjo de memdria virtual (Z801 5).
Os Z8000 na"o utilizam o esquema tubular da famflia 8086
no acesso as instrucdes, empregando, entretanto, o me*todo de
procura antecipada: pouco antes de terminar o processamento
de instrugdes que nSo ocasionam saltos, a instrucSd seguinte
ja e* acessada.
Ambos os processadores tern circuitos de renovacSo autc-
matica para memdrias dinamicas.
Por razoes de estrate"gia de lancamento, os Z8000 nSo con-
seguiram firmar-se no mercado americano, mas estao tendo
chance na Europa atrave's da Olivetti, que projetou seu primei-
ro microcomputador em cima do Z8001 .
Outros fornecedores da Zilog s2o a Advanced Micro Devices
e a SGS-ATES Component Elettronici SPA (Europa).
— Motorola:
A Motorola desenvolveu ate - agora quatro microprocessado-
res de 16 bits, sendo o MC68000 o principal e mais antigo de-
les. Ele utiliza um encapsulamento dip de 64 pinos de tal for-
MICRO
CONSORCIO
Grupos de
Nacionais de
ma que na"o necessita multiplexar as linhas de dados com as li-
nhas de enderecos, ganhando assim em desempenho.
Todos os quatro utilizam alimentacao simples de 5 V, ni'veis
TTL e clock maximo de 8 ou 10 MHz (e 16 MHz no caso do
MC68000).
A exemplo dos Z8000, a familia Motorola 16 bits tern dois
modos de operacao : o Supervisor (equivalente ao System) e
User (que se equivale ao Normal). A16m disso, o MC68000
endereca 1 6 Mbytes como um espaco continue
No seu encapsulamento de 48 pinos, o MC68000 tern barra
de dados de 8 bits e endereca ate" 1 Mbyte de memdria. O
MC68010, apelidado de maquina virtual, 6 muito similar ao
MC68000, tendo inclusive o mesmo invdlucro de 64 pinos. Sua
principal diferenca 6 um sistema intemo de controle de falhas
de acesso a memdria para a implantacSo de sistemas multiusud-
rios com memdria virtual.
O MC68020, por sua vez, tem uma barra de dados de 32
bits e por isso vem num cftip carrier (portador de pastilha),
tendo ainda uma memdria especial intermediiria para instru-
cdes (caeh.4 memory), para maior agUizacfo.
Internamente , eles contem 17 registradores de 32 bits, sen-
do oito Data Registers, acessiveis na forma de 8, 16 e 32 bits,
enquanto os nove restantes sSo os Actress Registers, acessiveis
em 16 ou 32 bits. Ale'm disso, existe o contador de programa
(32 bits) e o registrador de status ( 1 6 bits).
Embora os MC68000, MC68008 e MC68010 sejam assin-
cronos, eles contem circuitos que opcionalmente simulam um
modo assi'ncrono para ser compativel com dispositivos perife*-
ncos de seus predecessores 6800/6809, de 8 bits.
Uma das caracteristicas mais impressionantes desses micro-
processadores 6 seu modo Trace, onde eles executam as ins-
trucdes uma por vez e apds cada instruca"o executam uma sub-
rotina de teste (debug) que permite testar e corrigir programas
em linguagem de maquina pela verificacSo passo-a-passo do
que/est^ acontecendo. O 8086 tem uma forma similar desse
processo.
Comparando-os mais uma vez com os Z8000, ve-se nos
MC68000 as exceptions (excecdes) equivalentes as traps dos
microprocessadores da Zilog, que neste caso tambe'm forcam a
entrada em modo Supervisor quando da ocorrencia de erros.
Duas coisas distinguem estes microprocessadores de todos
os outros: sua Idgica de espera no acesso a memdria e a ldgica
de reexecucSo de ciclos de barra. Normalmente os micropro-
cessadores necessitam que a informacSo requerida apresente-se
em suas linhas de dados dentro de um dado intervalo de tem-
po. Se isso n2o puder acontecer, o dispositivo deve requerer
que o microprocessador prorrogue esse intervalo ate - o momen-
ta em que os dados estejam disponiveis.
No MC68000 ocorre o inverse Ele automaticamente aguar-
da que o dispositivo envie um sinal avisando que os dados es-
tao na barra. Enquanto isto nao ocorre, ele executa ciclos de
espera. Esse sistema usa quase a mesma ldgica externa que o
outro, mas e* intrinsecamente mais seguro e facilita enorme-
mente a interconexao de vanos processadores e de circuitos de
acesso direto a" memdria (DMA).
MICRO SISTEMAS, julho/83
A outra 16gica especial e" a que reexecuta ciclos de baira.
Por exemplo, imaginemos que uma mem6ria com verificador
de paridade, ao ser acessada certa localidade, peca reexecucSo
de ciclo. Nesse caso, o microprocessador repete o acesso. Se
era urn soft-error (erro espora*dico) £ bem possivel que ele de-
sapareca quando do segundo acesso. Caso contrano, um novo
pedido de reexecucSo de ciclo 6 rejeitado e ocoire uma das
exceptions que leva a uma sub-rotina que deve corrigir o erro
ou pedir manutencSo.
Por esses e outros motivos o TRS-80 Model 16, os novos
Apple Lisa e Mackintosh, o Concept da Corvus e outros micros
recentes utilizam-se do microprocessador MC68000. E muitos
outros mais va"o aparecer.
— National Semiconductors:
A familia INS16000 6 formada por tres UCPs 16008,
16016 e 16032 e pelos coprocessadores 16081 (coprocessa-
dor aritme'tico) 16082 (MMU). As informacoes que teriho so-
bre esses circuitos integrados sa"o poucas, mas dSo conta que as
tres UCPs sa"o similares, pore"m com capacidades diferentes,
como nas outras familias.
O 16008 tern barra de dados de 8 bits, registradores de 16
bits e executa dois sets de instrucoes: o seu prbprio e o do
8080. O 16016 tern as mesmas caracterfsticas do 16008, mas
tern barra de 16 bits.
Ji o topo da linha, o 16032, tern barras de dados de 16 bits
e de endere£OS de 24 bits, enderecando diretamente 1 6 Mbytes
de mem6ria. Ele tern oito registradores de 32 bits de uso geral
e mais sete de uso especi'fico, os primeiros podendo ser mani-
pulados como 8, 16 ou 32 bits. Acrescido do coprocessador
1 6081 , que tem mais oito registradores de 32 bits, para opera-
coes em ponto flutuante , ele torna-se extremamente poderoso.
Bom, ai estao os cdrebros (ou quern sabe coracSes) da nova
geraccto de micros de alta capacidade que esta* nascendo e que
hi de chegar ao Brasil da mesma forma que a primeira geracSo
jd nos chegou.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
1.1 — Manuais do Burroughs B6700 (computador de grande
porte).
1 .2 — OSBORNE, Adam, An Introduction to Microcomputers,
volume 1, BASIC Concepts, Osborne/McGraw-Hill.
1.3 - RECTOR, Russel e ALEXY, George, The 8086 Book,
Osborne/McGraw-Hill.
1.4 - OSBORNE, Adam, 8089 I/O Processor Handbook,
Osborne/McGraw-Hill.
1.5 - ?, 8086/8088 16-Bit Microprocessor Primer, Byte Books.
1 .6 - ZILOG, Z8000 CPU User's Reference Manual, Zjlog
Inc.
1.7 — KANE, Gerry, 68000 Microprocessor Handbook, Os-
borne/McGraw-Hill .
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA
2.1 -Vex 1.1.
2.2 - OSBORNE, Adam e KANE, Gerry, Osborne 16-Bit
Microprocessor Handbook, Osborne/McGraw-Hill.
2.3 — Revistas Electronics International, Electronic Design,
Popular Electronics e Byte. m
Antonio Rafael Diss Taixelra 4 astudante de Enganharia Eletrdnrce na
Escola Pofite'cnica da (JSP e trabalha como t&cnico freelancer em Pro-
cessamento de Dados em S8o Bernardo do Campo, SP.
MICRO SISTEMAS, julho/83
APUCAgOES S&UAS
C/programas listados por impressora.
Folha de pagamento, balaocete, contas a re-
ceber, a pagar, correcao monet&na das contas
do balance, correcao das cbntribuigoes do
IAPAS; cadastrode clientcs, conta bancSria,:
tabela price, estatfstica, correcao de pro vas,
editor, detextos, ram toper, sub-rotjnas em
cassette, chaining prpgramas, cbntando bs
bytes das lirihas, do programa, das matrizes,
economizando mem6ria, etc. . etc.
i Iricluindo: .
Conhecendo a impressora, vale a pena? Veja
Projeto cbmpletb de tecladb mecanico, com
lay-out dos circuitos impressbs, dospaineis e
gabinere. etc., '■./•;■
Langamento Cr$3.000,00
TMNTAJOGO$ • ;:^ .i
tigo listados
programas em
por impressora.
jogo de damas, labirintb, guerra nas estrelas,
enterprise, paredao, demolidor, velha, cassi-
1 no, roleta russa, corrida de cavalos, golf, vinte
1 e um, cubb magico, senhai banco impbili^rio,
bbmbardeio, som por software, etc. . .
Lancarnento Cr$2.500,0G
45 PROGRAMAS
. • — ;
Prontos para rodqr
;... ■
, Arquiv6s f estoque, piano corit£bil, agenda te-
lefdnica, inyasores, caga aopato, apague a tri-
lha, jogo da velha, forca; dado, tabelas, tabua-
das, conversao de coordenadas, m^dia, >ro-
gressao, fibonaccl, biorritmo, renumerador de
linhas em codigo, etc.. . etc . .
4:
MICRON
ELETRONICA COMfeRCtO E INDUSTRIA LTDA.
Av.S. JoSo, 74 ■'• Tafefone 224194 • S. Josd dos Campos
Se voce 6 programador, nao vire a pagina antes de fer este artigo. Veja como
o micro pode a/uda'-lo na definicao de mascaras de te/as.
Como automatizar sua
programacao
Jose' Rafael Sommerfeld
odo programador vive tentando
aprimorar seus programas, ge-
ralmente no intuito de fornecer
um determinado conforto e seguran9a
ao usuario final. Pore"m ele se esqueoe
que isso implica em ter que desenhar di-
versos lay-outs, contar posica*o por posi-
cSo, letra por letra... e assim ir definin-
do seus relatdrios, telas, arquivos etc.
Foi pensando nisso que achei uma in-
justica deixar um professional especiali-
zado passar horas, talvez dias,,contando
nada mais do que posicQes, virgulas,
ponto e vi'rgula e outras coisas mais.
Questionei-me se seria verdadeira aque-
la famosa frase Casct de ferreiro, espeto
de pau, pois afinal o programador que
cria a cada dia rotinas as mais incremen-
tadas, agilizando assim uma massa de
processamento, se utiliza de metodos
quase sempre arcaicos para confeccio-
nar seus programas.
Num ato de protesto, convoco to-
dos os programadores a se armarem de
instrumentos para auxilia-los em suas ar-
duas tarefas, e o meu voto vai para o
microcomputador.
Como prova de que mTo sou apenas
um agjtador, e sim um inovador, apre-
sento neste artigo como eliminar, ou
pelo menos minimizar, o grandioso tra-
balho que envolve a definicSo de masca-
ras de telas em uma linguagem como o
COBOL, que nos extrai toda a atencSo
para suas minuciosas definicOes. Aqueles
que j^ conhecem a linguagem sabem: ao
definir e codificar as telas de um progra-
ma, deve-se prestar o maximo de aten-
cao. Qualquer erro na contagem de uma
ou duas posicoes podera causar — no
momento da execuc5o do programa —
um trauma, frustracSo, complexo ou
coisa parecida no programador ao ver
uma tela totalmente distorcida ou in-
complete.
A TELA DESENHADA NO VIDEO
A experiencia a ser relatada foi de-
senvolvida em um microcomputador
Cobra 305, qual se utiliza do Sistema
Operational SOM e linguagem COBOL
Interativo. Este esquema, mediante algu-
mas alteracdes, podera funcionar em ou-
tros micros, mesmo que operem com sis-
temas diferentes.
Como ja falei, acho injustos os meto-
dos de trabalho de que se vale um pro-
gramador. Para definicao de telas, o pri-
meiro passo seria pegar uma folha de
lay-out de video e ali desenhar a tela re-
petidas vezes, pois, afinal, dificilmente
conseguimos desenhar a tela ideal na
primeira vez.
Depois de muito escreve-apaga, final-
mente o programador teria a sua frente
a imagem (no papel) da sua tela , com os
campos e a mascara (ilustracOes) all de-
finidas. A pr6xima etapa seria enta"o a
codificacSo dos campos (Terminal Sec-
tion) e da mascara (Working-Storage
Section).
Pois bem. Esquecamos a folha de lay-
put do video. Sentemo-nos a frente do
micro e vamos executar um programa
que, em geral, ja vem com o sistema; um
programa editor de textos, normalmente
usado na digitacao de programas-fontes.
Alguns sao bastante complexos e sofis-
ticados e quanto maior for sua flexibili-
dade, maior serd o nosso conforto na
realizacSo desta tarefa.
A esta altura ja criamos um arquivo.
"Enchendoo" com a imagem do video
atraves do editor^ vamos desenhar ali,
no pr6prio vfdeo, a nossa definicSo de
tela, e para tal nao precisaremos de ne-
nhuma borracha para correcSes, pois os
editores geralmente permitem empurrar,
inserir, suprimir, transportar, alterar ou
puxar um carater, uma linha ou um
conjunto de linhas. E 6 claro que com
todos esses recursos nao ha tela que nSo
fique, pelo menos, bem feita.
Na figura 1 temos um exemplo de te-
la com a definicao de sua mdscara e seus
campos. No caso do Cobra 305, o video
para programas em COBOL se configura
em 20 linhas de 80 colunas. No progra-
NOME
*********
EMPRESA
*********
ENDERECO
*********
CEP
*****
CIDADE
*********
E5TAD0
• **
f********** **********
V ********* ***********
****** + ****■**********
Figura 1 - Exemplo de uma mascara com !
seus campos (represen tado s por asterisco s) .
32
MICRO SISTEMAS, julho/83
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ANEXQCHEQUEN":
DATA
UF._
. TEL:.
.CEP;.
ESTADO CIVIL
SEXO
BANCO
ASSINATURA
OENDERECOACIMAE □ DOTRABALHO ] DARESIDENCIA
AR0.UIVO
DE
TELA
reg i s t ro 1
regi
s t ro
2
reg I s tro 20
fS ;
VfDEO
t
1 T nha 1
1 i nha
2
iiii
i ■ i i
i t i i
iiit
li nha
20 !
Figura 2 — Rekfco arquivo-video
ma editor do sistema e* permitido criar
registros de ate" 80 colunas. Logo, con-
vencionaremos o seguinte: cada linha
que aparecer na tela do programa sera"
igual a um registro do arquivo criado pe-
lo editor, estabelecendo urna relaca"o ar-
quivo-video (figura 2). Para que isto seja
feito, basta inserir uma pequena rotina
no ini'cio do programa e o arquivo sera
carregado na mem6ria.
Podemos ver na listagem um exemplo
de rotina nas linhas 38 a 43 ; as linhas 32
e 33 mostram a variavel que teri guar-
dada a imagem da tela. Nas linhas 25 a
28 temos a definicSo do arquivo de tela
(criado pelo editor). Na linha 31 vemos
a variavel I que servira" para controle do
looping da rotina MONTA-TELA e de
indice para a montagem da imagem da
tela.
Para programas que necessitem de
mais de uma tela, deve-se digitar a se-
gunda a partir do 2 1 9 registro no arqui-
vo de tela, e a terceira a partir do 419
registro, e assim por diante, cada* tela
ocupando 20 registros. Devemos alterar
tarabdm o controle da rotina do progra-
ma, criando mais espaco para as outras
telas na memoria (Working-Storage Sec-
tion).
Resumindo, este me'todo apresenta,
entre outras, as seguintes vantagens:
• permite alterar a mascara sem alterar
o programa;
• reduz o tempo gasto para o desenho
da mascara ;
• podemos visualizar a mascara no pr6-
prio video no momento da confeccao;
• reduz o numero de linhas nos progra-
mas-fontes;
• possibilita listarmos o conteudo do
arquivo de tela para efeito de documen-
tacao. ■
Exemplo de rotina para gravacao
—
do arquivo de tela na memoria
0001
. . . .
0002
INPUT-OUTPUT SECTION.
0003
FILE-CONTROL.
GO 04
....
0005
SELECT ARGTEL ASSIGN TO
ULQ5-S
0006
....
0007
DATA DIVISION.
0008
TERMINAL SECTION.
0009
TD
VIDEO.
0010
01
TELA.
0011
03 FILLER
PIC
X(051Q) .
0012
03 CAMP0Q1
PIC
X(0030).
0013
03 FILLER
PIC
X(0130).
0014
03 CAMP002
PIC
XC0030).
001S
03 FILLER
PIC
X<0130> .
0016
03 CAMP003
PIC
X(0030>„
0017
03 FILLER
PIC
X C 01 30 > .
0018
03 CAMP004
PIC
X(00O5K
0019
03 FILLER
PIC
X(0155) .
0020
03 CAMPO05
PIC
X<0015>.
0021
03 FILLER
PIC
X(0145) .
0022
03 CAMPOOA
PIC
X(0002).,
0023
03 FILLER
PIC
X<0288> .
0024
■ • ■ ■
0025
FILE SECTION.
0026
FD
ARQTEL
0027
LABEL RECORD IS OHITTED
0028
01
REG-TELA
PIC
X(80>„
0D2?
....
0D30
WORKING-STORAGE SECTION.
0031
77
I
PIC
99 VALUE 1.
0032
01
MASCARA.
0033
03 MASC
PIC
X<80> OCCURS 20.
0034
....
0035
PROCEDURE DIVISION.
0036
ABRE-ARQ.
0037
OPEN INPUT ARQTEL.
0038
MONTA-TELA.
0039
MOVE SPACE TO REG-TELA.
READ AROTEL AT END DISPLAY
0040
'ERRO NO ARQUIVO DE TELA' GO TO FIM.
0041
MOVE REG-TELA TO MASC <I> ADD 1 TO I.
0042
IF I < 21 GO TO MONTA-TELA.
0043
CLOSE ARQTEL.
0044
....
0045
....
0046
INICIO.
0047
MOVE MASCARA TO TELA.
0048
....
0049
....
0050
Jos€ Rafael Sommerfeld trabalha ha~ tr§s anos
com programafSo de microcomputadores, utl-
lizando as linguagens Assembler, BASIC, CO-
BOL e L TD. Atuatmente trabalha no IB AM —
Institute) Brasileiro de Admin istra^o Munici-
pal.
MICRO SISTEMAS, julho/83
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Cai\a Postal 24117 — CEP 20522
QI-800
OQI-800, microcoraputador de
uso profissional fabricado pela
.__ I Quartzil Informdtica S. A. em
Montes Claros, Minas Gerais, trabalha
com ate" quatro disquetes de 8", fitas
magne'ticas e discos Winchester de 5 ou
10 Mb.
Com UCP Z80A, o QI-800 tern siste-
ma operacional compativel com CP/M e
oferece varios pacotes aplicativos nas
areas administrativa e comercial.
HARDWARE
A UCP do, QI-800 esti apoiada no
microprocessador Z80A de 8 bits, com
barra de endere90 de 16 bits que Jhe
permite o acesso a 64 Kb de memoria ,
com dock de 4 MHz.
O monitor de video que acompanha
o sistema 6 integrado ao gabinete e pos-
sui tela de 12", com display de 24 li-
nhas por 80 colunas, admitindo ainda os
fonnatos 24x80, 12x40 e 12x80. Alem
das fiu^Ses usiiais, o video do QI-800
possui subdivisSo programavel da tela
em janelas emolduradas, conjuntos de
caracteres graficos e para processamen-
to de texto em lingua portuguesa, cur-
sor programavel e piscante e video inver-
so.
O teclado do sistema compreende 97
teclas em padrao IBM, com teclado nu-
me*rico reduzido, caracteres especiais e
teclas de funcGes.
Sua memoria principal compoe-se de
64 Kb RAM, sendo 56 Kb disponiveis
para o usuario. Como mem6ria auxiliar,
o QI-800 utiliza disquetes de 8", face e
densidade dupla configurando 1,2 Mb
por disquete e comportando ate" quatro
unidades acionadoras de disquetes.
Alem disso, o QI-800 pode utilizar
uma unidade de fita magne"tica com ve-
locidade de transmissao de 20 Kb/s,
densidade de 1600 BPI e carretel de
1200 pe"s, ou mesmo duas unidades de
disco rigido Winchester, de 5 ou 10 Mb
cada.
O interfaceamento do QI-800 permi-
te a ligacSo com impressoras matri-
ciais de 80, 100, 160 ou 340 CPS, im-
pressoras de linha de 300 ou 600 LPM
e ainda impressoras margarida (daisy-
wheel) de 45 ou 55 CPS, voltadas para
processamento de texto.
Um multiplexador de impressoras per-
mite a ligacao de duas impressoras no
mesmo sistema, sendo uma margarida e
a outra serial ou matricial.
SOFTWARE
O software basico do QI-800 6 com-
posto pelo sistema operacional SO/800,
compativel com o CP/M, que vem resi-
dente em disco, ocupando 9 Kb de me-
moria RAM, sendo carregado automati-
camente atrave's de uma funcao boot
strap. Alem disso, o QI-800 traz varios uti-
litarios como software de apoio que per-
mitem copia de um ou mais arquivos, es-
tati'stica da utilizacao dos discos, edi-
tor de textos, procedimentos cataloga-
dos, sort/merge com ate" 32 arquivos,
dump, conversao de disquetes para o
formato IBM e vice-versa, e incluem ain-
da um editor de programas e um proces-
sador de texto.
As linguagens de programacao dispo-
niveis sao o COBOL 80 superset do
COBOL padrao ANSI 74), o BASIC Co-
mercial , que dispoe de tratamento de ar-
quivos com acesso randomico e sequen-
tial e tamanho de registro fixo e varia-
vel, um FORTRAN comparavel ao
FORTRAN IVeum Assembler que in-
corpora quase todas as facilidades do
Assembler de grandes computadores,
sem sacrificar velocidade ou espa90 de
memoria.
Como aplicativos, a Quartzil oferece
pacotes para folha de pagamento, ad-
ministracao de clubes, e de escolas, con-
tabilidade geral, gestao de vendas para
come'rcio e indiistria, controle de esto-
que, controle e gerencia de financia-
mentos/leasing, emissao e controle de
a96es, acompanhamento de custos de
obras e outros. O software aplicativo do
QI-800 £ desenvolvido pela softhouse
Spress Informa'tica Ltda., de Belo Hori-
zonte, empresa coligada a Quartzil.
O endere90 da Quartzil em Belo Ho-
rizon te e" Rua Ouro Preto 655, 29 an-
dar, Belo Horizonte, MG, CEP 30000,
tel.: (031) 335-8700. ■
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Como os programas sao protegidos? Aqui estao a/gumas tecnicas e truques,
e o resto... fica por conta da sua imag'magao.
Escondendo o jogo
no TK82-C
Ronaldo de Almeida Santos
A proteca'o de programas e um dos assuntos mais pole-
micos entie os usuarios de computadores — cada um
^ ) tern seu modo particular de encarar a coisa. Protegem-
se programas contra tudo: abelhudos, curiosos, piratas, esperti-
nhos e concorrentes.
Mas em que pese o atual ni'vel de conhecimento,nao existe
nada ate - agora que possa ser considerado 100% eficiente. Dai a
discordancia entre os usuarios, cada um achando que o seu sis-
tema 6 superior ao do colega. Na realidade, o que todos que-
rem e evrtar que seus programas sejam copiados.
Existem vdrias maneiras de se proteger, ou melhor, dificul-
tar o acesso aos nossos programas. Algumas sSo famosas, ou-
tras nem tan to, mas o fato 6 que nada impede que algue'm crie
um sistema de proteca'o capaz de anular outro, e contra isso
nada pode ser feito, apenas tentado. Alias, e justamente af que
esta" o "x" da questSb, pois qualquer sistema que pretenda ser
eficiente tern que considerar a possibibdade de ser entendido e
anulado.
Quando se fala em proteca'o de programas, escritos em BA-
SIC, a primeira coisa em que se pensa 6 desativar a tecla
BREAK. Este talvez seja o modo mais errado de se abordar o
problema, uma vez que o interpretador BASIC residents na
ROM checa se a tecla foi pressionada no final daexecu$a"o de
cada Hnha de programa. BREAK nao pode ser desativada via
software, pelo menos a um custo baixo.
Insistindo na tecla, um belo dia acabanamos nos encon-
trando no interpretador do BASIC, e ai poderiamos escrever o
programa em outro local da memdria sem o teste do BREAK.
Mas isso exigiria uma paciencia ilimitada...
Sabemos que qualquer programa pode ser interrompido,
correto? Pois i justamente ai que devemos usar a nossa criativi-
dade. Com o programa interrompido e listado, o que temos a
fazer 6 achar um meio de dificultar, ao maximo, a sua com-
preensao, evitando, assim, que alterafGes sejam introduzidas.
modo mais 6bvio, e no entanto um dos mais eficazes, 6
construir o programa sem espaco entre as linhas, assim:
1 PRINT . . .
2. LET . - -
3 IF ...
Parece ser simples, mas qualquer alteracao, principalmente em
programas grandes, se torna tao complexa que desestimula as
tentativas.
Programas desestruturados tambe'm da"o grandes dores de
cabeca aos espertinhos e abelhudos. De fato, um programa po-
de ter tantos GOTOs e GOSUBs que fique difi'cil entende-lo.
O que n6s pensarfamos de sub-rotinas que chamassem outras
sub-rotinas, e estas por sua vez chamassem outras e outras e no
final retornassem para um ponto que nao foi o de partida? Pa-
receria extremamente complicado, mas e muito simples de ser
feito.
No caso dos GOSUBs, o enderego de retorno da sub-rotina
6 guardado no STACK do GOSUB (topo da RAM) como a pro-
xima linha a ser executada em retorno. RETURN retira esta
linha do STACK e passa a executar o programa a partir dela.
Se o niimero da linha que estiver no STACK for trocada, entao
RETURN funcionara como GOTO algum lugar.
Para achar a linha armazenada no STACK basta consultar a
variavel ERR-SP (16386/87) + 2 e teremos o endereco onde
foi guardada a primeira linha de retorno de sub-rotina. No en-
tanto, 6 preciso um pouco de cuidado, pois cada GOSUB ar-
mazenara uma linha, e cada niimero de linha e guardado em
dois bytes.
Podemos checar isso rodando o programa:
10 GOSUB 100
99 STOP
100 LET A=PEEK 16386+Z56*
PEEK 16387+2
130 PRINT "RET0RNA PARA A LINHA ";
140 PRINT PEEK A+256*PEEK (A+1)
150 RETURN
151 PRINT "OKAY"
Observe que a linha 151 nunca sera executada, ja que o pro-
grama serd interrompido pela linha 99. No entanto, se acres-
centarmos:
36
MICRO S1STEMAS, julho/83
110 POKE
120 POKE
A, 1 51
A+1,0
RETURN sera 1 desviado para a linha 151 e nao mais para o
ponto de origem.
Parece comphcado, na"o? Mas e" para ser mesmo! Aqui 6 que
deve entrar a nossa imaginacao, partindo para a elaboracao de
desvios a, base de RETURNs. Nao ha limite para o tipo de des-
vio que podemos criar, basta urn pouco de paciencia e algu-
mas contas de somar e subtrair.
Outro modo de confundir os curiosos sao as instrugoes flu-
tuantes. A teoria na qual elas se baseiam 6 muito simples, po-
re'm a sua utilizacao requer cuidado e um profundo conheci-
mento sobre o programa que as e stiver utilizando.
Instru$ao flutuante e toda aquela que, rtuma detenninada li-
nha do programa, pode ser substituida por outra sem que a
execucao do mesmo seja comprometida. Se rodarmos o pro-
grama :
10 SAVE
30 GOTO
"OK"
10
ele entrara num loop de gravacao que nao tera mais fim. No
entanto, se tivermos uma linha:
20 POKE 16513, 2*5
entffo a instrucao SAVE sera utilizada apenas uma vez, sendo
entao transformada numa instrucao PRINT. Podemos flutuar
quase todas as instrucoes, desde que respeitando a sintaxe de
cada uma delas.
Os numeros que constam no programa sao tambe'm 6timos
locais para se criar alguma confuslo. Todos eles (exceto os que
correspondem as linhas) sao armazenados com 5 bytes para o
valor do numero mais um codigo 126 indicativo de numero. A
teoria aqui e igualmente simples: apos a edicao da linha (por
exemplo, LET A = 5), o valor do niimero estara gravado apos a
sua representacao grailca. O interpretador BASIC apenas con-
fere a sintaxe da linha e utiliza o valor gravado que vem depois
do c6digo 126. Deste modo, podemos trocar a representacao
grdfica do niimero sem alterar o seu valor. Portanto,
10 LET A=5
20 PRINT A
dara como resultado a impressao de 5, Se.no entanto, dermos
o comando POKE 16516,30, a linha 10 sera alterada para
LET A = 2. Ainda assim, toda vez que a linha 10 for executa-
da, a varia~vel A recebera* o valor 5.
Este recurso pode ser utilizado em todos os numeros do
programa. Se imaginarmos que eles n£o sao aquilo que pare-
ce m ser, entao qualquer tentativa de arteraca"o pode fazer com
que o curioso perca o rumo de casa. E isso ainda n3o e* tudo.
Se uma linha com esta alteracSo for editada (SHIFT EDIT),
o numero passara a ter o mesmo valor de sua representacao
griflca.
DESCOBRINDO OS RECURSOS DO MONITOR
Existem algumas maneiras da gente realmente esconder o
jogo. Elas se baseiam na forma como o monitor faz a listagem
das linhas dos programas. Sabemos, por exemplo, que a maior
linha possivel e* a 9999. Isto imphca em que o monitor nao lis-
tara nem reconhecera as demais que ultrapassarem este valor.
Podemos checar isto com o programa:
1 CLS
10 PRINT "ONOE ESTA ESTA LINHA?"
20 POKE 16515,255
Apos a execuca"o, restart apenas a linha 1. Isto aconteceu
porque a linha 10 recebeu o numero 65290. Na"b significa que
elas desapareceram ou que foram eliminadas, mas sim que elas
nao podem ser listadas e nem mesmo acessadas. EJte recurso
pode ser utilizado como bloco de execucao unica e depois ser
colocado na moita.
Para desfazer a magica basta voltar ao estado anterior com
POKE 16515,0. Se troc&semos a hnha 50 por:
50 POKE 16513,118
restaria apenas, desta vez, o numero 1. Bom, o que aconteceu
aqui foi algo bem diferente.
N6s colocamos um c6digo 118 no lugar do CLS e, como
ap6s o CLS original ji havia um codigo 118 indicando o final
da linha, o monitor entendeu que ali era o fim do programa e o
initio do arquivo de imagens — e nao imprimiu mais nada. A
diferenca para o me"todo anterior e" que, aqui, as linhas conti-
nuam sendo acessadas normalmente.
A area de variiveis do sistema tambem pode ser explorada.
Algumas experiendas podem ser desastrosas, mas outras certa-
mente n£o o serab. Vejamos: a variavel E-PPC (16394/95) ar-
mazena o numero da linha que contem o cursor. Por exemplo :
20 LET A*PEEK 1 6 3 9 4 + 2 5 6*PE E K 16395
30 PRINT "CURSOR NA LINHA " ;
40 PRINT A
Este programa nos indicara" em que linha esta o cursor.
Acrescentando 10 POKE 16395,255 obteremos, como respos-
ta, o numero 65290. Aparentemente nada aconteceu, mas se
NEW LINE for utilizado, o monitor ficara eternamente pro-
curando pela linha 65290. mesmo, porem, na*o funciona
com o comando LIST (o que & uma pena).
MAIS ALGUMAS DICAS
Como podemos constatar, na"o ha um meio realmente se-
guro de se proteger um programa, e basta saber como a coisa
pode ser feita que logo alguem achara um meio de desfaze-la.
Mas ainda ha um recurso, bastante eficaz inclusive - a lin'
guagem de maquina. Um programa em Assembler nao passa pe-
lo interpretador BASIC; logo, BREAK n£o sera testado. Por-
tanto, 6 impossivel (?) pard-lo. So que,nesse caso,o programa
todo tera que ser escrito em linguagem de maquina. Mesmo as-
sim ainda ha riscos, pois bastaria uma rotina de gravacSo dife-
rente e todo o trabalho iria por agua abaixo.
Na pratica, a coisa pode ser um pouco diferente. Sabemos
que o comando de gravacao tern que comecar identificando o
nome do programa e, a partir dai, iniciar a gravacSo da RAM.
Ao final da gravacSo, o programa continua sua execucao nor-
mal. Se nos adiantassemos ao cheque do nome e com isso in-
troduzissemos um erro no sistema, ao final da gravacao o sis-
tema pararia, acusando um erro qualquer.
comando LOAD comeca no endere^ 832 e podemos
tentar entrar na rotina em qualquer endereco ate 842: e so tro-
car LOAD " " por RAND USR 837 no modo FAST,(d o que
melhor funciona). Ate" hoje nao hi uma protecfo eficaz con-
tra isso e o melhor mesmo e partir do principio de que o pro-
grama sera 1 interrompido.
Esses sffo alguns conhecimentos bdsicos que o usuario de pe-
quenos micros deve possuir, mas vale a pena lembrar que nada
adianta um programa super protegido se ele for iniitil. Deve-
mos nos preocupar sim, em produzir programas eficazes e cria-
tivos, porque o resto... bem, o resto 6 apenas folclore . ■
Ronaldo de Almeida Santos 4 formado em Engenharia MecSnica pela
FBI, Atualmente trabalha na drea de pesquisa e desenvofvimento de ter-
minals etetricos, sendo pmprietdrio de um TK82-C hi um ano.
MICRO SISTEMAS, julho/83
37
As impressoras: suas caracterfsticas e aplicagoes e os problemas e pianos da rndtlstria.
No mundo das impressoras
Dentro do elenco de penfencos
do computador, a impressora e*
„,._ I um dos mais solicitados em ter-
mos de trabalho e tambem um dos mais
caros: nos sistemas pequenos, o seu pre-
90 nao raro ultrapassa o do proprio
computador. Isso e particularmente ver-
dade no Brasil onde, em virtude dos pre-
90s elevados, conforme observa Antonio
Carlos J. F. Visconti, gerente de desen-
volvimento e introdugao de novos pro-
dutos da Elgin Eletronica, "os micros
pessoais geralmente nao sa"o usados em
casa, mas sim em pequenas e me'dias em-
presas".
Com o orcamento curto e pouca ex-
perience em Informatica, os responsa-
veis por essas empresas — sobretudo as
pequenas — geralmente enfrentam difi-
culdade quando, ao sairem a procura de
uma impressora, deparam-se com uma
ampla variedade de marcas e modelos e
uma multiplicidade de caracteristicas
expressas num jargao te'cnico que desco-
nhecem. Surge, entao, a pergunta: "Co-
mo escolher?"
defhmicOes iniciais
"Antes de pensar em escolher", acon-
selha Marcelo Meirelles, diretor da Kris-
tian Eletronica, do Rio de Janeiro, "o
usuario de micro computador, de aplica-
fSes pessoais ou comerciais, deve estar
bem certo de que realmente precisa de
uma impressora. Urn bom meio de saber
isso e se questionar acerca da utilizasao
que pretende dar ao sistema: se for para
escrever muitas cartas, por exemplo, 6
claro que uma impressora & imprescin-
A Emilia, da Elebra
dfvel. Se for, pore'm, para um relatorio
de poucas linhas, utilizado apenas pou-
cas vezes por semana, ja deixa em duvi-
da a necessidade do penfenco lmpres-
sor".
Constatada a necessidade de se adqui-
rir uma impressora, os parametros que
passam a guiar a escolha sao a natureza
da aplica^ao e o volume do trabalho a
ser executado.
"Em muitos casos", diz Nilson
Giunchetti Vasconcellos, diretor da Ser-
vimec, Sao Paulo, "a aplica9ao determi-
na a impressora. Uma impressora de
margarida 6 propria para processamento
de textos, pois tern bastante qualidade,
mas trabalha com velocidades bastante
baixas. Se o usuario necessita de uma
saida impressa para graficos tera que
optar por uma matricial grafica, Mas o
que geralmente define uma impres-
sora", prossegue Vasconcellos, "e a sua
velocidade de impressao, para qualquer
tipo de apli cacao. Ou seja: na~o importa
se o usuirio vai usar a sua impressora
para controle de estoque ou folha de
pagamento, que importa e' quantas
folhas de pagamento ele tern que ter
impressas num determinado dia e qual
tempo que a impressora leva para fazer
esse serwjo".
Outro fator fundamental a ser
considerado — e que se prende direta-
mente ao tipo de aplicacao a ser desen-
volvida — e o niimero de colunas que a
impressora em vista e' capaz de imprimir.
Ha dois tipos basicos de colunagem: 80
e 132 caracteres por linha. Esses nume-
ros podem variar para menos ou para
mais, conforme o modelo, e ha mode-
los que admitem dois ou ate" varios
formatos diferentes de coluna, o que e
conseguido pela varia9ao no espa90
existente entre os caracteres e pela
compressao ou alargamento desses ca-
racteres.
TIPOS DE IMPRESSORAS
Neste ponto cabe recordar um
pouco os processos de impressao atual-
mente utilizados. As impressoras divi-
dem-se, basicamente, em dois grandes
tipos: de na"o-impacto e de impacto.No
primeiro caso — no qual se incluem as
impressoras tdrmicas, eletrosta"ticas, la-
ser e de injegao de tinta — nao ha con-
tato mecanico entre o elemento de
escrita e o papel. Essas impressoras,
alem de geralmente muito caras, s3o
muito sujeitas a problemas te'cnicos, nao
permitem imprimir com copias e o papel
que utilizam nao € barato nem ta"o
facilmente encontrdvel quanto o das
impressoras de impacto. Por esses
motivos, as impressoras de mTo-impacto
sao pouco populares no mercado,
seja aqui ou em outros pai'ses.
MICRO SISTEMAS, julho/83
Nas impressoras de impacto, o
mecanismo de impressao transfere os
caracteres para o papel atrav^s de una
fita tintada. Essas impressoras podem
imprimir caracteres s61idos (urn carater
inteiro, cheio, como nas maquinas de
escrever) ou form ados por uma matriz
de pontos. As impressoras podem ainda
ser lineares (imprimem a linha inteira de
uma s6 vez) ou seriais (imprimem
cardter a carater, em se'rie). As im-
pressoras lineares sa"o muito rapidas e
caras, destinando-se mais a minicompu-
tadores e sistemas de maior porte do
que propriamente a micros.
Nos sistemas de microcomputado-
res, as impressoras seriais matriciais de
impacto sao de longe as mais utihzadas.
Digamos, portanto, que seja este o tipo
de equipamento escolhido. Feitas as
opgoes iniciais de velocidade e largura
de coluna (opcoes essas que devem ser
feitas levando-se em conta futuros
aumentos no volume de trabalho, bem
como a diversificacao das aplicacoes, de
modo que o modelo escolhido nao se
tome insuficiente , pelo menos a me-
dio prazo), ha diversos outros fatores a
considerar. O conjunto de caracteres e
as caracteristicas a ele relacionadas
encontram-se entre os mais importantes.
Globus M- 1 00
CONJUNTO DE CARACTERES
Precisa-se saber, para comec^r,
quais as fontes (tipos de caracteres)
disponi'veis e se eles se adequam a
aplica^ao em vista. Se, por exemplo, o
objetivo e' produzir correspondenaa
comercial, a impressora deve obrigato-
riamente oferecer caracteres maiiisculos
e minusculos, alem da acentua<jao e do
9. Se os relatorios a fazer forem de
natureza cientifica, os caracteres nor-
malmente utilizados nesse setor devem
estar disponi'veis. Ja se o usuano preci-
sar fazer grdficos, a impressora deve
dispor dos caracteres proprios para esse
fim.
Esses conjuntos de caracteres sao
armazenados na impressora em memdria
ROM, sob a forma de o6digos de bits.
Sao esses cbdigos que, a um comando
do computador, ira"o definir as variadas
configura^oes que as agulhas da cabeca
deverao formar para imprimir os diver-
sos caracteres. A impressora pode ter
um ou va'rios desses conjuntos, inter-
cambiaveis a um comando do computa-
dor e ha modelos dotados de mem6ria
RAM para armazenar conjuntos de
caracteres especiais progiamados pelo
usuario.
Alguns modelos permitem a densi-
dade dupla, que consiste em fazer a
cabeca de impressao passar duas vezes
pela mesma linha, modificando ligeira-
mente o seu posicionamento na segunda
passagem. Com isso, ela preenche os
espa90s vazios entre um ponto e outro,
tornando os caracteres mais densos e,
portanto, mais legfveis. Essa caracterfs-
tica e* bastante util para as aplica-
9oes que exigem uma qualidade maior
de impressao. Outros modelos aceitam a
sobreposi?So de caracteres, ou seja, a
impressao de diferentes caracteres num
mesmo lugar. Assim, torna-se possi'vel
fazer desenhos e construir simbolos
especiais (por exemplo, batendo-se o I
em cima do T, pode-se fazer o simbolo
matematico PI).
Se a aplicac^o exigir a impressao de
tabelas, e" importante conhecer a capaci-
dade de tabulacao da impressora. Alguns
modelos nao tabulam horizontal e/ou
verticalmente , enquanto outros nao so
tabulam como ate" permitem programar
essa tabulacao, via computador, segundo
as necessidades especfficas do usuario.
INTERFACES
tipo de interface, a velocidade de
transmissSo e a memoria intermediaria
(buffer) da impressora sSo tres fatores
que tambe'm merecem toda aten9a~o.
A interface determina a compatibi-
lidade entre a impressora e o computa-
dor, e pode ser de dois tipos; serial ou
paralela. Na paralela, os oito bits do
byte sao transferidos para a impressora
todos de uma so vez, atravCs de oito
fios. Na serial, os bits s2o enviadospelo
mesmo fio, um atras do outro. Para as
interfaces paralelas sJo empregados os
padroes IEEE488 e os das empresas
Centronics e Data Products, h'deres do
mercado norte-americano. £ importante
conhecer essa distinc>io porque, apesar
de todas as interfaces paralelas funcio-
narem do mesmo modo, a rela9ao entre
cada fio e sua fun?ao € dif erente . Para as
interfaces seriais, o padrao universai-
mente adotado £ o RS-232-C. Tambe'm
serial, mas com sinal analogico em
vez de digital, e' a interface de loop de
corrente, utilizada nas teleimpressoras.
Qual delas 6 a melhor? "Depende
da apbca9ao", explica Visconti. "As in-
terfaces seriais foram desenvolvidas para
aplica?6es & distancia. Elas podem traba-
lhar ate" 50/60 metros de distancia do
micro, sem modems, e a quilometros,
com modems. Sua caracterfstica desfa-
voravel e" a velocidade : elas sao mais len-
tas que as.saidas paralelas que, no entan-
to, tem que trabalhar sempre perto do
micro".
-.,i>^
Stratus 310
A velocidade de transmissSo, ex-
pressa em bauds ou em bits por segundo
~ bps — representa a rapidez com que
os bits de dados ou comandos sao trans-
feridos do computador para a impresso-
ra.
Obuffer tem a seguinte utilidade:
como o computador 6 geralmente mais
rdpido que a impressora, ele tem que fi-
car esperando que ela fique desocupada
para enviar-lhe mais dados. Com o buf-
fer, ele envia uma certa quantidade de
bits que ficam armazenados nessa me-
m6ria intermediaria. Enquanto a impres-
sora descarrega no papel o conteiido
dessa memoria, o computador fica livre
para prosseguir na execu9ao do progra-
ma, e so serd interrompido outra vez
quando, finda a impressao do que esti-
ver no buffer, a impressora solicitar mais
dados. Quanto maior a capacidade do
buffer, menor a frequencia dessas in-
terrup96es e, por extensao, melhor o de-
sempenho geral do sistema.
O papel, encontrado nas lojas de
micros ou em firmas especializadas em
suprimentos para Informatica, pode ser
basicamente de tres tipos: formulario
continuo, rolo ou folhas soltas. Nem to-
das as impressoras aceitam esses tres ti-
pos de papel, e ha* larguras diferentes,
tambem. Portanto, 6 bom observar es-
ses detalhes. O numero de c6pias que o
equipamento pode imprimir simultanea-
mente tambem e' importante porque em
certas aplica9oes, como a emissao de
notas fiscais e faturas, 6 precise tirar va-
rias vias.
Outro fator t£o importante quanto
as caracteristicas te'emcas do equipa-
mento e o grau de confiabilidade que
ele oferece. Conforme lembra Visconti,
"os perifencos tem tempo de vida me-
nor que as UCPs, pois sa~o elejtromecani-
cos. Uma impressora serial, por exem-
plo, pode funcionar atd 500 horas sem
assistencia te'enica. Uma UCP funciona
mais de 2 mil". Assim sendo, prosse-
gue, "6 necessario saber se a impressora
oferece confiabilidade, ou seja:. qual o
seu tempo de funcionamento sem as-
sistencia te'enica? Qual o seu tempo
real de utilizasSo e n5o-utiliza9ao (quan-
to tempo ela tem que ficar desligada)?
Qual o seu tempo de vida? O fabricante
ou distribuidor oferecem assistencia
te'enica?"
MICRO SISTEMAS, julho/83
39
NO MUNDO DAS IMPRESSORAS
Para quern nao tern grande volume
de trabalho, ha ainda a op9ao de utilizar
uma maquina de escrever eletrica liga-
da ao micro atrav^s de interface especi-
al. Apesar da baixa velocidade (cerca de
15 CPS), a qualidade de impressSo 6
muito boa e ja existem alguns modelos
disponiveis no mercado brasileiro. Essa
alternativa, contudo, 6 mais mteressante
para quem ja" dispoe da maquina de es-
crever, pois a compra simultanea dos.
dois equipamentos (miquina e interfa-
ce) pode ultrapassar o valor de uma im-
pressora.
RESPALDO TfiCNICO
O usuario precisa ter respostas para
todas essas duvidas antes de se decidir
por um modelo (e atd mesmo para esco-
lher o lugar onde ira realizar a compra).
Para isso "ele preasa de um respaldo
te'cnico", diz Vasconcellos. "Ele deve re-
correr a pessoas da area e empresas es-
pecializadas". E nessas firmas, conforme
ressalta Meirelles, "deve exigir o maxi-
mo do revendedor em relacao as carac-
teristicas e precos".
O tratamento que se dara - a impres-
sora apos a compra tambe"m ira influir
no seu desempenho. Ao respeitar sem-
pre as recomendacoes do fabricante no
que tange a umidade, poeira, varia9oes
da rede eletrica e condicoes gerais de
operacao, bem como nao ultrapassar os
prazos de manutencao preventiva, o
usuario estara garantindo um bom fun-
cionamento da maquina e, consequente-
mente, menos gastos com ela.
Publicamos a seguii uma lista das
principals impressoras para microcom-
putadores disponiveis no Pais, suas ca-
Poly print 90
racten'sticas e pre 90s. Especificamente
quanto aos pre90s, e" bom frisar que eles
estao sujeitos a varia96es devido a infla-
cao, desvaioriza95es do cruzeiro (que in-
cidem sobre o custo dos componentes
importados) e outros fatores. E como o
leitor podera - constatar na tabela, nem
todo.s os fabricantes gostam de divulgar
os prefos dos seus produtos.
O que pensam (e fazem) os fabricantes
O mercado de microcomputado-
res e" bastante promissor. Nesse
1 ponto concordam quatro dos
maiores fabricantes brasileiros de im-
pressoras ouvidos por MICRO SISTE-
MAS. impacto da rnicroinformatica
na indiistria de impressoras tambem na"o 6
coisa do futuro: Elebra, Elgin, Globus e
Scritta, que antes so vendiam em OEM
para os grandes fabricantes de UCPs,
voltam-se agora para circuito das lo-
jas, onde estao os compradores de mi-
cros. Os modelos destinados a esse
segmento estao recebendo aperfeifoa-
mentos e ja se registram ate" novos lan-
camentos.
Se todos os fabricantes estSO sendo
beneficiados pelo rapido crescimento do
mercado, juntos enfrentam tambem al-
gumas dificuldades. A come9ar pelas
ainda pequenas dimensOes do mercado:
a baixa escala de producao dai conse-
quent© torna difi'cil tanto reduzdr o pre-
50 do produto final quanto retarda
processo de nacionalizacao, uma vez que
a fabricacao local de certos componen-
tes s6 se torna economicamente via'vel
quando produzidos em grandes quanti-
dades.
O aumento do rhdice de nacionaliza-
cao tambe'm 6 prejudicado por falhas na
estrutura tarifitria de importacao vigente
que em muitos casos cobra mais impos-
tos de quem importa menos, e vice-versa.
E para complicar, a indiistria enfrenta
ainda a concorrenda de alguns grandes
fabricantes de computadores, que verti-
calizam a sua producSb, e a competicao
ilegal dos contrabandistas de computa-
dores e perifencos, que Ihe rouba pre-
dosos clientes.
40
"O oontrabando continua introdu-
zindo no pais uma grande quantidade de
equipamentos e perif^ricos", diz Isu
Fang, Presidente da Elebra. "fi impor-
tante alertar o usuario que se ele compra
um perife'rico contrabandeado por um
pre 90 bastante acessivel (isento de im-
postos e encargos sociais), ele nao teri
a protecao do fabricante com relacSo a
manuten9ao, assistencia tdcnica e garan-
tia", lembra Fang.
Na opiniao de Fernando Suarez, Di-
retor de Marketing da Globus Digital,
"o unico caminho'' para combater
contrabando 6 "fazer um produto su-
ficientemente barato que tome essa
'importacao' inviavel".
Ironicamente , o caminho para evitar
a importa9a"o, seja a de que modalidade
for, conduz obrigatoriamente & expor-
tacao, pois so ela pode oferecer a esca-
la de produpao necessana tanto para re-
duzir os pre9os dos produtos para o con-
sumidor, quanto para viabilizar a pro-
ducao local de componentes como cabe-
cas de agulha, motores de passo e cir-
cuitos integrados.
Outra possibilidade para que a in-
dustria de perife'ricos fature alguns d6-
lares para o Pais, aponta Suarez, e* a fa-
bricaclo em regime de draw-back, no
qua! importam-se os componentes, faz-
se a montagem aqui e exporta-se o pro-
duto acabado. Essa prtftica, explica Sua-
rez, nSo onera a balanca de pagamentos
do Pais, gera empregos e proporciona
uma boa competitividade no mercado
internacional devido ao baixo custo da
mao-deobra no Brasil.
Os fabricantes, alils, estiTo preocupa-
dos em aumentar o mais rapido possi"-
vel a nacionakzacSo dos seus produtos.
A Elebra, por exemplo, ate" o final deste
ano ja" devera" estar fazendo as suas pr6-
prias cabefas de agulhas, o que elevara*
para 80% o indice de nacionalizaca"o de
suas impressoras. A Scritta, segundo o
Vice-Diretor Edmundo Panzoldo Teixei-
ra, ji investiu Cr$ 150 milhQes no setor
de mecanica fin a e de predsao,e espera
dentro de 18 meses estar produzindo os
componentes que ainda importa (cabe-
cas de agulhas e motores de passo), que
equivalent a 15% do produto. A Elgin,
premida pelos efeitos da maxidesvalori-
zaqao do cruzeiro, acelerou o seu pro-
grama de producao nadonal de com-
ponentes mecanicos e, para isso, conta
com uma boa retaguarda: as divisOes in-
dustrials da Elgin Maquinas S. A., A
qua! pertence. De acordo com Jose" Car-
los Capeto, Gerente de Marketing, a
medida permitiu evitar repasse para o
consumidor dos aumentosnos prefos de
virios componentes importados. As im-
pressoras da Elgin atingem hoje a faixa
de 47% de nadonalizacSo. A Globus,
por sua vez, espera a sua producfo atin-
gir uma escala que justifique a produ9ao
interna de cabe^as de agulhas. Esse mo-
menta parece nao estar muito longe,
prindpalmente agora que, conforme re-
vela Suarez, a empresa comefa a expor-
tar impressoras matridais para os Esta-
dos Unidos, venda essa que em breve de-
verd atingir a dfra das 500 unidades por
mes.
O esforco de nadonalizacffo — exigi-
do pela SEI para a aprovaca"o dos proje-
tos de fabricacSo - tern sido, no entan-
to, pardalmente prejudicado pela atual ^
estrutura tarifaria, ditada pelo Conselho m
MICRO SISTEMAS, julho/83
PlkroScopus,
o computador
bem acompanha
Na hora de decidir-se por
um microcomputador, diversas
caracteristicas sao sempre
analisadas: memoria, sistemas de
aplicacao, utilitarios,
possibilidades de expansao, etc.
Mas isso nao basta para
garantir um bom investimento.
E preciso avaliar cuidadosamente se
o fornecedor tern uma estrutura
capaz de oferecer uma assistencia
adequada ao cliente.
Todo profissional, ao analisar
o microcomputador
da Scopus,
observa
que as
caracteristicas
tecnicas
do produto
atendem as
suas expectativas.
Alem disso,
o Microscopus vem acompanhado de
varios servigos que a Scopus
oferece aos seus clientes.
Mesmo antes de optar por um
equipamento, o usuario ja pode
contar com a assistencia da Scopus.
Nessa primeira fase, ele
recebe uma autentica consultoria na
sua area de interesse, feita por
.scop 03
engenheiros e analistas experientes
em teleprocessamento, aplicagSes
comerciais e administrativas. Como
resultado', a implantacao e a
operagao de um sistema Scopus
nao Ihe causarao problemas, pois
os analistas de suporte continuarao
o planejamento desenhado
na primeira fase.
Mais do
que isso,
para que
o usuario do
Microscopus
elimine
suas duvidas
com maior
rapidez,
a Scopus
mantem uma linha direta com os
analistas de desenvolvimento e
suporte: o servigo Disque Sistema.
Atraves de um simples contato
telef6nico, os clientes que
desenvolvem seus proprios programas
ou os que usam os sistemas de
aplicagao Scopus podem obter uma
consultoria sobre qualquer aspecto
relacionado a operagao do
Microscopus e seus sistemas.
A Scopus oferece tambem um
servigo de treinamento, realizado
pisgw|
atraves de
cursos,
que atendem
as varias
necessidades
do cliente:
da operacao
do Microscopus
ate a sua programacao
em linguagens de alto nivel.
Complementando esses servicos,
o usuario tern a sua disposigao uma
completa documentacao tecnica sobre
os mais diversos aspectos do
equipamento e seus sistemas.
E para manter o Microscopus em
permanente disponibilidade, o usuario
dispoe de uma
linha direta
(PU) COma
ASS
assistencia
tecnica
« Scopus,
prontamente
o seu chamado.
Toda essa estrutura montada pela
Scopus tern um objetivo claro: oferecer
um microcomputador sempre bem
acompanhado de solucoes completas
e continuas aos seus clientes.
Belo Horizonte - Tel.: (031) 201-5893
Brasilia - Tel.: (061) 224 9856
Campinas - Tel,: (0192) 31-6826
Curitiba - Tel.: (041) 223-4491
Porto Alegre - Tel.. (0512) 21-8743
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a evolupao brasileira
Recife - Tel.: (081) 221-3566
Rio de Janeiro - Tels.: (021) 262-7188 e 240-5663
Salvador - Jel.: (071) 233-1566
SSo Jose dos Campos - Tel.: (0123) 22-8247
Sao Paulo - Tel.: (011) 255-1033
Filiada a ABICOMP
NO MUNDO DAS IMPRESSORAS
de Poh'tica Aduaneira. De acordo com
Fernando Suarez, o problema deve-se a
insuficiencia no detalhamento de diver-
sos produtos, juntamente com o valor
das alfquotas atribuidas a cada um de-
les. Assim, explica Suarez, para se im-
portar um determinado subconjunto pa-
ga-se, por exemplo, 30%. Caso se queira
trazer esse mesmo subconjunto desmon-
tado com alguns componentes a menos
para aditionar componentes similares ji
fabricados no Pais, ocorre o seguinte:
a cada um desses componentes importa-
dos sera" adicionada uma aliquota espe-
ci'flca e a soma dessas diferentes alfquo-
tas acaba ultrapassando o valor que se
iria pagar pelo subconjunto pronto. Des-
sa forma, muitas vezes sai mais barato
comprar o produto acabado do que tra-
zer apenas parte dele para agregar-lhe
componentes e mao-de-obra nationals.
TECNOLOGIA E FABRICACAO
Edmundo Teixeira e" de opimSo que
"no Brasil ja" existe capacidade tecnol6-
gica, tanto em mecanica fina como de
precisSo, criada em geral pelos pr6prios
fabricantes ou por microempresas a eles
vinculadas. Isso acontece", prossegue,
"porque, em geral, a maioria dos forne-
cedores de componentes j& estabelecidos
no mercado se nega a fornecer compo-
nentes em pequena escala para uma em-
presa nova que ainda nao tern grande es-
cala de producao". Para Teixeira, a falta
de recursos humanos com experientia
no setor 6 outro problema cri'tico rela-
tivo & nacionahzacao dos produtos. Jose"
Carlos Capeto, concorda e diz que isso e"
principalmente verdade no desenvolvi-
mento de impressoras, "que sao produ-
tos bem complexos em termos de enge-
nharia, ]£ que unem precisoes mecani-
cas com precisoes eletronicas". Fernan-
do Suarez, no entanto, nao ve tao pro-
blematica a questao dos recursos huma-
nos: 'Temos capacidade. O que falta 6
dar mais apoio as Universidades no de-
senvolvimento de novos produtos, acre-
ditar que eles sao capazes". Quanto aos
fornecedores, ele tambdm acha que a pe-
quena escala de encomendas e" uma difi-
culdade e diz que £ preaso que essas
empresas se acostumem "a ter um con-
trole de qualidade" compativel com as
exigencias daindustria.
J a a Elebra, que pertence a poderosa
Cia. Docas de Santos, n5o se queixa dos
seus 50 fornecedores, de quern compra
desde pldsticos ate circuitos integrados.
Isu Fang, acredita que a tecnologia na-
cional tern um nfvel bastante satisfato-
rio, mas faz questao de salientar: "e
Nao pare seu programa
nem perca a memoria
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Gerador Eletronico Portatil de 200 VA
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Gerador Eletromco GERATROr
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preciso manter a reserva de mercado pa-
ra as empresas nationals, pois s6 com o
apoio do mercado national e* que essas
empresas poderao operar, desenvolver-se
e desenvolver tecnologia".
"O setor de microinformitica, em
termos de volume, representa hoje um
potential enorme", diz Suarez, acres-
centando que esse mercado s6 tende a
crescer a medida em que novos usuirios
forem aderindo a Informatica, sobre-
tudo empresas ("toda empresa tern con-
dicoes de ter um micro"), escolas (tita
o exemplo dos Estados Unidos) e os que
usam sistemas ligados a bancos de dados
("onde se consulta praticamente tudo").
Todos os fabricantes de impressoras
reconhecem a importancia da micro-
informitica e, em vista disso, estao
orientando suas industrias para atender
a esse mercado. Um claro exemplo disso
sao as transformacoes por que passaram
as suas estruturas de comer cializacao,
antes voltadas exclusivamente para o
mercado OEM, e agora abertas tambe*m
para os distribuidores de varejo. Essa
abertura para as lojas implica numa se-
rie de modificacSes no funcionamento
da empresa, desde a responsabilidade di-
reta pela manutencao dos equipamentos
— antes atribuicSo dos integradores de
sistemas — ate a necessidade de formar
estoques, posto que as lojas nao tern, ge-
ralmente, capital de giro sufitiente para
comprar muitas unidades de uma vez,
mas, ao mesmo tempo, pretisam ter
uma resposta rapida quando fazem um
pedido de equipamento.
As impressoras serials, principalmen-
te as de velocidade ate 200 CPS, sa"o as
mais procuradas nesse mercado em que
um dos fatores que mais pesa 6 o preco.
Os fabricantes estao atentos a esses de-
talhes e ja preparam a sua estrat^gia pa-
ra ataca-lo. A Elgin, por exemplo, esta
lancando a Elgin Lady, impressora de
matriz 9x7, 100 CPS e adaptavel prati-
camente a qualquer microcomputador.
A Elebra esta" aperfeicoando a sua ja
famosa Emilia, enquanto que a Globus
enfatiza a sua linha de impressoras ma-
tritiais. E todos os quatro modelos que a
Scritta produz sao para uso em micro-
computadores,
Quanto aos precos, todos concordam
que deverao cair a medida em que au-
mentar a produclio e Isu Fang faz uma
previsao: a longo prazo, a expanslo do
mercado fari com que o usuano se tor-
ne cada vez mais exigente em termos de
qualidade, Ou seja, cada vez mais ele
exigira um produto que requeira o mi-
nimo de reparos e tenha um maior tem-
po de vida.
Taxto final: Rico-do Inojosa
ApurafMo SP: Beatrix Carolina Goncalves 6
Stela Lachtarmachar
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MICRO SISTEMAS, julho/83
45
Estoque suas mercadorias e fique tranquilo... O micro avisari quando algum item estiver em baixa.
Controle de estoque
no PC-1500
Newton Braga Junior
Com capacidade para armazenar
ate" 200 itens, com seus rcspec-
tivos precos e quantidade, po-
dendo cada urn deles ter ate" dez caracte-
res, o program a Controle de Estoque foi
desenvolvtdo no micro PC-1 500 (Pocket
Computer) da Sharp, mas tambe'm pode
ser executado no PC-2 da Radio Shack
(que i o pr6pno PC-1500, so que com
outro nome) e necessita um mi'nimo de
4K RAM para ser rodado.
Uma caracterfstica interessante deste
programa 6 que um sina) sonoro, de aler-
ta, sera" sent pre emitido em situacOes es-
peciais, tats como apagar a memona,tn-
troduzir registro, item de baixa, venda
impossivcl,etc.
Vamos ver, entffo, as scte funcOes
que detcrminam este programa:
A - Apaga a memoria e se pre para para
uma nova tabela ;
C — Consulta ao arquivo. Esta consulta
pode fornecer resultados na impressora
(opaonal) ou no video. No primeiro ca-
so, o item em baixa (quantidade < 2) 6
lmpresso cm vermelho;
D - Apaga registro (apaga item do ar-
quivo);
i — Lista todo o arquivo (tabela), O
item em baixa tambe'm aparece em ver-
melho ;
M — Modiftca registro. Em primeiro hi
gar 6 mtroduzido o nome do item em
referenda. Se voce* nSo deseja modificar
o paramctro de um dcterminado item,
pressione ENTER, sem qualquer intro-
dueffo;
S - Esta opeffo permite ler ou gravar o
arquivo no cassete;
V — ManutencSo do arquivo (venda efe-
tuada): se for feita uma venda, a funcao
V deve ser executada, para dar baixa no
estoque; se este nao for suficiente para a
venda (estoque menor do que a quanti-
dadc vendida), a baixa do estoque na"o 6
efetuada; e se com a venda, o estoque
do item catr para rnenor ou igual a 2, se-
ra' emitido um smal sonoro;
X - Coloca registro. Quando um item a*
apagado, no seu litg.it fica um cspaco va-
zio, conforme mostra a figura 1 .
1
4- 1 ' •—
-4 ilr.
a] cspaco vailo no 1 u q n r
de ub iii -■ apagado
■4 1 turn
4) 1 i <■-
2
%
5
Figura I
£ rmportante voce" saber que ao ser
colocado um registro, o programa pro-
cura ju stamen tc por um cspaco vazio.
Caso este cspaco nSo seja encontrado, o
item sersi colocado no final do arquivo.
Alem disso, se o arquivo for gravado no
cassete depots de um registro ser apaga-
do, o programa n3o grava um espaco va-
zio, Assim, ao se carregar outra vez o
arquivo, n£o sera" mais encontrado um
cspaco vazio entre os registros.
A seguir 6 dada uma tabela de refe-
renda com todas as funcCes que voce
I int In a utilizar:
A - APAGA HE NOR I A
C - CONSULTA AO ARQUIVO
D - APACA Rt CI SI R0
l - LISTA ARQU I VO
N - HODIF ICA Rf CI ST RO
S - l.ER/CRAVAR NO CASSETE
V • HANUTENCAO DO ARQUIVO
X - COIOCAR REGISTRO
Finalmente, para operar o programa,
coloque (at raves da tecla MODE) o PC-
1500 no modo RUN. Quando desejar
uma determinada operacflo, pressione a
tecla DEF e a letra correspondente a
funcflo. Para facihtar, cstamos mos-
trando na figura 2 um cxemplo de lis-
tagem de estoque composto de sete
itens, mas que podenam chegar a 200.
«m*?t MSTMCn 00 rsmgu
MIMM
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Mini
»
79. «
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22*. M
r ITEMS
™
ESTOflUC
Figura 2 - Listagem geral
Newton Duarte Braga Junior tarn curio da
programacSo COBOL pala Datamac a da pro-
gramacMo FORTRAN pala Unlvarttdada Fa-
daral da Mlnai Garais. Sau fntaraaaa por ala-
trOnlca comacou no Curio da Etcofa T4cnlca
Rerenda Rameli a, a partlr da 1980. vam am-
pfiando sens confmdmm tos na iraa da com-
putacMo. Atualmante 4 propriattrio da doit
micros: DG T1O0 a PC 1500.
MICRO SISTEMAS, Julhc/83
Controle de estoque
3
"A" I CLEAR :D1M
(I) ) iLPRINT
75:FOR I=lTO 200:
##*###### ## ".
C-0END
I*{200) ,Q(200>
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IF I$(I)=""
P(I)
16 7
IF C<10R C>2
,H200> :BEEP 1
"*#*#" ;Q(I) ; :
GOTO 77
107
IF C-1GOT0 19
GOTO 165
,32, 399: BEEP 1
LCURSOH 23 j
76: GOTO 80
10a
GOTO 110109C=0
170
iON CGOTO 171,1
,64, 289 i BEEP 1
LPRINT USING "
77:I$(I)°x$:Q(I).
: COLOR 1
81
,16,699
********* .** " ;
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110
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171
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4
PAUSE "MEMORIA
P(I)
65
LPRINT USING "
IF Q(I) -""GOTO
APAGADA":ENI>
37
iLF 7:IF C=l
80:NEXT I:BEEP 1,
####" jCTr" ITE
175
5
"C":K-1:REM -C
COLOR 1
1,799$BEEP 1,1
NS EM ESTOQUE"
172
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QNSULTA-
40
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6, 699: PAUSE "A
iLF 7 : (END
PRINT* Q(I) ,P(
6
INPUT "COD/NOM
D/NOME: "}I$(I
RGUIVO SEM ESP
120
"V"tREM -VENDA
I)
E DO ITEM! "jC
) ; PRINT "QUANT
ACO":END
S-
175
•NEXT I:I$(0)»"
$:IF C*-"0"END
IDADE H "iQ(I)
90:"L":REM -LTST.
130
tK-3:GOTO 6
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7
ir LEN C$>15
4S
: PRINT "PRECOi
ARQ-
140
r INPUT "QUANT./
(0) [END
GOTO 6
"j USING "#*#**
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VENDIDA -> "jJ
101
FOR 1=1T0 200:
10
FOR I-1TO 200:
####, ":P(I>:
1:C=0:CT=0
141
:IF Q(I)-J<0
INPUT # I$(l) :
IF I*(I)=C*
END
97:LF 2:LPR1NT "*
GOTO 150
It I$(I)-"FIM"
THEN ON KGOTO
SO
:"D":K«2:REM -D
****** LISTAGE
142
: IF Q(I)-J>2
END
20,55,140,200
EL.REG-
M DO ESTOQUE *
GOTO 145
1B2
INPUT* Q(I) ,P(
15
:NEXT 1:BEEP 1,
hi
tGOTO 6
******* » . L[i> 1 ;
143
•BEEP 1,RND 100
1) :NEXT I :END
200,250: PAUSE
55
:I$(I)-"":PAUSE
LPRINT "COD/NO
U'AUSE "ESTOQU
190
"M":REM -MOD.R
"NAO EXISTE —
C(i n : APAGAOO"
ME";
E BAIXO"
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>";Cf :END
:END
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145
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195
K=4:GOTO 6
20
: INPUT "IMPRIMI
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) f "QUANT."; :
END
200
sKS-"": INPUT "C
R <P) "jCJiIF C"
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LPRTNT TAB (23
150
iBSBP l.RND 100
OD/NOME »» ";X
$-"p"GOTO 40
65
:BEEP 1,64,289:
) ) "PRECO":LF 2
: PAUSE "VENDA
fit? Xt="0"END
30
: COLOR 1:CSTZE
INPUT "COD/NOM
100:FOR I = lTO 200:
TMPOSSIVEL"t
201
:Y=0: INPUT "QUA
1 iLPRINT "***
E ■» ";X$:IF X
IF 1$(1)=""
BEEP 1,RND 150
NT. «■> "?Y:'Z=0
REG: "j USING "
$~"0"END
GOTO 110
: PAUSE "SALOO
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#*#'jTp" ***"
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ilF LEN X$>15
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-> ",Z
31
:L"RINT "COD/NO
GOTO 65
10 3: IF Q(l) -2THEN
151
:BEEP 1,RND 100
202
:IF X?=""GOTO 2
ME" j : LPRINT
70
: INPUT "QUANTID
COLOR 3iC-l
:1>RTNT "DIFKRE
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TAB (15), -"CUNT
ADE -> "jY:IF
105:LPRINT 1$ ( I ) j :
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203
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LPRINT TAB (15
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(2 3) ["PRECO"
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160
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205
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33
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■ " ;2:IF Z>999
• QU> ;
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.'IF iS=0GOTO 210
COLOR 3:C=1
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J 06 iLCURROR 23:
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:P(I)-Z
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:LF 2:LPRINT I*
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LPRINT USING "
"GRAVAn";C:IF
210
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faz prugramas.
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Cr$ 1.390,00 Uun/83).
Com bem-humoradas e significativas ilustracoes, em
(inguagem adequadamente simples e dida*tica, este e o
primeiro livro publicado no Brasil destinado a introduzir,
de maneira facil, criancas e adolescentes na arte e tecnica
de programar em linguagem BASIC um microcomputa-
dor, preparando-os para o uso de um instrumento que
dominard o diaa-dia das novas geracdes.
Desvendando os segredos da estrutura e do funciona-
mento da maquina, o texto, atraves de explicacoes ame-
nas e sem problemas de grande complexidade, encamt-
nha com seguranca seus jovens leitores a assimilacao das
noc5es elementares do microcomputador, possibilitan-
do-lhes sua utilizagSo como uma segura opcSo de estudo
e lazer.
primeiro capftulo, narrando usos e costumes, acorn-
panha a evoluc3o dos numerosos instrumentos para c&\-
culos surgidos na Antiguidade, atf chegar aos microcom-
putadores dos nossos dias. Partindo da idade da pedra
lascada, vao desfilando: o Abaco, que os chineses inven-
taram; a Pascaline, criada por um f ranees chamado Blaise
Pascal; e varias outras invencoes ate* chegar ao EN I AC,
em 1946, o primeiro computador comercial de que se
tern not fa a.
A formacao do computador 6 apresentada, no segun-
do capftulo, dividida em quatro partes principals: Uni-
dade de L6gica e Aritmetica, Unidade de Mem6ria, Uni-
dade de Controle e Unidade de Entrada e Safda. JA o
terceiro capftulo 4 dedicado ao BIT e a sua missao de
formar letras, numeros e sinais especiais.
quarto capftulo apresenta o microcomputador e
demonstra como 6 formada a sua memiria. Os dois iil-
timos ensinam sucessivamente como "Conversar com o
Microcomputador" e, f inalmente, como programd-lo.
Durante a fase de elaboracao deste livro foram uttli-
zados como leitores experimentais duas criancas a um
adulto, tendo o autor recebido dados e respostas que de-
ram base a conformacSo final do livro. A narrativa flui
natural, por vezes em didlogo direto com a crianca,
transformando o trabalho num pequeno cento que in-
duz a leitura espontanea e assimilacSo sem esforoo dos
concertos fundamentais apresentados.
MICRO SISTEMAS, julho/83
'De programador e mOsico todos nds temos urn pouco". E se voce tambem
tern um HP-75, nao deixe escapar esta chance.
No ritmo do HP-75
Paulo de Safles Mourao
Vivemos \i em plena revolu£ao
cibem^tica e, no entanto, vez
por outra precisamos de certos
dados que so a duras penas conseguimos
alcanfar,
Isto aconteceu comigo ao ten tar
obter as frequencias dos sons musicals a
fim de compor musiquinhas no HP-75.
Sabe como fiz afinal? Peguei meu
violao, medi o comprimento de cada
traste v\€ a parte que fica presa a sua
caixa (por onde entram as cordas) e,
baseado em uma frequencia de 440 para
o LA normal, deduzi, pelas leis das
cordas sonoras, as frequencias da oitava
me'dia, incluindo os semitons da escala
temperada.
Pronto, resolvi meu problems : para
achar a prbxima oitava mais alta, basta
dobrar as' frequencias. Oaro que alguma
impretisao se incorpora, mas posso
garantir que funciona a contento. EntSo
imaginei que seria util fomecer tais
frequencias para aqueles que tivessem
o mesmo objetivo. Pois aqui esta"o elas,
na figura 1 .
E para completar e exemplificar, es-
crevi um programa que executa a toada
diamantinense Peixe Vivo. Voce podera
observar que os inputs K e L permitem,
respectivamente, transpor a melodia a
frequencias diferentes e governar o
andamento (velocidade). Sugiro come-
car comK=l eL=3.
d6
261
MI
328
SOL#
414
d6#
277
FA
348
LA
440
RE
293
FA#
369
lA#
467
RE#
310
SOL
390
SI
494
Figura 1
Peixe Vivo
10
DATA 329, 1 ,390,1 ,390,1 ,348,1 ,348,1 ,440,1
20
DATA 440,1,390,1,329,1,390,1,390,1 ,348,1
30
DATA 293,1 ,348,1 ,328,2
40
DATA 293,1 ,328, 1 ,261 , 1
50
DATA 261 ,1,261 ,1 ,440,1 .5,494, .5,522,1 .5,494,
5,440, 1 ,390,1
60
RESTORE© INPUT 'K,L';K,L
70
GOSUB *100@ GOSUB 140® RESTORE 50® GdsUB 140
80
RESTORE @ GOSUB 100® GOTO 60
100
FOR J=1 TO 12® GOSUB 200 @ NEXT J
1 10
FOR J=1 TO 3® GOSUB 200® NEXT J
120
RESTORE ® FOR J=1 TO 12® GOSUB 2 00 @ NEXT J
130
RESTORE 40® FOR J=1 TO 3@ GOSUB 200 @ NEXT
J @ RETURN
140
WAIT 2.5*L@ FOR J=1 TO 8@ GOSUB 200@ NEXT
J @ RETURN
200
READ A,D @ BEEP K*A,L*D @ RETURN
M
Paulo de Salfes MourSo ef Engenheiro Civil, formado pela Universidade Federal de Mines
Gerais e um dos fundadores da Biblioteca de Programas de Cdlct/lo Eietronico da Sociadade
Mineira de Engenheiros, onde 4 membro do Conselho TScnico. "'
dBASE
Siatema Relational
Para GerftnCiameritu Db
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MICRO SISTEMAS,julha/83
49
Marque urn momento importante no seu logo ou a espera de entrada de dados
em um programa peio som de beeps. Pod&ser uma grande ajuda.
Ef eito sonoro no TK e NE
Octavio Nogueira Neto
G
"jeralmente quando estamos jo-
gando no TK e NE, ou entao
quando estamos trabalhando
em programas muito longos, que de-
moram um certo tempo para rodai, sen-
timos falta de efeitos sonoios que nos
indiquem um determrnado momento no
jogo, em que ponto devemos enttar com
os dados, se o computador esttf pronto
para recebe-los etc, Dispondo de um
beep, nosso problema estaria resolvido,
certo?
A forma normal de se fazer um beep
seria liga-lo a uma das poitas de sai'da do
micro, mas isto traria oertos inconve-
nientes: teriamos, por exemplo, que es-
crever uma rotina em linguagem de ma-
quina no comedo do programa, uma vez
que o BASIC nao tern acesso direto as
portas do micro.
Sabendo desta e de outras desvanta-
gens, resolvi optar por outro me'todo. O
beep foi colocado como se fosse uma
posicao de mem6ria; assim, basta fazer
um POKE naquek posica"o para que ele
emita um som. Com isto eliminamos a
rotina em linguagem de maquina, pois
o beep e' ativado pelo pr6prio BASIC.
Para simplificar o circuito de decotbfi-
caca"o usei ainda um outro artificio: o
beep n5o esta" como uma unica posicao
de memdria, mas de uma posicSo em
diante.
No esquema apresentado na figura 1
podemos observar que a unica linha de
endereco utilizada foi a A15. Analisan-
do o esquema, vemos que, para a safda
ir para nive l baixo, e" necessario que
A15= 1, WR= e M5E§=0, ou seja, a
sai'da ira" para o nivel baixo quando es-
crevermos um dado numa posicSo de
mem6ria maior que 2 1S , isto e\ 32.768.
Iplno ?.i do 280)
DECOOlFtCADOR
fl-ED*
v - ( pi no 5
. pi no 5 do £B0 )
IC1 , ICZ = 7*00
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[ptng 19 do ZBO )
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(•1 N.R. - Para •eltitr r en a I icn to ,
luqar de 100(1 e klvF no luqar
icrniieHiigi usar «) 7 U 1 / <m no
de 10VF-
Figura 1
EntSo, para ativar um beep, 6 s6 fazer
um POKE em qualquer posicao acima
de 32 J68. E importante frisar que nao
hi perigo de que um programa venha a
usar estas posicoes de mem6ria: elas
n3o estSo disponiveis para ele.
O circuito que gera o som e" clissico
com dois integrados. primeiro funcio-
na como monoestdvel, controlando o se-
gundo, que 6 estivel. ■
Octavio Pupo Nogueira Neto estuda Engenhe-
ria ElatrOnlca na FEI. IntBressa-se por elatro-
nica desds os 14 anos, e desde antSo vem ad'
quirindo conhecimantos sobre a materia atra-
yes do llvros a revlstas t4cnicas.
50
MICRO S1STEMAS, julho/83
As linhas completas de
microcomputadores , das marcas
de absoluta qualidade, voce
encontra na Imares. E em regime
de pronta-entrega.
Parece igual a outras lojas de
computadores? Mas nao e. Para
initio de conversa, a Imares
implantou uma filosofia propria
de comportamento que engloba
uma serve de servigos: coloca
equipamentos, softwares e
pessoal experiente a disposigdo
da sua clientela e da global
orientagdo de compra do
equipamento adequado as suas
necessidades, atuais efuturas.
Feita a escolha, o seu
relacionamento com o
microcomputador sera de
permanente tranquilidade.
A Imares tern um corpo de
tecnicos de hardware e software
altamente especializado, pronto
a prestar plena assistencia
tecnica e manutencao, sempre
que necessdrio. E de mats
a mais, na Imares o seu micro tern
dupla seguranga; da propria
Imares e do fabricante .
Na Imares
seu micro tern
dupla seguranga
imciic^
microcomputodore/
Av. dos Imares, 457 - Tels.: 61-0946 J4049 - CEP (H085 - Moema - SP
Rua Dr. Renato Paes de Barms, 34 - Tels.: 88 1-0200 fl 156 - CEP 04530 - Itaim - SP
Eis aqui urn programa para o D-8002 que vai /he dar uma "maozinha'
nesta fouca corrida contra (ou a favor) dos/uros.
Tabela Price em BASIC
Ivan Falcao de Domenico
Esempre bom a gente fazer uma
aplicacao financeira ja sabendo
1 antes o quanto jreraos lucrar
(evitando decepcoes). E mais seguro pe-
dir urn empre'stimo ou financiamento
conhecendo, dc antemao, o valor das
mensalidades a serem pagas de acordo
com o prazo escolhido (evitando surpre-
sas desagradaveis).
Pensando msso, resolvi elaborar um
programa de Matematica Financeira ba-
seado na Tabela Price, o qual podera" ser
aphcado em projecoes que envolvamju-
ros de 6%aomes.
Imagine, por exemplo, que o usuano
deseja saber quanto rendera a Caderneta
de Poupanca cujo montante inicial € de
CrS 10 mil, rendendo juros de 6% ao
mes, durante scis meses. Basta tomar, na
Tabela Price (veja figura 1), o fator mul-
tiple cativo da coluna FJC* relativo a
tres meses — 1.19102 - e multiplica-lo
pela soma inicial de CrS 10 mil. Teria-
mos, portanto, a quantia de CrS 11.
902,00, que e o resultado final de Cr$
10.000,00x1.9102.
Outro caso sena o do usua'rio que de-
seja saber quanto pagara de prestacoes
mensais relativas ao financiamento de
um vei'culo cujo valor e CrS 1 milhao,a
ser fmanaado em 18 meses a uma taxa
de 6% ao mes, Recorrendo a Tabela Pri-
ce, ele dever£ tomar o fator multiplica-
tivo na colirna FRC, na linha correspon-
dente a "18 meses", que no caso e
0.0923566, e multiplica-lo por Cr$ 1
milhao, obtendo, assim, a prestacao
mensal de CrS 92.356,60.
HE5ES
FJC*
FVft*
FJC
FVP
FFA
FRC
1
1,06
.943396
1
.943397
.999999
1.04
2
1,1236
.BB9996
2,06
1.83339
,485437
.515437
3
1.19102
.839619
3.1836
2,67301
.31411
.37411
^
1.26248
.792094
4.37462
3.16511
.228592
.288592
5
1.33323
.747258
5.63709
4.21236
. 177396
.237396
b
1.41852
.704961
6.97532
4.91732
. 143363
.203363
7
1.50363
.665057
8.39384
5.59239
.119135
,179135
a
1.59365
.627413
9.89747
6.20979
.101036
.161036
9
1.68948
.591899
11,4913
6.30149
.0370223
.147022
10
1.79065
.358395
13,1 BOB
7.36009
.075B6B
.135868
n
1.89B3
.524788
14.9716
7.3B687
.066793
.124793
12
2.0122
.496949
16.3699
B.3B3B4
.0592771
,119277
13
2.13293
.46BB39
IB. 3821
B.8526B
.0529601
.11294
14
2.2609
,442301
21.0151
9.29498
. 0475849
.107585
15
2.39656
,417265'
23.276
9.71225
.0429628
.102963
16
2.54035
.393646
25.6725
10.1059
.0389522
.0989522
17
2.69277
.371365
28.2129
10.4773
.0354448
.0954448
is
2.85434
.350344
30.9056
10.B276
.0323566
.0923566
I?
3.0256
.330513
33.76
11.1581
.0296209
.0894209
26
3.20713
.111 BOS
36,7856
11.4699
.0271846
.0671 Pi
Figura 1 - Tabela Price - juros de 6%
O programa foi rodado no D-8002 e
e totalmente auto-explicativo. Veja, no
box anexo, o que representam os si'm-
bolos utilizados.
Ivan Falcao de Domenico 4 Engenheiro Civil e
Oiretor Presidente da ORION Engenharia e
Empreendimentos fmobiliirios Ltda.
futur inheiro
i -nte a
juros.
na se"rie
- . >s. A soma
de ju-
52
MICRO S1STEMAS, julho/83
Programs Matematica Financeira
1 REH PROS PARA CALCULO DE TflBELA PRICE
2 REM COPYRIGHT!*) DE BGMENICD 82
3 REM VQLTA 300 K-7 OOlfl VQL=7 TDNE=9
4 CLEAR 2000
5 INPUT'TAXA DE JUROS KINICIAL) £ V (FINAL! E Nd DE MESES K'NMCX
4 DIM FJCtX),FVA(X5,JC(X) f VA(X),FF{XJ,flC(X;
10 CLS
14 FOB 1= I TO K
26 LPfiItiT:LPRlNT:LPRlN7
27 LPRINTCHR* (14) TftB (22) ! "TftBELA PRICE -JURDB DE'I'I
22 LPRIN-TTAE(33>? , '( Cortesia de ORSON Ensenfcaria e EiPreendiisento5 I«obiliario5 Ltds i' iLPftlNTJLPRIKT
30 FDR N* 1 TO X
40 FJC(N)=(1+I/I00)XK
41 FVAIN)=1/FJC(N)
42 JC(N)=(FJCiHM)/(I/100)
43 FF<N>=1/JC(N>
44 Vfl(N) = <FJC(N}-l)/(FJC(,N)*inOOI
45 HCfNMMHflJ
50 NEXT N
44 LPRINTCHRJI14) ITiLPRINT
65 LPRINTCHR*fi5)TAP<2Q>rnEbE5VTJC*STVA*VFJCVFVAVFFAVm^lPRIN7
67 FOR Y=l TO X
70 LPRIKTCHM»5>TAB(20)S Y,Fu T Cm.FVAi¥),JC(V) f Vft(VJ,FFtVI,fiC(Y)
80 NEXT V
31 NEXT I
B5 PRINT N VDCE EUER OUTRfl TABELA
96 I F N^'SIH" GOTO I ELSE 87
S7 LPMfroWlJ«nM(Z2HT A E E L A P R I C E':LPRINT:LPRINTTAB(30>;" ( Cartesia de ORION EMm; s f?wr«fl*iwi» Irc-tiliar
fas Ltda 1 B : LPRINT:LPRIHT:LPRIJIT: LPRINT;LPRINT: LPRIKFTi LPRIMTtLPRINT B S I H 1 L a G I S":LPRINT:L?SINT
S3 LPRIH7-I= TflKfi DE JURQS POP PERI DDE"; LPR38T »n= HUHERO DE HESES'sLPRINFMo = MPPGRTANCIA ATUflLfSBW DE DJKHEIRC M* EERI IOTA
NTE CQNSIDER4DQ COHO PRESENTS) EX: VALOR DE Uli TERREND ^A VISTA'
99 LPRINT«f1n = 3DMA FliTURA DE DINtfEIRO QUE NO Fid DE n PERICDQS E ESUIVALENTE A Ho It TAXAS SE JURCS.":LPRINT "A = rftDA PMftEHK
OU PRE3TAGA0 MUMfl SERIE UNIFORHE DE n PA6AHENTU5, A SOMA DA SERIE E IGUflL A to x TAXAS DE JUROSfi),'
90 LPRINT
9L LPRINT-A FIJI DE FACILITAR A MEflORIZACftC DCS FAT0RE5 DE JUROS COJIPOSTOS IDEKTIFICAREMDS TOSOS ELES CD*1 FORMAS IM&f&fl&G
ELAIOTE COLQCAREHOS TAflBEH AS 3EFIMICDES Eft INSLES,PARA FACILITAR .":LPRINT:LPRINT
92 LPRINT"!- BRUPO DE P A G A M E N T UNICO {*J":LP»JNT
93 LPRI«T H i- FJ€*= FATQR DE JURO CQHPOSTQ 01! CAPITALIZAIHPABTd UNICO). - CAF* = COMPOUND AMOUNT FACTOR ISMBLE PAWMT)
94 LPRTMT-2- fVfl*= FA70R VALOR ATUALi PAGTd UNICG) '
95 LPRINT: LPRINT" II- SRUPO DE SERIES N 1 F D R H E S (PRESTAC0E3I
% LPRINT"3 FJC = FATOR JUROS CAPITALIZABG [ SERIE liNIfGRKE!
97 LPRINTH- FVA = FATOR VALOR ATUAL (SERIE UHIFORME)
98 LPRIMT-5- FFA = FATGR FtiNDQ DE AMORTIJfiCAG
99 LPRINT-6- FRC = FATOR RECUPERACAO DE CAPITAL
CQIt B1FERENTE5 JURQE?": INPUT itt
PARAL
100 LPRINT:LPRINT:LPRINT ,J E E U A C D E S
RIMT:LPRINT:LPRINT
PHF* = PRESENT KGRTH FAC7DR(5INGLE PAYMENT"
"iLPRINT
CAF = CCMPOUND AMOUNT FACTOR UNIFORM SERIES!'
P«F = PRESENT HORTH FACTOR (UNIFORM 3E9IESK
3FF = SINKING FUND FACTOR
CRF = CAPITAL RECOVERY FACTOR': LPRIK7
:LPRINT!LPR]KT:LPRINT" AS ESUACOES AEAIXO HOSTAM AS RELACKE CGMC USAfi A Tffl& FF!CS":LP
101 LPRINT'DADO Mo
102 LPRINT'DADO Ita-
103 LPRINT'DADO fl -
104 LPRINT'DADO Mft-
105 LPRINT'DADO No-
106 LPRIHT'DADO A -
107 END
16512
ft)?. . .Nn = Ho * (FJC*) PAGTo UNICD'iLPRINT
flo?. . .Ho = fffi x (FVA*) PABTo yillCO'i LPRINT
tin?. , M. = A x (FJC ! SERIE UNIFORMS' sLPRHJT
A?. . . A = Hn X (5FF> SERIE UNIFORHE":LPRI*IT
A?. . . A = flo X (FRC! SERIE llHIFORHE B :LPfiIHT
Nb7. . .Ho a A X (FVA) SERIE UMIFOftME":LPRINT
FOR ESSA
TJma novldade que parece um acha
do. O SONAB/INSPEC.
Voce recebe resumos selecionados
pelo computador, dentro do ambito
exato do seu interesse — pontual-
mente a cada 15 dias.
Veja alguns assuntos abordados:
VOCE nAo esferava...
apllcagoes, tecnologia de software,
controle de processos, automagao de
escrltorlos, microeletronica, para ci-
tar apenas alguns.
Tudo isso pelo preoo da assinatura
de tuna revista: 5 ORTN's por ano. .f^Hr^ '■ •Jan.fco-Rj - *
E voce ainda pode fazer uma expe- ^-lUf l'- t«i.: (021> 2W-S646 t«i*x (02i) 2
riencia: recebe o servigo durante dois
meses, sem pagar nada.
E facil: Telefone, escreva ou envle
um telex ao CIN.
Com t— in ItoclMwl d* Emrgta NudMr
Cwitra d* kfhma mf6m NucImih
Rua Ganaraf Savwtano, M
212M CNEN BR
MICRO SISTEMAS,ju!ho/83
53
Agora voce ja tern um compliador para poder usarafamosa Unguagem FORTH,
em micros TRS*80 e compat/'veis.
Compilador FORTH
paraZ80
Antonio Costa
y^r if| ma das linguagens para micro-
II computadores cuja popularida-
1 y^ I de vem crescendo rapidamente
nos Estados Unidos e" o FORTH. Progra-
mas nesta Unguagem sao publicados qua-
se todos os meses em revistas americanas
e, entre estes, esta o vencedor do ultimo
concurso Byte de jogos de video. A
principal razao para esta popularidade e
ser o FORTH rapido e compacto e, por-
tanto, ideal paia apIicacOes em que a
economia de mem6ria e velocidade de
processametito sao elementos cruciais.
Entre estas aplicacQes, esta"o os jogos de
video, o processamento de texto, o con-
ttole em tempo real, a aquisicSo de da-
dos e o processamento de imagens.
Pode parecer exagero mas a verdade e
que FORTH £ a unica linguagem de alto
m'vel que possibilita elaborar jogos de
video de boa qualidade em microcom-
putadores. Os jogos desenvolvidos com
os compiladores de BASIC, Pascal ou
LISP dispom'veis no mercado usam mui-
to mais memoria do que o necessario,e
os desenvolvidos com inte'rpretes sao
lentos demais. Acredito, por£m, que es-
ta nao foi a linica raza"o que levou as em-
presas do poite da Atari, por exemplo, a
escolherem o FORTH para seus jogos.
Outra razao pode ser a comodidade com
que se pode criar graTicos animados.
O COMPILADOR
compilador aqui apresentado 6
compacto, rapido e se destina ao desen-
volvimento de jogos de video e de estra-
tegia. Ele faz 16 mil multiplicacOes in-
teiras em pouco mais de dez segundos.
Aceita palavras de ate' 255 caracteres e
os reconhece todos. Trabalha em qual-
quer base de numeracao. E totalmente
recursivo, como LISP ou LOGO. Possui
todos os recursos que the permitirao es-
tendS-lo a vontade, entre eles as pala-
vras < BUILDS e DOES >. Foi escrito
em linguagem de maquina do Z80 e fun-
ciona sem modificacOes no D-8000,
DGT-lOOeCP-500.
Vejamos entao como introduzir o
compilador em seu computador. Cada
linha da listagem 6 constituida pelo en-
dereco onde ela deve ser introduzida, se-
guido por 16 bytes de codigo de maqui-
na e pela somatoria decimal destes 16
bytes. Voce deve usar um monitor do ti-
po DEBUG ouDIGBUG para colocar os
16 bytes no endereco especificado.
Quando terminar de passar o compila-
dor para a memoria, escreva um progra-
ma em BASIC para calcular a somatoria
de cada grupo de 16 bytes e compare
seus resultados com os impressos na lis-
tagem do compilador; se houver discre-
pancias, corrija a Unha correspondente,
Pore'm, antes de escrever seu programa
em BASIC, na"o se esqueca de proteger
a regiao de mem6ria onde esta' o compi-
lador.
Para obter uma cdpia do compilador,
execute-o a partir do endereco 5E51 e
voce" vera na tela a mensagem FORTH
INICIALIZADO. Se seu computador e
um CP-500 e voce teclar CSAVE ap6s
esta mensagem, o compilador gravara"
uma copia de si mesmo numa fita cas-
sete.
Ja se voce possuir um Dismac D-8000,
DGT-1 00 ou TRS-80 Modelo I, voce" de-
ve teclar o programa da listagem de
CSAVE/DISMAC (figura 1). Ao fazer
isto, respeite rigorosamente os espa^s,
pois eles nao sao optativos em FORTH.,
Finalmente, grave sua copia do compi-
lador usando CSAVE/DISMAC em vez
de CSAVE.
As copias gravadas segundo estas ins-
trucOes sao do tipo SYSTEM e se cha-
mam FORTH,
CREATE
CASD
AF
C, CD C,
12 C
!. 02 C,
NEXT
CSAVE/DISMAC
CASD
CSAVE ;
Figura 1 ~ Listagem do CSA VE /DISMAC
54
MICRO SISTEMAS,julho/83
EXTENSIBILIDADE
Vanas palavras pertencentes ao
FORTH padrSo nfo foram inclui'das em
nosso compilador. Noentanto,vocedeve
incluf-las na linguagem antes de comecar
a programar. As definicoes destas pala-
vras sao dadas a seguir e devem ser in-
tioduzidas no computadoi com FORTH
trabalhando nabase 16:
• HOLD — Usado na formatacao de
rtiimeros:
: HOLD SWAP ;
• LIST — Lista buffer cujo endereijo
esta no TOS:
: LIST OUP DUP 2 -@ + SWAP DO I
CS 1 EMIT LOOP ;
• LOAD — Compila buffer cujo ende-
refo esta no TOS:
i LOAD tSP ! 1 FTOKEN ! OUTIN ;
• FORGET — Esquece parte do dicio-
nario:
: FORGET CURRENT @ CONTEXT ! ■ DUP J - @
CURRENT <3 1 OP @ C@ i *■ - DP ! ;
• IMMEDIATE - Coloca palavras no
vocabula"rio de compilacao:
: INHEDIME ENTRY DUP DUP C@ f* + DUP
@ CURRENT # ! COMPILER @ SWAP <
COMPILER I ;
• BEGIN ... UNTIL - Controle de laco
de repeticSo:
: BECIH HERE ; IMMEDIATE
i UNTIL '# *E»D END, ; IMMEDIATE
• BEGIN ... WHILE ... REPEAT -
Controle de laco:
WHILE *# *IF DO, » C, • IMMEDIATE
REPEAT «AP »# -WHILE END, HERE OVER -
SWAP C! ; IMMEDIATE
• ALLOT — Reserva espaco no dicio-
nario:
ALLOT DP +1 ;
• / — Divisao mteira:
; / 6 SWAP D/HOD DROP ;
• /MOD - DivisSo com resto:
/MOD B SWAP D/MOD SWAP ;
• #IN — Le mimero e coloca no
TOS:
: #m BEGIN .■ 7- SD« DUP LDP ! INPUT
ASPACE TOKEN NUMBER UNTIL ;
• DECIMAL - Coloca FORTH na base
10:
DECIMAL PA BASE !
• HEX - Coloca FORTH na base 16:
HEX 1» BASE ! 5
• BUFFER — Permite criar buffers:
MICRO SfSTEM AS, julho/83
DUP
I
ASCII
TYPE
?EXECUTE
c,
<
OSET
NEXT
#>
a
OVER
>
1SET
J
-
*<
c:
0>
*IF
1
7SEARCH
+loop
CR
ROT
*ELSE
DOES>
!
LEAVE
R>
EMIT
*END
<BUILDS
?NUMBER
DO
SCODE
KEY
*WHILE
PTC
*#
LOOP
CONSTANT
DROP
PAGE
+SP
/
n
VARIABLE
CSAVE
NUMBER
PICK
ENTRY
;CODE
QUESTION
INPUT
*
SWAP
+ :
IF
OUTIN
TOKEN
+
<#
2+
ELSE
EXECUT
SEARCH
-
ABS
:
THEN
#
0-
C@
#S
CREATE
1+
END,
D/MOD
SIGN
r
DO,
Figura 2 — Palavras inclui'das no niicleo bdsico
: BUFFER <BUILDS , ALLOT D0E5> 2 +. J
As palavras do niicleo basico acresci-
das destas que acabei de definir formam
um FORTH bastante completo, mas se
voce tentar usar um programa FORTH
neste compilador e ele nab funcionar,
verifique ,qual palavra causou problema
e defina-a, da mesma maneira que defi-
ni FORGET, IMMEDIATE, /MOD etc.
As palavras inclui'das no niicleo basi-
co esta"o na figura 2 e as variaveis e cons-
tantes do sistema sao as seguintes:
MUUE LBP CURSOR flOKEtt BASE ASPACE
CONTEXT CURRENT COHPILLER STATE DP HERE
Nao incluimos dupla precisa"b, visto
ser desnecessiria em jogos.
Voce devera escrever um editor para
corrigir erros nos buffers. Tal editor po-
dera ser em FORTH ou em linguagem
de mxtquina. Vou mostrar como cnar
uma palavra em linguagem de miquina
por meio de um exemplo. Eis como
criar a palavra NOT:
HEX CREATE HOT El C, 7D C r 8* C , 11 C, ».
20 C, 1 C, 1C C, OS C, NEXT
Fdcil, nSo? Disassemble NOT para
ver como ele funciona.
COMO USAR BUFFERS
Qualquer programa que voce teclar
sera imediatamente compilado e a fonte
se perderd. Para preservar o programa
fonte e" conveniente guardaMo num buf-
fer. Voce poderi criai dois tipos de buf-
fers: os temportirios e os permanentes.
O buffer tempordrio deve situar-se abai-
xo de 5DC0 (24000 em hexadecimal) e
na"o serd gravado por CSAVE ou CSAVE/
DISMAC. Eis como entrar com um pro-
grama num buffer tempordrio localizado
em 23000:
DECIMAL 23000 INPUT
: OU^DRADO DUP * ;
Para compilar este programa, tecle
23000 LOAD e para lista-lo tecle 23000
LIST.
Para criar um buffer permanente de
500 bytes, tecle DECIMAL 500 BUF-
FER TUTU, onde qualquer nome pode-
ra ser usado no lugar de TUTU. Eis co-
mo entrar com um programa no buffer y>
TUTU: m
v^;^■■::■.•■ : ;:^>k■■■'.olSMAC::0■«qoo■-,•
- > MANUttNCAO PREVENTIVA ■&
PERSONAL'
CROMENCO ":; '
> SOFTWARES GERAiS E ESPECIEiCOS [
.WWoirFfCHAOO^Ot MAK!WA)*E
E SOF'WAHP
. jjonos e pesspai.- ic.cn icp.ud inais.'.
^qua]id^e^ft3ra.o-- yodo^apbio,
• ... necessaftOj erri terdware .^somyare .
COMPILADOR FORTH PARA 280
TUTU IKPUT
: CUBO DUP DUP * »
Para compilar TUTU, tecle TUTU
LOAD, e para listar tecle TUTU LIST.
Finalmente, informamos que o com-
pilador foi projetado para maquinas de
16 Kb, sendo, contudo, facil modifica'-
lo para usar toda a memoria de maqui-
nas maiores. Para isto voce deve afastar
para o ,M fim da memo/ia os ponteiros da
pilha de retorno e da pilha de parame-
tros que estao nos endere£Os 5DC7 e
5DC1, respectivamente. Para um com-
putador de 48 Kb, sugiro colocar nestes
ponteiros os valores -1 e -2000, teclan-
do:
HEX .1 5DC7
-200D SDC1 !
Em seguida, tecle QUESTION para
reiniciar o FORTH. E, 6 claro, faca uma
gravacSo do compilador usando CSAVE
ou CSAVE/DISMAC. Esta gravacSo sera
de um compilador para 48 Kb.
Recomendo ainda que os leitores ad-
quiram livros sobre FORTH para um
melhor entendimento da linguagem.
Dois livros que podem ser encontrados
nas livraiias especializadas do Rio e de
Safe Paulo sa"o Starting FORTH, de Leo
Brodie e FORTH, de Knetch, observan-
do-se que o FORTH aqui apresentado
nao 6 totalmente compativel com as ver-
s5es descritas nestes livros, o que nao
invalida sua leitura.
Nota: Este artigo apresenta o chamado
micleo da linguagem FORTH; nao 6
um sistema de desenvolvimento de
software FORTH. Este ultimo contem,
aldm do micleo ba'sico, editores de tex-
to, Assembler, aritme'tica de ponto
flutuante, inteiros em dupla e tripla
precisao, sistema operacional, contro-
ladores de impressora, formatadores de
entrada e saida programaveis, compi-
lador cruzado (que permite gerar oodi-
go de maquina recolocavel), manipu-
lador de graficos, manipuladores de
texto, gerador de compilador (que per-
mite ao usuano criar sua pr6pria lin-
guagem) etc. Este sistema conte'm, por-
tanto, tudo para facilitar o desenvolvi-
mento de software comercial e cienti-
fico. Seria tambdm interessante frisar
que este compilador nfio d compativel
com o sistema FORTH desenvolvido
pelo autor e por Humberto Jemma, ou
com outros sistemas FORTH, como o
MMS FORTH ou o Poly FORTH.
Antonio Eduardo Costa Pereira € formado em
Engenharia E/etrdnica pefa Escola Polite'cnica
da USP e em Ffsica pelo Instituto de Ft'slca
da USP. Fez Mestrado em CiSncia Espacial no
Instltuto de Pesquisas Espaciais em Sao Josd
dos Campos, SP, e Doutorado em Engenharia
Eletr&nica na Cornell University em Ithaca,
Nova Yorque (EUA). Atuatmente 4 professor
na UNESP.
Compilador FORTH
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CURSOS
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: *■ CPM/£>OS , ■ ; '. ; ,
* Assembler
58
MICRO SISTEMAS,julho/83
A MAIOR VERSATIUDADE
PELO MENOR PRECO.
O JP-01 eum
computadorpes-
soal para uso em
pequenas e
medias em-
presas que,
por sua
compatibili-
dade com
os sistemas
e linguagens
mais usados no
Brasil, apresenta
uma versatilidade
impar.
Na sua configura-
cao maxima permi-
fe ao usuario todas
as combinagoes pos-
siveis para a instala-
cao de perifericos a
sua escolha, umavez
que incorpora em
seu circuito as op-
goes de RS-232
(comunicagao se-
rialf, controladores
de disco de 5" ou 8",
saida para tres mo-
nitores simulta-
neos,_alta reso-
lugao de gra-
f icos a cores
e P&B, me-
m6riase-
parada
para gra-
ficos,
saida
a para
impres-
sora
paralela
eRGB.
OE
>reg<£
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Com este programa, sua HP4 1 ou 4 1-C estara' pronta
para /he dar qualquer resposta em volts, ohms, ampires e watts.
Eletronica na HP -41
Pedro Ricardo Drummond
ste programa foi elaborado pa-
ra estudantes, projetistas, en-
fim, para todos aqueles que ne-
cessitam fazer, com frequencia, as ope-
rates matematicas que mesmo a eletro-
nica basica nos obriga a fazer.
Uma vez inserido na mem6ria da HP-
41, o programa estara pronto para ser
rodado, bastando apertar as teclas XEQ
ALPHA ELETRON ALPHA. Feito isso,
ele comecari a perguntar a exatidffo re-
querida nos calculos, ou seja, a mime-
ro de casas decimals com que se quer
trabalhar; e so responder e apertar R/S.
A partir dai, as teclas superiores da
calculadora (£+, 1/X,VX e LOG) pas-
sam a valer para os calculos e,no modo
USER, comecam a operar como VOLTS,
OHMS, AMPERES e WATTS, respecti-
vamente. Desta forma, inserindo dois
dados quaisquer na maquina, teremos
imediatamente os outros dois.
Por exemplo, suponhamos que temos
uma lampada incandescente de 100
watts ligada a rede de 110 volts funcio-
nando apropriadamente e queremos sa-
ber a resistencia eletrica de seu filamen-
to. Teclamos 110 VOLTS (110 e I +)
como primeiro dado e 100 WATTS (100
e LOG) como segundo dado ; apertamos
OHMS (1/X) e teremos o resultado de-
sejado no visor: 121 OHMS.
Se teclarmos AMPfiRES (VX~), te-
remos o outro resultado, ou seja, a
corrente: 0,909 A. O programa trabalha
tentando as f6rmulas possi'veis ate' en-
contrar a ideal, a que utiliza os dados
inseridos.
Vamos ver outro exemplo. Temos
um resistor de 4700 ohms submetido a
uma ddp de 12 volts e queremos saber
qual a sua dissipacSo em watts. Pois
bem, ja temos o programa na calculado-
ra; teclamos XEQ ALPHA ELETRON
ALPHA e aparecera no visor: EXATI-
DAO? Vamos supor que queremos o re-
sultado com uma precisao de tres casas
depois da virgula ; apertamos 3 e R/S pa-
ra continuar o programa. Com isso, apa-
recerl no visor 3,000, que 6 a prova de
que ja temos as tres casas desejadas.
Em seguida, entramos com 4700 e,
como se trata de uma resistencia, acio-
namos 1/X (correspondente a OHMS),
depois 12 e t + (correspondente a.
VOLTS). Pois bem, ja" temos dois dados
inseridos e agora poderemos pedir qual-
quer outro. Como queremos saber a po-
tencia dissipada, pressionamos a tecla
LOG (correspondente a WATTS) e te-
remos no visor 0,031 W, que represen-
ta o resultado no formato pedido (tres
casas decimals).
INFORMACOES COMPLEMENT ARES
O leitor que tern o sadio hdbito de
analisar os programas publicados para
ver como a coisa fundona, pode ter fica-
do na duvida quanto a razao de ser da
funcao SF 25 que liga o FLAG 25 — li-
nhas 9,21,33,45,78,85,97 e 105 da lista-
gem.
A explicaca"o 6 simples: sem ela, a cal-
culadora interromperia os calculos a ca-
da vez que tivesse que efetuar uma di-
visffo por zero, mostrando no visor sua
mensagem de erro DATA ERROR. Te-
mos que prever este tipo de coisa, uma
vez que vamos fazer a miquina testar
f6rmulas que podem, a principle, nao
nos servir.
O leitor notari tambe'm que, a cada
dado rnsendo ou fornecido, a miquina
emitira* um beep que, se nSo desejado,
bastara retirar do programa as linhas 17,
29, 41 e 53. Outra coisa: as linhas 15,
27, 39 e 51 sffo formadas pela funcao
APPEND (SHIFT XEQ em modo AL-
PHA), seguidas de um espaco em branco
e das respectivas letras. Sendo assim te-
remos como resposta, usando o segundo
exemplo, 0,031 W e nao 0,03 1W.
Apenas como sugestao, seria conve-
niente que se fizesse o ASSIGN (funcffo
da maquina que permite ao usuano defi-
nir teclas com as funcSes que lhe con-
vie r) da funca"o CLRG (funcao que lim-
pa todos os registradores ou memorias
de dados disponiveis) na tecla LN e a
executasse apos cada operaca'o realizada,
de modo a evitar interferencias de dados
de opera cOes anteriores, o que poderia
nos fornecer resultadoserroneos.
Podendo mesmo ser rodado na HP-
41C, sem nenhum m6dulo de mem6ria
adicionai, acreditamos ser um programa
muito convenient^, principalmente pela
economia de tempo proporcionada.
Pedro Ricardo Drummond estuda Engenharia
Eietrdnica na Universidade Mackenzie. Entre
outros, j4 fez os cursos de Projetos de Circui-
tos Eletrdnicos, Sistemas Digitate. Micropro-
cessadores Z80 e 8080/8085 e Fibras Opticas.
60
MICRO SISTEMAS, Jul ho/83
81-
►LBL -ELETSGN
62
"EXftTIIifiO?"
83 PROHPT
M K-f5
85
CF 29
86
FIX If 2 K
87
STO-
88+LBL fl
39
3F 25
W
X=6?
ii
XEQ 61
12
STG 81
13
CLfi
14
RRCL 81
15
-t- V"
16
RVIEW
17
TONE 8
13 CLX
1?
RTN
28+LBL S
21
3F 25
22
X±8?
23
XE8 92
24
STO 62
25
CLfi
26
SRCL 02
Calculos em Eletronica
27 "V 0HHS*
28 flVIEW
29 TONE 3
38 CLX
31 RTH
32+L8L C
33 SF 25
34 X=8?
35 XEQ 93
36 STO 83
37 CLfi
38 fiRCL 33
39 "I- fl"
4e mm
41 TONE 3
42 CLX
43 RTN
44*L8L D
45 SF 25
46 X=9?
47 XEQ 84
48 STO 04
49 CLfi
58 fiRCL 84
51 "I- H"
52
9VIEH
53 TONE 8
54
CLX
55 RTN
56+LBL 81
57
RCL 82
53
RCL 93
59
*
68
X*8?
61
RTN
62
RCL 82
63
RCL 8*
64
*
65
SSRT
66
x*e?
67 RTN
68
RCL 84
69 RCL S3
78
/
?!
RTH
?2*LBL 82
?3
RCL 81
74
RCL 83
75
/
? 6 X*8?
77
RTN
78
3F 25
79
RCL 81
86 m
81
RCL M
82
/
83
X*8?
84
Rjfl
85
SF 25
36
RCL 64
87 RCL 83
88
Xt2
89
/
99 RTfi
91 <
>lbl S3
92
RCL 81
93 RCL 82
94
/
95
X*8?
96 RTH
9?
5F 25
98
RCL 84
99 SSRT
188 RCL 82
181
S«RT
182 /
193 X*8?
184 RTN
185 SF 25
186 RCL 84
187 RCL
188 /
189 RTH
81
U0*LBL
84
Hi
RCL
83
112
Xt2
113
RCL
82
114
*
115
x*r
1
116
RTN
117 RCL
81
118
Xt2
119
RCL
92
128
/
121
X*8'
122 RTN
123
RCL
81
124
RCL
83
125
*
126
RTN
127 ENB
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penho dos produtos Memphis. Alem disso,
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no mesmo local todos estes produtos: Fitas
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71,2? col., 1? linha
termina a lista
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71,3a col. , 39 parag.,
6? linha
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72,29 para'g. ,9? linha
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72,69 para"g., 2? linha
para bina'rio em
ASCII
de bina'rio para
ASCII
73,1? col., ult. para'g.,
7? linha
16552,237
16562,237
74, linha 01 10
40EGH
40E6H
MICRO SISTEMAS, julho/83
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TMS8/59. TamMm faco progra-
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mas de xadrez e TK-MAN por
CrS 100 mil; ou troco por urn
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Tsuyoshi Ujlte, Rua Thomaz Gon-
zaga, 1 14, Liberdade, CEP 01506
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ti 523 com uma unidade de casse-
te e uma unidade de fita 800 BPI.
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gica, na garantia, por CrS 160
mil. Acompanha duas fitas com
jogos animados e os numeros 2,4
e de 9 a 18 de Micro Sistemas.
Tratar com Ney pelo tel.: (011)
454-1900, Santo Andre, SP.
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de 16 Kbytes, joystick e 20 pro-
gramas. Tratar com Simlo pelo
tel.: (011) 287-5266 (depois das
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Jogos
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e CP/M
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Garanta precisao e rapidez na anotacao dos comunicados de seu proximo concurso de radioamadores.
Um programa para
radioamadores
A ma/do Mefano
ide"ia do desenvolvimento deste programa surgju nu-
tria conversa com um amigo (que, como eu, tambe'm e
radioamador), durante a qual verificamos a dificulda-
de que temos ao participar de concursos para radioamadores.
Nestes concursos, principalmente no caso de contatos em
telegrafia, s3o realizados inumeros comunicados onde varios
dados devem ser anotados com precisao e rapidez.
programa aqui apresentado armazena em memoria os da-
dos obtidos em cada comunicado e, ao final do concurso, per-
mite a impressao do relatorio final. No canto inferior direito
da tela, ele apresenta a indicaca'o do tempo gasto na parti cipa-
cao do concurso, tempo este que 6 atualizadoa cada novo co-
municado.
O programa foi desenvolvido em BASIC, podendo ser pro-
cessado nos computadores TRS-80 Models I e III, DGT-100,
CP-500, D-8000 e outros sistemas compativeis.
Para processa-lo sao necessarios mais do que 16 Kb de me-
moria. Porem, 6 possivel o uso do programa com 16 Kb atra-
ves de modificacoes nas linhas 10, que reserva espaco para os
comunicados, e 50109 que reserva espaco para os caracteres.
O espaco necessario deve ser calculado levando-se em conta
que cada letra ocupa 1 byte. Assim, para o prefixo PY1EIR
sera"o necessarios seis bytes; em mil comunicados, serSo neces-
sdrios 1000 x 6 = 6000 bytes, considerando-se prefixos com
seis caracteres.
As variaveis utilizadas pelo programa s2o as seguintes:
Q — horario do comunicado
CS — prefixo da estacao
S — reportagem enviada
R — reportagem recebida
D — niimero do comunicado
S$ — segundos
MS— minutos
H$ — horas
ER$ - erro
NCS — nome do operador
PX$ — prefixo do operador
ENS— endereco do operador
CE$ - cidade e estado
CP$ - CEP e pais
Teste o programa em seu proximo concurso e boa sorte.
Arnaldo Milstern Mefano 4 Engenheiro Eletrdnico e possui mestrado em
Eletrdnica pefa UFRJ-Coppe. AtualmenW trabalba nedrea de Desenvol-
vimento de Tests na Cobra Computadores e Sistemas Bras. Ltda. e tf
professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro-UERJ.
64
MICRO SISTEMAS, julho/83
Controle de Comunic ados para Concursos deRadioam adores
:PRIN
1 GOT OS 0000
5 CIS
6 REN + ******♦*****#■*******■*****+**##■+****■***■*
7 REM * DIMENSIONAMEMTO DOS VE TORES DADOS *
8 REM ********#*##+'*#*¥**#*******#***^#*****#*
10 DIM 0(1000) , CS( 1000) ,Bi 1000 i , R< 1000»
20 D=0
30 CLS' PPINT320, "ENTRADA DE DADOS"
40 PRIMT3140, "EWTRE COM OS DaDOS NA 3EGUINTE ORDE!M
: QTR - CALL - RST SEND - RST RECEIVE
41 PRINT
*2 !)=[>+!
4 3 PRINT" tiSO NUlfERO : ":D
4^ PRINT"MEI'10RIA DISFOWIVEL PARA STRINGS
IFRCtCJ) ; "EyTES"
t5 PRINT : PRINT
50 REM *»**»*******Mft*-jt^«|.»*-*»f*«***********-*#*#jHt
51 REN * ENTRADA DE DADOS *
52 REM H************************-*****.*****..****.**
60 INPUT "$TR" ;&<07
70 INPUT" CALL" ;C*(D>
75 PRINT "RST - SEND DIGITE S
7o PRINT" RST - RECEIVE - DIGITE P
B0 INPUT PS
83 R=A3C(R$)
8"5 IF R=S2 OR R=83 GOTO 90
=>0 IF LEFT*! R*, 1 > = " P" THEN
1 00 I MPUT " R3T-SEND " i S ( D i
102 INPUT" RST -RECEIVE" ; R < D .'
10f GOTO J 22
110 INPUT* ftST-RECEIve* ;P(D>
120 INPUT" PST-SEND" iS(D>
1 22 CLS : PR I NT : PR INT : PRI NT" Q 1R "
-R"
123 REM **•**■** DADOS NOSTRADOS NO VIDEO ******
1Z4 Ai$=STRIN5*<54, "■*" S sPftlNTA*
12£> PRINT :PRINTd!(D) , C* f D > , S (D) , R i D > s PRINT-: PRINT - PR
INTSTiS . STR I NG*-( 63 . " = " '
12' S*=MI!>*< TIMES, 16, 2 > lM5=riID*f TIME*, 13,2) :HS=riIP
%'. TIME*, 10,2'
1.29 PRTNTS914J, "TEMPO DE OPERACAO =
" !MS? " M1N: " ;S«M" SEG"
129 PRINT3930, "MEMORIA DISPONIVEL
LIVRES"
130 ER*=='X" :PRINT3320, STRING*; 63, "
SELECIONE UMA OPCAO :
ERRO -
FIN DE EWRADA DE DADOS
CO.NTINUACAO ENTRADA DE DADOS -
ELSE
GOTO
CLS!
1 10
GO TO 75
'CALL", " R3T-S" , "RST
■ PR I NTH*;" H:
;mem!
EYTE<:
) :PRINT3338, "
■- DIGITE
■■ DIGITE
■■ tfPERTE
131 REN ** VERIFICA SE EXISTE A CONDICAO DE
ER
N
ENTER"
ERRO *•
132 STOP
140 IF LEFT*fER*, 1 )="N" GOTO 9000
150 CLS=G0T042
S000 CLS
10000 PRINT:PRINT33, " AO TERMING DO PROGRAMA TODOS
OS DADOS SERAO PERDIDOS"
10005 PRINT
10006 REM *■**************■**+#***********#**#*#*-**.*
10007 REM * OPERADOR SELECIOMA OPCAO DESEJADA *
10003 REM fr************-************************-***
10010 PRINT3212, "SELECIONE A OPCAO DESEJADA :"
10020 PRINT" <1> > CON
TINUACAO ENTRADA DE DADO'a"
10030 PRINT" <2> > IMP
RESSAO RELATOR 10 FINAL"
10040 PRINT" <3.> > pi*1
DE PROGRAMA"
10050 IMPUTN:IFN<10RM>3 THEN 100©a
3 06560 I F'f4= I THEN3B
10062 IF H-2 THEN 1010(3
10063 REM ****- [|1PRESS#i DO RE! ATOPIO ***■*
HTObS PPINT :PRJNT" Fin DE PRr.GRAMfi"
10070 LFRIMT--LPR1WT
10100 LPRIMT"L06 FOR CitNTEST"
1H101 LFRIIJT
OF 'ERA 1 1
: El-ID
101 10 LFPlhll
101 11 LFRIMi;
1B120 LPRtNT
1.S131 L.PRIHT
10136 LFRIWT
IS131 LPRINT
101'tt? LPRINT
10141 LPRIM-T
1(3150 LPRINT
CALL
v H t', :
IPX*
IIP - COUNTRY
10131 LPRIN1 :t.PRINTiLPRIWT
rCPt
li'TW"
'CALL",
■■T -S'
'RST-P"
!(K : , R(t>
J0Q15
50511:'
10160 L PRINT"
1017B LPRiNTA*-
10180 LPRTNT
IB 185 FOR 1 =IT:.'P
10200 LPRINT LSKi,C5iKi
10? 10 NEXTh
101,23 SOTOB000
10300 REM +**#**t*«H)(*n. ) nn„ ! n.*» ) mn 1 » iHH( , !M(Mt , t . |
10301 REM * INICTALIZACAO DRIVERS DE 1,0 +
10302 REM ■t**»tn*n-M((nnn#m (< » )( , H ,,n.. ( , ) n ti(f(1(w
sraaaa poke lcSi^tiBs
50001 POKE l,iS27,B
50002 X=*JSR<0)
50019 1 RF.M t*n.mm •■*»**n.«.j.nt» Mt *»nn ( , )l) n mt1f ,
50304+ rem # IMICIrtLIZACAO [1ARCACA0 TFnpr, ripEPflMB*
aiasaas rem n(i*Ksii.(n t »»»t.*«*..»,.j MS ,.n.,,j lWfJf , l . I |iitw ,.
5BB10 P'.>H.E 1:;O^1,0
5001 1 POKE 16-720,0
5GES12 POPS lfc.*f.t5,B
CLS
REM **•**»*****#*#*#+***#****.#«.*.».»*, (.«**((.**»
Saai? REM * GERACAO EPFITOS OF TELA 1M1X14JS *
501118 HEM *»****{■.**<»«* *K-*Hf He-*********.**,, .»*»»#(,.#*#
5002G PPIMTCHRSi 2L'J >
5C->a3Q PRINT" L 05 DE COMTFST - PoDro^MADOR"
503 tO FOr< /•> 1 TO lyB(S = h1E»T it
511B5 CLS
50100 CLEViP 250
50J01 DEF9rfift-F:F=STRINGiif32, 1 23 > s A-CHF* < 19.1 n-STRI
NS*f 2, 131.' : B=A+A:C=£+£!D=e+0:£=c.*.OJ-C+.M<HP* :
JO] :
SQlS'il FOR V-0TO932'5TFF.i,4 iPRlf-fl'St
.STPlNS# f 61-<i3I)i
50103 F0RY-=5<?2T023:'STF.F-t4-RRLNT3V ,Fl I NF XT i PRI HX&2
72,STRIT1S*<3Z. 131 ■> !
50104 PRINTVH4B4, "CONTROLE DE L03 - COPITEST " ',
5(3105 PPINT3'iia, "ARNALI'O 1-1. MEFANO PVl~E:iR»i
5010* FOR V=lTO230a:NEJTV
5010- REM *■«■ RESiERV'*! ESPACO PARA VARA AVE IS STRINGS
50103 CLS
501 0? CLEAR 6010
50110 PRIM ["ENTRADA DE DADOS DO OPERADOR DA ESTAf^A
O" SPRUIT
5011 1 REM ^'rt************^****-^******.***-******^***
50112 REH * ENTRADA DOS DADOS DO OPERADOR ESTArAO*
5011.3 REM »H«H*HHIIIMM»HtHH«UHm.„,«
501.20 INPUT"NOME COMPLETC" i'MC*
501 38 INPUT" PREFrXO" JPXt
5H)im !NRUT"EMDERECO i PUA E NUMFRO
50130 INPUT" CI DADE E ESTADO";cE«
5014PI INRUT"CEP E PAI5";CP*
50170 CLS: PR INTaS'i, "OERIFI CACAO DOS DADOS" :FOp
TO5W0: NEXT: CLE
50130 PR!NT"NOME : " sNCt
50190 PRIMT"PREFIXO J "iPX*
502C10 PPIMT"EN!>ERECO : " iEN*
50210 PRINT" CIBADE E E3TAD0 : " ; CE*
30220 PRIMT"CEP ~ PAIS : " ; CP*
50230 PRINT* INPUT" OS DADOS ESTAO CORRETOE
t
502^*0 IF LEFT*' N*, 1) = "N" THEN50108
50300 50T05
sHEKTiP.RlN'T49<?ii
■ ; EMt
tS,'N)" ;N
S
t
GEKTRALD ATA
til, j lortKilitlti Uti.
SUPRIMENTO E COISA SERIA
* Matenla o sau computadw bam ilimentido adquirindo produtm d|o qualidade consagrada
DISTRI0UIDOR NASHUA
Discos Magn^ticos: 5 Mb, 16 Mb, BO Mb etc.
Diskettes: 5 1/4, e 8 Poiegadas — Simples e Dupta Face
amaMaazEagE^g^Mi iMEaiiBEa^
• FttaMagni«ca:600,1200*Z400Ns
• FHa CARBOFITAS p/lmprassorai: Globus M 200 — B 300/600
• FHa p/lmprassoras: Ehbri, Digilab. Diablo, Cantronicatc.
• Cartucho Cobra 400
• EHquatmPittH p/Formuliriot ConUnuot.
MICRO SISTEMAS, julho/83
65
Ex/stem a/guns recursos de programagao capazes de "esticar"
memdrias (aparentemente) pequenas em micros TK, NE e CP-200, Vale a pena tentar.
Pequenas memorias,
grandes economias
Renato D eg to van i
odo proprietdrio de micros pessoais, mais cedo ou
mais tarde, certamente enfrenta uma se'rie de proble-
mas causados pela pequena capacidade de mem6ria
RAM destes micros. Tais problemas podem se apresentar de
varias formas: ou o programa nao cabe na memoria, ou nao ha
espaco suficiente para os calculos que o programa eventual-
men te faria, ou na*o ha* espaco para um dado qualquer ser im-
presso na tela.
A repercussao de uma mem6ria lotada pode ir, de simples
mensagens de falta de espaco (as vezes nem elas podem ser im-
pressas), ate" a ocorrencia de coisas estranhas, como o compu-
tador entrar em "parafuso", apagar tudo e, alguns segundos de-
pois, imprimir aquele "kazinho" no canto do video (isso
quando ele consegue sair do dito parafuso).
manual do computador nos alerta para esse fato e ate' su-
gere que, nessa hipotese, facamos um "regime" no programa,
eliminando as linhas de comentano (REM). Mas, se nao for o
suficiente? Bern, ai e cada um por si.
De qualquer modo, devemos levar em consideracao que a
memdria RAM do computador possui um limite ffsico para a
gravacSo de dados, o qual pode ser atingido com muita facili-
dade. Para que isso nao aconteca, ou pelo menos para tentar
evitar uma mem6ria lotada, devemos adotar uma postura mais
coerente com a capacidade do equipamento que estivermos
utilizando. Em outras palavras, estruturar os programas, ja - na
primeira linha, tendo em vista uma ocupacao racional da me-
m6ria disponfvel.
Uma ocupacao racional 6 possfvel desde que se conheca co-
mo o sistema operacional organiza, na RAM, os diferentes ti-
pos de informacSo, e ai uma boa olhada no manual de opera-
coes pode ajudar muito.
ORGANIZACAO DA MEM0RIA
Na figura 1 podemos visualizar como as coisas se passam
num equipamento como o TKS2-C, NE-Z8000 e CP-200, com
uma memoria de 1 , 2 ou 1 6 Kb.
66
Cada byte armazenado no computador, seja da ROM ou da
RAM, possui um endereco que vai de zero ate" onde for deter-
minado pela arquitetura da maquina. No caso especffico do
TK e NE, os bytes correspondentes a RAM, ou seja, a memo-
ria que pode ser manipulada pelo usuano, iniciam no endere-
nssfiioria RAH
byte contendo BOh
VARIAVEIS DO
SIKTEMA
PROGRAMA
ARQUIVO DE
IMAGEH5
vartAveis
LINHA DISITA-i
DA + ESPACO
1 1 1 1
16 384 16509 D-FILE VARS E-LINE
f
STACK DO
CALCULADOU
REEEKVA
stjyck da
mRquima
STACK
GDSUB
EOT IN AS
USH
_
3TKB0T STKEND PONTE3RO ERH-SP RAMTOE*
SP
Figure 1
NE Z8000
TK 82C
CP 200
D-FILE
D-FILE
HAP TELA
VARS
VARS
VARS
E-LINE
ELINE
LIDIGIT
STKBOT
PILFUN
STKCOM
STKEND
PILFIM
STKFIM
ponteiro SP
ponteiro SP
ponteiro SP
ERK-SP
ENSP
RETGSB
RAMTOP
RTP
MENTOP
Figura 2: Tabela de compatibittdade de nomenclature!
MICRO SISTEMAS, julho/83
co 16384 e vSo ate" o endereco RAMTOP (primeiro byte ine-
xistente). Para 1 Kb, RAMTOP tern endereco 17408; para 2
Kb, 18432; e para 16 Kb, RAMTOP tern endereco 32768.
(Consulte, na figura 2, a tabela de compatibilidade entre as no-
mendaturas do TK, NE e CP-200).
Do endereco 16384 ao enderego 16508, estao as vari£-
veis do sistema. Esta area e" utilizada pelo sistema operational
(interpretador BASIC) e conte'm algumas informa?Qes real-
mente irhportantes e uteis na elaboraca"o e estruturasao dos
programas.
O programa propriamente dito esta gravado do endere90
16509 ate" o endereco em D-FUJE (este depende do tamanho
do programa a ser rodado). Nesta area estSo gravadas apenas as
linhas que compSem o programa, da forma como apareoe na
figura 3.
-^►byte + significative
byte - signlflcatlvo
bytes | 2 bytes !
X
1 byte
I
numero da
linha
tamanho do
texto + ENTER/NEWLIHE
ENTER/NERLINE
Figura 3
Na pratica, para uma linha de programa 1 REM TESTE, te-
remos a seguinte organizacao:
endere90
da RAM
codigo
gravado
significado
16509
I- n"? da linha (D x 256 + 1)
16510
1
16511
7
_ tamanho do tsxto -i ENTER/NEWLIHE
16512
(0 x 25 6 +■ 7)
16513
234
REM
16514
57
T
16515
42
E
16S16
56
S
- texto
16517
57
T
16S10
42
E
16519
118
ENTER/HEWL1NE
16520
D-PILE
Para o numero correspondente a linha, gravado em 2 bytes,
o primeiro byte € o mais signrficativo e deve ser nuutiplicado
por 256, Para o tamanho do texto, o segundo 6 o mais impor-
tante. Ao final de cada linha aparecera o cbdigo 118,indicati-
vo de ENTER ou NEWLINE (de acordo com o equipamento).
No manual de operac5es de seu micro existe a listagem com-
pleta dos codigos e seus significados.
Se o numero da linha for alterado para 9999, que 6 o maior
numero de linha possfvel, a RAM sera" gravada da seguinte ma-
neira :
16509
16510
16511
16512
16513
16514
16515
16516
16517
16518
16519
16520
39
15
7
234
57
42
56
57
42
118
- (39 x 256 + 15)=9999
(0 x 256 + 7)=7
REM
T
E
S
T
E
ENTER/NEWLINE
D-FILE
MICRO SISTEMAS, julho/83
A primeira vista, pode parecer que o numero dado a uma li-
nha nao influi na quantidade de memdriaji que ele sempre se-
li gravado com 2 bytes. Se assim fosse, o numero 3 ocuparia
a mesma quantidade de memoria que o numero 3000, por
exemplo. Porem, nas instrucoes GOTO e GOSUB.o numero da
linha aparece ap6s a instruc£o ou texto, sen do que, nesse caso,
a gravacao da RAM ser£:
GOTO
16509
16510
16511
16512
16513
16514
16515
16516
16517
16518
16519
16520
16521
1
9
236
29
126
129
118
1
9
GOTO
1
n9
- 1
ENTER/NEWLINE
Ha uma diferenca fundamental na representafao de um nu-
mero de linha quando ele aparece apos uma instrucao GOTO
ou GOSUB. Isto se da porque qualquer numero existente no
programa (exceto o numero da linha) 6 gravado com sua re-
presentacSo graiica (1 byte por dfgito), mais um codigo 126
(indicativo de numero) e mais 5 bytes para o valor do numero.
Para a linha 1 GOTO 9999, a representacao ficara assim:
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16509
16510
16511
16512
16513
16514
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16516
16517
16518
16519
16520
16521
16522
16523
16524
1
12
236
37
37
37
37
126
142
28
60
118
- 12
GOTO
9
9
9
9
n9
- 9999
ENTER/NEWLINE
portanto, 1 GOTO 9999 possui 3 bytes a mais do que 1 GOTO
Conclusao: se a numerate* adotada naslinhas for uma pro-
gressao grande (1000, 2000 etc, por exemplo) e o programa ti-
ver muita instrucSo GOTO ou GOSUB, muito espaco de me-
m6ria estara sendo gasto desnecessariamente.
RACIONALIZE O ESPACO
O computador permite alguns recursos com os quais pode-
mos diminuir o espaco ocupado pelos numeros. Existe a fun-
cao denominada VAL, por exemplo, cuja operacSo e; operan-
do = string. VAL faz calculos como se fosse uma expressao nu-
me'nca, ou seja, fornece valor de uma determinada string. Se
esta funcSo for aplicada na linha 1 GOTO 9999, a RAM sera
gravada ;
GOTO VAL "9999"
16509
16510
16511
16512
16513
16514
16515
16516
16517
16518
16519
16520
16521
1
9
236
19 7
11
37
37
37
37
11
118
- 1
9
GOTO
VAL
ir
9
9
9
9
11
ENTER/NEWLINE
Como podemos ver, a fun$ao VAL economiza 3 bytes na
representacSo de um determinado numero.
Frequentemente nos esquecemos de que a imagem apresen-
tada na tela do video tambem tern que estar gravada na RAM.
Este arquivo de imagens come$a no endere§o em D-FILE
e vai ate o endere^o em VARS. Neste espaco, o programa ope-
racional coloca uma cdpia dos caracteres enviados a tela e pos-
teriormente faz uma "leitura" para a gerafSo da imagem. Os
endere9os do initio e do final do arquivo podem ser encontra-
dos pelas formulas:
arquivo de imagens e iniciado por um c6digo 118, segui-
do de 24 linhas de impressao, terminadas pelo mesmo codi-
go. Se total de membria disponfvel for superior a 3 1/4 Kb,
entao o arquivo ja tera gravado um espaco (codigo 0) para ca-
da carater da linha (cada linha tern 32 caracteres), ocupando,
portanto, 793 bytes (esta quantidade £ fixa, nao importando
se for impressa apenas uma letra ou a tela toda). Para 1 ou 2
Kb de mem6na disponfvel, o arquivo nao grava os espagos
(isso para economizar mem6ria), sendo composto pelo codi-
go 1 1 8 lmcial e um codigo 1 18 indicative de final de linha para
cada uma das 24 linhas, totalizando 25 bytes de arquivo. Des-
ta forma, a quantidade de caracteres impressos determinara" o
tamanho do arquivo de imagens.
Para um arquivo que, por exemplo, miciasse no enderet^o
1 6530, a RAM seria gravada:
para 16k &e RAM
Para IK de RAM
16530
16531
16532
16533
16554
16SSS
16563
16564
16565
17320
17321
17322
17323
118
118
c
'lie
118
118
116
118
118
D-FILE
19 linha
29 linha
39 linha
249 linha
VARS
29 linha
249 linha
VARS
portanto, quando se dispoe de pouca mem6na s a formatagao
da tela de video torna-se de vital importancia para a ocupacao
rational da RAM.
Com rela$a~o a um programa que objetive a impressao de um
dado qualquer, a gravacSo da RAM sera:
1 PRINT "ALO"
16509
16510
16511
16512
16513
16514
16515
16516
16517
16518
16519
16520
16521
16522
16523
16524
16525
16526
16527
1
7
245
11
38
49
52
11
118
118
38
49
52
118
118
118
118
1
7
PRINT
A
L
ENTER/NEWLINE
D-FILE
A
L 1<? linha
O
2? linha
39 linha
49 linha
inicio
fim
D-FILE
VARS
PEEK 16396 + 256 x PEEK 16397
PEEK 16400 + 256 x PEEK 16401
Se quisermos imprimir este mesmo dado numa posicjfo qual-
quer da linha, usando a func£o TAB, teremos a gravacSo con-
forme a figura 4.
68
MICRO SISTEMAS, julho/83
1 PRINT TAB 8;"AL0"
16509
~H
16510
1
16511
16
"fie
16512
J
16513
245
PRINT
16514
194
TAB
16515
36
8
16516
126
n9
16517
132
16518
16519
- 8
16520
16521
16522
25
.
16523
11
"
16524
38
A
16525
49
L
16526
52
16527
11
16528
118
ENTER/NEWLINE
16529
118
D+FILE
1653Q
coluna
16531
coluna 1
16532
coluna 2
16533
coluna 3
16534
coluna 4
16535
coluna 5
16536
a
coluna 6
— 19 linha
16537
coluna 7
16538
38
A
16539
49
L
16540
52
16541
118
16542
118
29 linha
£ precise lembrar que, quando a memona dispom'vel e 16
Kb, todas as colunas, de todas aslinhasja conterao o carater
"espaco". Isto signifies dizer que o dado pode ser impresso em
qualquer posicao sem alterar a quantidade de mem6ria utiliza-
da.
Se desejarmos espaco entre as hnhas de impressao, isto e,
pular linhas, o programs pode ser escrito de tres formas dife-
rentes (veja a figura 5).
Estes tres programas produzem o mesmo resultado: impn-
mir a string "ALO" no ini'cio da segunda linha. Mas cada urn 6
estruturado de urn modo diferente, ocupando mais ou menos
espaco da RAM.
A funcao VAL pode ser igualmente usada para reduzir o
espaco ooupado pelos numeros. Entretanto, deve-se levar em
conta que todos os itens a serem impressos devem estar em
uma mesma linha de programa. Deste modo,
1 PRINT "A"
2 PRINT "B"
3 PRINT "C"
deve ser escrito: 1 PRINT "A", "B", "C".
Racionalizar espaco € um habito de grande utilidade que
pode nos salvar de ocasiOes dificeis. Tambem e bom lembrar
que programas menores ocupam menos espaco do arquivo em
cassete e,portanto,gravac5es menos demoradas.
Figura 4
Renato Degiovant 4 formado em Comunicapao Visual e Desenho Indus-
trial pela PUC-RJ e Professor de Fotografia nests mesma Universidade.
Hi mais de um ano utilize o NE-Z8000 para odlcuios na irea em Que
atua.
1 PRINT
2 PRINT "ALO"
1 PRINT AT 1,0; "ALO"
16509
16510
1
16511
2
16512
16513
245
16514
118
16515
16516
2
16517
7
16518
16519
245
16520
11
16521
38
16522
49
16523
52
16524
11
16525
118
PRINT
ENTER/NEWLINE
2
PRINT
A
L
O
ii
ENTER/NEWLINE
16509
16510
16511
16512
16513
16514
16515
16516
16517
16518
16519
16520
16521
16522
16523
16524
16525
16526
16527
16528
16529
16530
16531
16532
16533
16534
16535
16536
Figura 5
MICRO SISTEMAS, julho/83
1
24
245
193
29
126
129
26
28
126
25
11
38
49
52
11
118
1
16509
16510
24
16511
16512
PRINT
16513
AT
16514
1
16515
n9
16516
16517
16518
1
16519
16520
16521
-
A
r,
o
ENTER/NEWLINE
1 PRINT , , "ALO"
1
9
245
26
26
11
38
49
52
11
118
PRINT
ENTER/NEWLINE
m
69
mm
■{ Pergunta - Tendo a oportunidade de
comprar um micro nos Estados Unidos
I e n§6" tendo a quern recoirer senao a
1 MICRO SISTEMAS, gostaria de terin-
J formacdes a respeito do micro Timex
J Sinclair 1000: quais as possi'veis expan -
\ sdes e perife'ricos? Terei algum probfe-
j ma com a geracao de imagens na TV?
| (Diomsio Sitva Jr., MG)
l MICRO SISTEMAS - O Timex 1000
1 possui expansoes de mem6ria e impres-
' sora. Quanto a geracao de imagens, as
J dificuldades resumem-se na diferenca
1 do sistema de transmissao americano
com o nosso sistema, necessitando que
j voce providencie a conversao da TV
;| brasilelra para o sistema americano.
Pergunta — Ao adquirir a unldade de
disquete da Digitus para o DGT-100,
a interface vem inclufda? Onde posso
adquirir por reembolso o Manual de
BASIC e a fita?
(Renato Nogueira Mendes, RJ)
MICRO SISTEMAS - A interface nao
faz parte da unidade de disquete. O
Manual de BASIC e, a fita fazem parte
do equipamento. Se ao recebero com-
putador voce nao encontrar o Manual
e a fita, faca um comunicado a quern o
vendeu ou a propria Digitus. O endere-
co da Digitus Ind. Com. Serv. Eletro-
nica Ltda. 6 Rua Gavea, 150, Jardim
America, CEP 30000, Belo Horizonte-
MG.
Pergunta — Como se reserva espaco de
memdria para uso de rotinas em lin-
guagem de ma'quina em um programa
em BASIC? Por exemplo: no programa
"Fdrmula 1" pubficado em MICRO
SISTEMAS n° 16, para executar o
programa e~ necessa'rio responder PRO-
TEGER com determ/nado numero. Is-
so 6 muito inconveniente, pot's se o
computador ja" estiver ligado terei que
desliga'-lo quando surgir PROTEGE R
para poder reservar a area. Se na linha
2 tivesse uma instrucSo de reserva seria
muito mats pra'tico,
Gostaria tambdm de saber como de-
sativar o comando CSAVE no DGT-
100.
(Jose" Carlos Taveira, MG)
MICRO SISTEMAS - Para proteger
ou reservar uma area na memdria para
rotinas em linguagem de maquina use
o POKE para colocar na posicao
16561 o byte menos significativo do
endereco, e na posicao 16562 o byte
mais significativo do endereco. Com
relagao a materia "F6rmula 1", de-
senvolvida para o D-8000 e publicada
em MS n° 16, se voce quiser informa-
coes adicionais sobre como reservar es-
paco de mem6ria para uso de rotinas
em linguagem de miquina no D-8000,
leia o artigo "A Funcao do USR (X)
no D-8000", publicado em MS n9 17,
pagina 20.
Desativar o comando CSAVE £ im-
possfvel. Se voce deseja proteger o
programa contra copias, o que pode
ser feito e" armazenar o programa em
um disquete e usaro comando ATTRIB
para definir o programa como apenas
para execucao.
Pergunta — Com as funcoes que o mi-
cro TK82-C dispoe no teclado, qua!
delas eu poderia substituir no lugar de
uma funcao: SET; DATA; RESTORE;
DEF FN; ELSE; e o que vem a ser e
para que serve o si'mbolo @ ?
Mais uma coisinha: eu uso para ar-
mazenar meus programas uma fita cas-
sete Scoth C45, normal. Mas dot's me-
ses ap6s a gravacao, a fita fica ruim e
suja muito o cabecote do gravador. Pa-
ra que o som saia bom 4 necessa'rio for-
gar a tampa do gravador para fora. As-
sim, tenho que regravar meus progra-
mas periodicamente. Tentando resol-
ver, comprei uma fita Scoth cromo.
Resultado: nao gravou nem 50% em re-
lacao a Scott) normal. Por que? O que
fazer? Como fazer? Que fita devo com-
prar e como conservar a fita?
(Amauri Pereira Lucio, SP)
MICRO SISTEMAS - Voce n§o pode-
ra" implementar novas instrucoes no
seu TK82-C pois o interpretador BA-
SIC esta" gravado permanentemente na
memoria EPROM. As instrucoes
READ e DATA poderao ser simuladas
atrave's da utilizafSo de uma matriz.
O si'mbolo @ chama-se "arroba".
Em alguns Assemblers este sfmbolo
serve para indicar que o numero que o
segue € um endereco de memdria. Por
exemplo: @ 17FB querdizer endereco
de memoria 17FB (hexadecimal). Em
aiguns BASICs este si'mbolo & utiliza-
do como ma" sear a de formatacao nas
instrucoes PRINT USING.
Com relacao ao problema de grava-
cSo, seu gravador provavelmente esta"
com o cabecote alinhado fora do azi-
mute. Mande-o para um te*cnico de
confianca para que realize o realinha-
mento das cabecas. Outra opcao e"
comprar um gravador de qualidade su-
perior que, de preferencia, suporte fi-
ta de metal. A fita cromo exige um
gravador especial.
Pergunta — Gostaria de obter informa-
coes a respeito do computador pessoal
ingles Sinclair ZX Spectrum. Por meio
de revistas especializadas estrange! ras
ja o conheco, mas possuo algumas dti-
vidas que somente voces podem me
responder com seguranca: o ZX fun-
ciona em UHF e no sistema de trans-
missao de cor ingle's PAL, que nSo e'
compati'vel com o nosso sistema PAL-
M. Existe alguma maneira de adaptar
o computador ao nosso sistema, ou
ao nosso televisor dome'stico?
A Timex ja" comercializa nos EUA
esse aparelho com o nome de Timex
Sinclair 2000. O sistema usado neste
equipamento 4 o mesmo que o "pai"
britanico, ou usa o sistema de cores
NSTC? Em caso afirmativo de se adap-
tar tanto o computador como o apa-
relho de te/evisao para uso aqui no
Bras/I, onde poderei fazi-io em Sao
Paulo?
(Marcefo Rodrigues Soares, SP)
MICRO SISTEMAS - Segundo tive-
mos informacao, a transcodificacao do
sistema PAL para o PAL-M & muito
cara. Iz preferfvel a adaptacao do Ti-
mex, o ZX americano, que utiliza o
sistema NSTC, e e* bastante conhecido
pelos te"cnicos brasileiros, principal-
mente depois dos videocassetes no
mercado nacional. Uma boa forma de
voce saber quais as empresas que faz-
zem a transcodificacao para o PAL-M
e* consultar os classificados do Jornal
"O Estado de Sao Paulo", nasecao re-
ferente a video-cassete e video-games.
Pergunta — Gostaria de saber como e"
feita a manJpufacao de arquivos no
TK82-C. Caso esta nao se/a possi'vef,
como posso fazer para simular a mani-
pulacao de arquivos?
(Claudia N. B. Souza, RJ)
MICRO SISTEMAS - A utilizacao de
arquivos no TK82-C sd e" possfvel ope-
rando-se com matrizes. Voce define
matrizes com a funcao DIM, armazena,
junta mente com o programa, em uma
fita cassete comum, e quando desejar
uma consulta, & sd carregar o progra-
ma. £ importante observar que aposo
carregamento do programa nSo deve-se
usar o comando RUN, mas sim GOTO
X, ou seja, GOTO e o numero da li-
nha. E o numero desta linha tern que
ser o de uma linha do programa apds
o comando DIM.
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Solugao recursiva, um programa BASIC e urn microcomputador (no caso, o DGT-100):
nao ha Torre de Hanoi que resista.
Torre de Hanoi :
uma solucao em BASIC
Joao Henrique A. Franco
E
ste artigo procura mostrar como podemos lmplemen-
tar o principio da solucao recursiva em programas
BASIC, utilizando como exemplo o problema da
Torre de Hanoi. Em processamento de dados, Recursividade e a
capacadade que determinadas linguagens tern de permitir que
uma sub-rotina chame a si mesma sem esquecer o estado do
processamento anterior.
O problema da Torre de Hanoi consiste em transfenr uma
pilha de n discos de tamanhos diferentes, ordenadamente, de
um pino para outro. Apenas um disco podera ser movido por
vez, sendo que um disco maior nao podera ser colocado sobre
outro menor. Um terceiro pino 6 utilizado como auxiliar (veja
figura 1).
Chamando os pinos de A, B e C, e numerando os discos de
Ian em ordem crescente de tamanho, nosso problema se resu-
me em transfenr a pilha com os discos do pino A para o pino
C com o mi'nimo de movimentos possivel, Se tivessemos um
unico disco, a solucao sena simplesmente mover o disco 1 do
pino A para o pino C. Para dois discos, moven'amos lmcial-
mente o disco 1 de A para B, em seguida o disco 2 de A para
C e finalmente o disco 1 de B para C.
Generalizando, e facil concluir que a solucao para um pro-
blema com n discos pode ser expressa, recursivamente, em fun-
cJTo da solucffo com n-1 discos. Em outras palavras, sena equi-
valents as seguintes solutes (ou problemas, para os pessirms-
tas):
! 1) Transfer! r n-J discos
I do pi no A para o pino B
j {usando C como auxiliar)
! |_ 2t(n-l)-1 movimentos _]
Transferi r n discos \ 2) Transferir o disco n
do pino A para o pino C, i
(usando B como auxiliar) ,
f_ 2+n-l movimentos _| ;
do pino A para o pino _C
(3 I movimento ~}
3) Transferir n-1 discos
do pino B para o pino C
(usando A como auxiliar)
£ 2+ (n- 1 ) - 1 movimentos]
E claro que poden'amos segmr nesta sequencia, colocando a
solucao para n-1 discos em funcab de uma outra para n-2 dis-
cos e assim por diante, mas € muito mais interessante deixar
que o computador fa^a isso para nos.
Vale a pena lembrar que a solucao para o problema de n
discos exige um mihimo de 2+n-l movimentos. Assim, para
n= 1 temos 2+1-1 = 1 movimento; para n= 2, temos entao
2+2-1 =3 movimentos. Pelo mesmo processo de inducao (fini-
ta), venficamos que :
{2i(n-D-l} + {1} + {2+(n-l)-1} = 2+n-l
O PROGRAMA DA A SOLUCAO
A primeira listagem do programa — escrito em BASIC para
o DGT-100 mostra a simplicidade que a solucao recursiva re-
MICRO SISTEMAS, julho/83
presenta. Um ponto importante a ser notado e o emprego de
vanaveis indexadas (IS, AS, F$) em substiUnyao as vanaveis
alocadas dinamicamente (normalmente em stacks), as quais sSo
encontradas em algumas linguagens (Pascal, PL/M, FORTE
etc.), menos em BASIC e FORTRAN.
E facil ldcntificar (na linha 10) o programa principal, e nas
linhas 100 a 160 a sub-rotina recursiva, que e chamada tarito
pelo programa principal como por si pr6pna, nas linhas 120 e
150. Esta sub-rotina fomece a solucao para o problema da
Torre de Hanoi com n discos, reportando-se, sequencialmente,
a solucao com n-1. n-2,...l discos (tal como foi exphcado an-
teriormente). Seus parametros de entrada sao:
N — Niimero de discos a serem transfendos (tamanho da pilha)
I$(N) - Pino lnicial (onde esta a pilha)
AS(N) — Pino auxiliar
FS(N) — Pino final (onde devera ficar a pitha)
Assim, por exemplo, se quisermos transferir quatro discos
do pino A para o pino B (usando C como auxiliar), seus pa-
rametros de entrada serao: N=4, IS(4) ="A", AS(4) = "C" e
FS(4) = "B".
Podemos entender agora o porque de utilizarmos vanaveis
indexadas em lugar de vanaveis simples: os valores miciais
(bem como os seguuites) das vanaveis sunples senam perdidos
a partir da primeira auto-chamada da sub-rotina.
Fehzmente o mesmo nao ocorre com a vanavel N (niimero
de discos) que, por ser apenas incrementada/decrenientada por
uma constante no interior da sub-rotina, pode ter endereco
fixo (ou seja, pode ser alocada estaticamente). Desta forma, e
possivel empregarmos a vanavel N para indexar as variaveis IS ,
AS e F$ em cada ni'vel de chamada da sub-rotina.
Na segunda listagem foram acrescentadas algumas facilida-
des, como a utihzafao repetitiva do programa para vanos tama-
nhos de pilha (se n ^O, o programa e interrompido),a indica-
$£o do niimero minimo de movimentos e a numeracab e pagi-
nacao dos movimentos em telas de 15 linhas.
Progra m a Simplifica do
10 INPUT N : r$(N)="A" : A$(N)="B'
OSUB 100 : STOP
100 IF N=0 THEN RETURN
110 I${N-1)=I*{N) : A$(N-1)=F$(N)
120 W=N-1 : GOSUB 100
130 N=N+1 : PRINT N, 1$ (N) , F$ (N)
140 I|{N-1)=A$(N) : A$<N-l)=I${PO
150 N=N-1 : GOSUB 100
160 N=N+1 : RETURN
F$<N)="C"
F${K-1}=A$(N)
F$<N-1)=F$IW
5
10
15
20
25
30
40
50
60
70
80
100
110
120
130
140
150
200
Programa Final
REM <
REM TORRE DE HANOI
REM (C) 1983 BEGIN INFORMATICA
REM CAIXA POSTAL 1640 - 13100 CAMPINAS, SP
REM
CLS : PRINT TAB (16) "TORRE DE HANOI" : PRINT
INPUT "numero de discos"? N : PRINT
IF N=0 THEN STOP
PRINT "numero de movimentos:" ; 2+N-l PRINT
L=0 : M=0 : IS (N) -"A" : A?(N)="B" : F$(N)="C"
: GOSUB 100
GOSUB 200 : GOTO 30
IF N=0 THEN RETURN ELSE N=N-1
I$(N)=I$(N+1> : A$(N)=F$(N+1) : F$ (N) =A$ (N+l)
: GOSUB 100
M=H+1 : PRINT M ; ".nova o disco" ,- N+l ; "do
disco" ; I? (N+l) ; " para o disco" ; F$(N+1)
L=L+1 : IF L=15 THEN L=0 : GOSUB 200
I$(N)=A?(N+1) : A$(N)=(N+1} : F$ (N) =F$ (N+1) :
GOSUB 10
N=N+1 : RETURN H
IF INKEY$="" THEN GOTO 200 ELSE RETURN «
JoSo Henrique de A. Franco 6 engenheiro e/etrdnho pela Escota Po-
Hte'cnica da USP e cursou o CEAG na FundafSo Getulio Vargas, na
drea de M4todos Quantitatlvos e tnforma'tica. Atualmente 4 Enge-
nheiro do Projeto TROPICO-RCno CPqD da Tefebras.
MICRO SISTEMAS, julho/83
ftEDifis
VMs
Tamanho
Larg, xAlt.
Quant,
porcaixa
Cor
de impressao
Tarjas
1
240mm x 11"
lOOOfolhas
sem impressao
-
2
240mm x 11"
400 jogos
sem impressao
-
1
375mm x 11"
1000 folhas
sem impressao
-
2
375mm x 11"
400 jogos
sem imptessfo
-
1
375mm x 11"
1000 folhas
Azul
1/6"
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375mm x 11"
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Azul
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lidade do seu reaproveitamento como caixas arquivo, acondicionando o
proprio formulano ja" utilizado on outros documentos.
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000
C 1100 1111
A 5000 0010
%cuon 'Mic
^X) 1000
% 0101
wnJT"
10111
Q\\<W
\ l 1 ^ 1 !
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\ loooo"
1 1 1 fjcKF
\ #0001
u i oft ^bib
y§ icoc
'voiV
%001C
'01' TW^
L ^ffiG
'*■"' 1 ioNhumi
Curso de
Assembler -
VI
onttnuemos com a descricSo deste grupo de instru-
foes do microprocessador Z80.
1 1 — Move constante para memdria
Formato ;LD(IY+d),n
Operagao: Move uma constante n de 8 bits para uma posd-
csFo de memoria indexada por IY.
Codigo objeto:
LD
(IY+d)
n
TVT
—i — i—
1
I I
H — h
J I
— 1 — | 1 — | —
1110 1
I I I I
10 110
I I I I
J — I — L
EXEMPLO:
LO
(IY+9)
M
1 1
— t—
1
— r—
O
■H—
1
l_
— 1 — I — I — I —
1110 1
—\ — I I I
10 110
I I I I
10 1
I I I I
-> FD
> 36
-> 09
> ZB
Descrigao: O operando n de 8 bits 6 cairegado na posicao
de mem6ria dada pelo somat6rio do conteudo do
registrador IY com o deslocamento (d).
LD (IY+17),127
(IY+17) < 127
Ciclos de mdquina (M): 5
States (T): 19 (4,4,3,5,3)
Flags afetadas: Nenhuma
Como exemplo, se o registrador IY con tern o numero
4200H, a instrucao LD (fY + 7),64 resulta no armazenamento
do byte 64 na posicao de memdria (4200H + 7).
1 2 — Move mem6ria para o acumulador
Formato: LD A,(BC)
Operando: Move o conteudo de uma posicao de memoria
apontada por BC para o acumulador.
Codigo objeto:
LD
(BC)
- 1 — I — I — p— l — I — I —
10 10
I I I I I I !
>- 0A
Descrigao: O conteudo da posicSo de mem6ria apontada
pelo par de registradores BC e' transferido para o
acumulador.
LD A,(BC)
(BC)
Ciclos de maquina(M): 1
States (T): 7 14 ,3)
Flags afe tadas : Nenhuma
Vejamos um exemplo. Se o par de registradores BC contem
o numero 4000H, e a posicao de memdria 4000H contem o
byte 5FH, entao a instrucao LD A, (BC) transfere o valor
5FH para o acumulador.
74
MICRO SISTEMAS, julho/83
1 3 — Move mem6ria para o acumulador
Formato :LDA,(DE)
Operaqfio: Move o conteudo da posifSo de memoria apon-
tada por DE para o acumulador.
Cddigo objeto:
LD
(OE)
1
■"-
t
l
1
i
1
L i
1
J
1
I
1 —
1
> 1A
DescrigSo: O conteudo da poacffo de memoria. apontada
pelo par de registradores DE e transferido para o
acumulador.
LD A,(DE>
(DE)
Ciclos de mdquina (M): 2
States (T): 7 (4,3)
Como exemplo, se o par de registradores DE conte'm o nu-
mero 7146H e a posicSo de mem6ria 7146H conterh o byte
77H, entao a instrucao LD A, (DE) move o valor 77H para o
acumulador.
14 — Move mem6ria para o acumulador
Formato: LD A, (nil)
Operagao: Move o conteudo da posjcao de memoria dada
por rui para o acumulador.
Cddigo objeto:
LO
I 1
— I 1 1 1 ! 1 1
1110 10
I i I I ! I I
EXEMPLO;
LD
(37E8H)
l i I i I I i
00111010
I I I
1110 10
i i i i i i i
110 111
__! I I 1— J ' '
> 3A
> E8
> 37
Descn'fdo: O conteudo da posicao de memona especifica-
do pelo pai de operandos on e carregado no acumula-
dor. O primeiro n e* o operando de baixa ordem dos
dois bytes que especificam o endereco da memoria
(observe o exemplo acima).
LD A,(5000H)
A«-
(5000H)
Ciclos de mdquina(M): 4
States (XI; 13(4,3,3,3)
Flags afetadas: Nenhuma
Como exemplo, se o conteudo do operando nn & 7000H e a
poacSo de mem6ria 7000H conte'm o byte 44H, apds a instru-
ct LD A, (7000H), o valor 44H sera carregado no acumulador.
1 5 — Move acumulador para memoria
Formato :U>(BC), A
Operando: Move o conteudo do acumulador para a posJcSo
de mem6ria apontada por BC.
»
m
MICRO SISTEMAS. julho/83
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expansao requerer mudanca para multi-usuario/multi-tarefa com discos
rigidos, voce podera trocar pelo DV-2000 sem nenhuma modificacao de
software. Os dois modelos possuem softwere de comunicacao para
computadores grandes (IBM, BURROUGHS, etc.) e poderao ser utilizados
para consultas, transference de arquivos ou stg^gsmente entrada de dados.
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nhd.
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potepx/ai,
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Phemx de 32/96 Mb.
■ interface para at£ 8 terminals comunt e man
IS terminate inteH^entes.
■ Interface para uaidade de fita,
■ iictema openxhmal DV-DOS, CP/M 2.2 ou
MPM II.
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cam CP/M versao 3.0), ja dtspanfvel,
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■ 64 Kh <h memoria RAM.
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drdo Cenuvnis.
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(03I)20I-7SS5.
CURSO DE ASSEMBLER - VI
Codigo objeto:
LD
(BC)
1
1
1
1
1 —
I
-> 02
Descricao: O conteudo do acumulador e carregado na posi-
cao dc membna especificada peio par de registrado-
resBC.
(BC)<-
LD (BC),A
Ciclos de mdquina (M): 2
States (T): 7 (4,3)
Flags afetadas: Nenhuma
Um exemplo: se o acumulador contem o byte 7 AH e o par
de registradores BC contem 7000H, a instrucao LD (BC),A
resultara na carga do byte 7AH na posicao de memoria 7000H.
1 6 — Move acumulador para memoria
Formato:LD (DE), A
Operac.do: Move o conteudo do acumulador para a posicao
de memona apontada por DE.
Codigo objeto:
LD (DE) , A
— 1
1
1
1 —
1
I —
I
1
T
I
"► 12
Descricdo: O conteudo do acumulador e carregado na posi-
cao de memoria especificada pelo par de registradores
DE.
(DE)<«-
LD (DE),A
Ciclos de mdquina (M): 2
States (T): 7(4,3)
Flags afetadas: Nenhuma
Como exemplo, se o conteudo do par de registradores DE
e 4500H e o acumulador contem 45H, a instrucao LD (DE), A
resulta na transference do byte 45H para a posicao de meino-
na 4SO0H.
17 — Move acumulador para memoria
Formato: LD (nn), A
Operaeao: Move o conteudo do acumulador para a posicao
de memona apontada por nn.
Codigo objeto:
LD
(nn)
I L_
EXEMPLO
i i i i i i i
110 10
H | 1 — | j-
-I — I h
J I I I I L
LD
(37E8H)
— i 1 1 — i 1 1 1 —
110 10
_i — i — i — | — | — ^_ H —
1110 10
— H — 1 — I — I — I — I — (—
110 111
i I I I I — I — I —
> 32
> E8
-> 37
Descrigda: conteudo do acumulador e carregado no en-
dereco de memoria especificado pelo operando nn.
Em codigo de maquina, o pnmeiro operando n e o en-
dereco de mais baixa ordem.
LD U000H),A
U000H) <
Ciclos de mdquina (M): 4
States (T): 13(4,3,3,3)
Flags afetadas: Nenhuma
Como exemplo, sc o conteudo do acumulador e o byte
7DH, apos a execucSb da mstrucao LD (3140H),A, o byte
7DH sera transferido para o endereco dc memoria 3140H.
1 8 — Move registrador para registrador
Formato: LD A,I
Operando: Move o conteudo do registrador I de 8 bits para
o acumulador.
Codigo objeto:
LD A , I
— I — I — i — i — i — i — i —
1110 110 1
—I — I 1 — I 1 1 — h-
10 10 111
I I I I — I — I — 1_
> ED
> 57
Descriqao: O conteudo do registrador de interrupcao veto-
rada I 6 carregado no acumulador.
LD A, I
A<-
Ciclos de Mdquina (M): 2
States (T): 9(4,5)
Flags afetadas: S — Setado se o registrador I e negative Ca-
so contrano ele e ressetado;
Z — Setado se o registrador I e zero. Senao e
ressetado;
P/V - Contem o valor de IFF2;
N — Ressetado;
C — Nao afetado.
Como exemplo, se o vetor de interrupcao I contem o byte
4AH, apds a execucao de LD A,I o acumulador tambem con-
tera4AH.
19 — Move registrador para registrador
Formato; LD A,R
Operando: Move o conteudo do registrador R de 8 bits pa-
ra o acumulador.
Codigo objeto:
LD A , R
— i 1 1 1 1 1 1 —
1110 110 1
— I 1 — I 1 1 1 h—
10 11111
I I I I I I I
> LD
> 5F
Descricdo: O conteudo do registrador de refresh R e carre-
gado no acumulador.
LD A,R A-4 R
Ciclos de Mdquina(M); 2
States (T): 9(4,5)
Flags afetadas: S — Setado se o registrador R for negativo,
ressetado em caso contrano;
Z — Setado se o registrador R e zero, res-
setado em caso contrano;
P/V - Contem o valor de IFF2;
N — Ressetado
C — Nao afetado
76
MICRO SISTEMAS, jutho/83
Um exemplo; se o rcgistrador de refresh R contem o byte
4AH, apos a execucao de LD A,R, o acumulador tambe'm con-
tera o byte 4AH.
20 — Move registrador para registrador
Formato: LD I, A
Opera^do: Move o conteudo do acumulador para o registra-
dor I.
(.odigo objcto:
Operagdo: Move o conteudo do acumulador para o registra-
dor R.
Codigo objeto:
LD R , A
— 1 1 — i 1 1 1 1 —
1110 110 1
— I — I — I — I — I — 1 — k—
10 1111
I i I I I I I
> ED
-> 4F
LD
1110 110 1
—I 1 — I 1 — I — I 1—
10 111
1 1 I I I I L_
ED
► 47
Descricao; O conteiido do acumulador e transfendo para o
registrador de interrupcao vetorada I.
1<-
LD I, A
Ciclos de mdquina (M): 2
States (T): 9(4,5)
Flags afetadas: Nenhuma
Como 'exemplo, se o conteudo do acumulador e o byte
57H, apos a instrucao LD I,A, o registrador I tambe'm contera
o byte 57H.
21 — Move registrador para registrador
Formato: ID R.A
Descrigao: O conteiido do acumulador e carregado no re-
gistrador de refresh R.
LD R,A R4 A
Ciclos de mdquina (M); 2
States (T): 9(4,5)
Flags afetadas: Nenhuma
Como exemplo, se o acumulador contem o byte 5 AH,
apos a execucao da instrucao LD R,A o registrador R contera'
o byte 5AH.
_ Na proxima aula vamos ver as mstrucoes do Z80 que corn-
poem o grupo de carga de 1 6 bits. Ate la. ■
■ Amaury Correa de Almeida Moraes Junior 4 formado pelo curso de
An6li,se de Sistemas da FASP, tendo feito diversos cursos de aperfei-
coamento nas areas de Eletronica Digital e Microprocessadores.
Amaury trabalha como Analista na PRODESP, na irea de mini/micro-
computadores, presta consultoria a empresas para a implantaqao de sis-
temas de microcomputadores e da" aulas de Assembler na Sacco-Micro-
computadores, Software e Hardware, em Sao Paulo.
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1
1
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I
IE
n
£#•>*
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ria RAM de 16 Kb. BltiaWMiti j fl Cartao adi-
ciona| para utilizar CP/M. WtiSSSEffiJM
ter m i rial para 80 colunas e 24 linhas.
t la iltW ifclffliaigifl Cartao para programar
tfc e quei mar 10 tipos E PROM's de 24 pi-
V%. : nos. GaaflggiiS Igj Cartao para de-
'%.■■ senvolvimento e teste de novos
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simplificar e agilizar o sea trabalho no TK82-C,
Composicaode
pregos unitarios — II
Jos& Eduardo Maluf de Carvalho
Esta € a continuacSo do programa ComposicSo de Precos Unitarios, que permite elaborar
o^amentos para construcao civil. programa permite fazer 271 composites de precos
unitarios, seguindo a ordem padrSd de una planflha quantitativa.
Em virtude das limitacoes de mem6ria do sistema utilizado — o TK82-C, com 1 6 K — o
programa foi dividido em duas partes. A primeira delas, publicada na edicSo n9 21 de
MICRO SISTEMAS, abrange ate* o item 12 (coberturas) da planilha padrao,
num total de 136 composicSes de pre9os. A segunda parte, aqui publicada,
cobre os itens restantes, perfazendo 135 composico'es.
Precos Unitarios — 1 ? parte
le rem "psecos unitrrids-
15 CLERR
se SL.au
as print err b i 2;"precos u&ctar
30 PRINT RT lL,aj"PRQGRflHn OE6
ENUOLUIDO PELS RRaUTTCTO JG5E ED
URRDO MRLUF D6 CfiRUfiLHO"
a-w PRUse ise .
50 POKE 16437 .,255
e.e> cls
62 PRINT RT U.>&; ' RKCfTE QUfWTFO
S E BUR IS SRQ OS ITEN5 SUE UtJCE
UHI USRR HO PRQJETO, PRRR R SBMR
TDRIR FINRk"
63 PRU5E 189
64 POKE 16437, ass
58 CI_S
66 PRINT RT 9,2; "PRECOS BftSE t>
O MES DE JUNHQ DE 1962 - DRTH=18
73 . 37"
70 LETT J = 1S75.37
72 PRINT RT lS,S;"OIG3TE a XND
ICE DE RERJUSTE tORTN OU 5INDJICH
TQS DE COMSTRUCRD - EX. I RERJUST
e de 59. 68 pc - digite i.sesssia
73.37) "
7+ INPUT H-
76 CLS
7a let K=rt- J '0
S© i^XM Ft [1.37)
SB E>XH S5il37,i6;
9S rRST
iaa let c=a
110 FOR C = l TO 137
120 LET B*{1) ="1-£>EM DE FUMD H3
FIU1 =S46B
126 LET
128 LET
CONC="
130 LET
132 LET
RM M2 = "
13* LET
136 LET
L OU CER =
136 LET
140 LET
NC M3=T
1*2 LET
144 LET
RRM M2="
1-4-6 LET
US LET
Oss-
IS© LET
isa LET
l"tL = "
154 LET
156 LET
B>V.'C ML = "
fitSi =S46B
B* (4) ="4 -DEM DE REV RRS
ft 14.) = 110
B* C5) ="S-DEK
REU R2U
R 15) = 1S5
G* (61! = "6-DE!"t DE PI3Q CO
R £©) =3619
G£C7i ="7-DEN DE PIJ
B(7) =165
6$ (S) ="E~DEM DE PI5Q MR
B ES2 =L1B
B«(S) ="S-D£H *>£ TUBO FF
fl (9) =BS
BS(10) ="ia-DEM DE TUBO
155 LET R I 10) =102
1&4 LET 65(11) ="114)£TIR DE SLU
EH M3-"
166 LET R(11)=S1SS
163 LET 8t(l£)="13-R£TIH DE MOD
P..' TELM n2 = "
17B LET fiii2i=60B ^_ _^„
17S LET E$(13)^"13-seTIR DE ESQ
USD H2 = "
174 LET fit 131=715
175 LET Bt(W?="l-i-RETIR DE ESO
HETRL M2="
178 LET H(14)=5fla
iee let B¥ • i-s> =-i5-retir de int
ER E TOHi"
IBS LET H(i5)a«
184 LET ESH5J ="1B-RET1R DE COM
DUIT HL="
156 LET ftll6)=lfS
1SB LET BS117)="17-RETIR DE FVPR
R ILUMIMc"
1SB LET fl(17)=23S
192 LET B# tlSJ ="1S-RETIR DE RPR:
R SRt*TT = "
194 LET ft(lB>=78&
196 LET B*U9)="19-RETIR DE CX:
DHGUR=-"
195 LET R(19) = 1390
£36 LET Q* (20> i T, aO-TBPUME TE PI
M="'
SOB LET R t2@> =2000
E10 LET Bf (21) ="Sl-BRRRHCRO TE»
PIN="
212 LET a £21) =16132
214. LET B!|i(a£)="a2-1M5T PROU «G
UR = RT "
216vLET R!S3)«!l61S9
218. LET Et(33)="e3-IN5T PROU LU
-2647
;"a4- IN 5T PfiGU FQ
Z PT*='
£E0,LET R03)
aae let at. i a* j
RCR PT="
S24 LET R(S4) = B132
2SE LET Bt(25i= , 'SS-IN5T PROi.' S(R
NIT Vr = "
22S LET fl (25) =15474
336 LET B$ (26; = "E6-HMP TERRENO
~232 LET R(SB) =4.2 ^__
S34 LET B«<27) ='=7-CORTE OU BTE
RRO M3="
236 LET R 127) =622
a3s let e« (2b; r-aE-soMCRSEWS tM
TH 4Bi ML="
240 LET R(aE)=455S
242 LET SS<22) ="29-LOC FUND H2=
244 LET R!a9)=9Q
£46 LET B*t3Bl="3B-ESCRU MRU H3
_ 248 LET FK3B)=760
aSa LET 6*(31>="31-ESCORRM M2="
SS2 LET R(3i)=ana
254 LET B* (32) = -32-RPXLQRW H3="
35B LET R!3ai=137
255 LET E$ (33! ="33-ClrTTR C Ft RE
5P RLU «3="
26Gt LET RtSS) =37337
aea let b* (34) ="34-brqcr & as m
L="
ES4 LET R(34)=127S
E6& LET BSt3S)="3S-EST PRE MOLD
3BT ML="
268 LET R (3S) ^3511
270 LET S* 136) = "36-E5T STRRUS E
«T ML="
272 LET Rt3GJ=lSSS
S74 LET BJ 137* ="37-6ST STRPUS 3
ST ML="
E76 LET R137)=22SS
273 LET 6* t36J ="3B-EST PESF MET
H SX<3 HL="
2S3 LET H !2SJ =4S+H
262 LET BS(39i ="3S-nL'.i iFIS TIJ
BRR H3="
284 LET Rt33J=123ai
290 LET Bt(4B)="40-C5 PREP OSRR
2SQKG="
292 LET R(4B)=15848
294. LET B$ (41) ="41-FGRMRS P/ CR
M2 = "
236 LET H(41)=HE33
S93 LET 6* (42) ="42 -PER CQRT DOS
R CR50LKG="
see let R(42)=a2i
302 LET B* (43) ="43-C fl SSTR 303
KG M3="
304 LET R(43lsS3aai
306 LET B*(44)= ,, 44-CURR CWC M3
SOS LET Rt44)=2470
310 LET BSf45)="45-ENSRIO COHP=
3ia let pi <45) =2asee
314 LET B*(46)="46-RLy IT TIJ 8
FIR="
316 LET R<46)=3171
318 LET BtS47)="47-RUJ 1/ST TIJ
EIRR = "
330 LET R(47)=1S86
322 LET B* I4S1 ="4B-RLy IT TIJ L
RH="
324 LET R(4S)=S402
326 LET B*149)="49-RLV l/^aT TIJ
LRM = "
325 LET R (49) =S7B1
330 LET B*(5B)="5a-RLV XT TIJ B
332 LET R(Sa>=2221
334. LET BlttSl) ="E1-RLW li^2T TU
BRI="
336 LET" ft (SI) =1A4&
333 LET BSI53)-"S=-RU' EL. GONC
20 = "
340 LET R 152) =2325 _„,,_
342 LET Bt(S3)="53-RLU BL CONC
344 LET R(53) =1S1S
346 LET Bi(54) = 'S4-RLU PEDRRa
346 LET fl(S4)=9B76
3S8 LET BSI56J ="SS-«LtJ CORT CR
3BBKG H3=" „ „.
3S2 LET R CSS) =61431 . _...,_
3S4 LET B$!56>="S6-IMPEf)tI FUND
M 3= -
78
MICRO SISTEMAS, julho/83
356 LET R(5Si=1.33d.
3SS LET BSE57! ="57-IMP PRR J.HT
eyrr=-
360 LET H(57i=14?l
362 LET BS(SB)="58-IHP CX C-«G P
ISC M2 = "
364 LET Ft<58)-3SeS
366 1_ET 6S(S9)="Sa-IKP LfiJES="
37B LET R{S9)=ae>aS
37E LET Bt(6e)="SC-IMP LRO C .' T
ERHEC="
374. LET F)t6e)c3SBS
376 LET 6)!t6I.I="61-IHP JUNT Gf
CH CQBRE="
378 LET fl (61) =3529
380 LET B* !B2) ="6E-REU CHRP CI
HH 13 = "
362 LET H16E)=£3S
_3B4- LET BS(63l="53-REy XNT CRC75
3B6 LET H(63)=*B3
3B8 LET S« (64.) ="64-REU INT FIN =
395 LET R(64>=3&9
_39a LET Bt(B5)="65-BEU £XT BROS
391 LET R (65) =659
396 LET Bt(66)='-6e-REV EXT FIH =
397 LET Hl66)=+74
398 LET B«(57)="67-FR5T FRIR +X
4 = "
400 LET HlB7f=5E©9
402 LET B$ (68) ="68-fiEO PAST POR
C *Xi= M
AB4. LET B(66!=5ia3
_*06 LET B* £63* ="63-L£TQGERRMICR
40B LET R(B9)=39aS
4- IB LET B$ (70) ="70-REU PED MINE
413 LET R(70>=3436
4.3.4. LET BJ(71i="7I-SEV,' PES SRfiN
ITO = "
416 LET R(71)=W76
tlS LET BVI721 =' , 72-RElJi HARM BR
ESP STO = "
4E0 LET R (72) =4625
433 LET B$(73) ="73-RELt HARM THB
U£RT="
4.34- LET B1731 =74B6
+26 1_ET B»(7+l ="74-REy «RRH PRR
RNR = "
12S LET H(7*)=B5a6
430 LETT B*(75l = '75-SEy MSRH TIJ
PRE = "
4.33 LET R(7S)=iaBlS
4.34 LET B*176) ="76-fiZUL BR S.SX1
S="
436 LET R (765=3067
43B LET B*(77)="77-fiIUL 15X3.5 C
ORs"
440 LET H(77)=3197
4*2 LET BS<7B)="7B-RZUL 15X1S i>
£C = "
4.4.4. LETT R (7B) =34.5"?
4*6 LET B*(79>="79-»ZUL CUNT fiL
UM Mt_j="
+*B LET R179I =854
4S0 LET Dt<e0) ="88-LfiMBRI5 CEDR
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4S6 LET fK6iJ=2437
4S& LET B*(6£)="3£-LRMESIS JSCR
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4se let Rt3ai=a6B6
462 LET BS(B3J ="B3-REU CM DtlRH =
4.64. LET Rl83)=3al3
466 LET B*ie4->="B4-FO« TB ?IN H
HC-FEH = '*
46B LET R(B4) =26*0
479 LET Bf (SS) ="SS-FQR CH DURA
60X68="
47E LET BtSSJcSfflSl,
474 LET B«(SB> ="B6-FOR CM DLSRR
TenMHCUST:"
476 LET R(66)=37S9
4.78 LET eS(67)="E7-FOR PL GESSO
- 4.SB LET R(S7)=l=>ft©
432 LET B* (SB! a"BB-FOR RLUMINIO
434 LET njBB] =B53a
4S6 LET B»(B3)="B3-FQR PWC RIGI
DO = "
4SB LET R*69J=as6©
490 LET B$(SB)="S8-l=aR LRvJE PRE
492 LET fit9«J=4167
494 LET 6S01)="*I-LRJE PREL-"
496 LET BI91I=6325
493 LET B»(9£)="aa-LRSTP.O C 5 6
CM = "
S00 LET R [921 zll78
SlflLET Bfl93)="93-CERfiH ESM 7.
5 12 LET R (93) =2960
S14 LET B*(94)="a4-LRJOTfl 33X30
~316 LET ft[94)=2U7
SI© LET B«(9S!="9S-C-RCe CERRM="
32® LET H!9^J±2213
522 LET B$ ESS) ="96~PISQ CER 15X
15 = "
3S4 LET Pi 196) --26S4
326 LET BS (97) ='-97-PISO CER SBX
23="
528 LET H 1375 =3B54
530 LET Bf !9S) ="96-PlSQ GER aax
313=-
332 LET H!98):d589
_ -j34 Lf=T B| [991 ="99-PISO GRflHIL=
S36 LET R (99) =2123
S3S LET 6$ (ISO) = "10S-GFSflNIL ESC
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548 LET fl(109)=a63B
54-2 LET B* ( 101) ="lBl-PISO PD HI
NEIRR="
544 LET R(lBl)=2a7B
545 LET B$lie2)="lB2-PI5CI SRflHI
TO = -
S4-B LET fi(lS3!=lS37
SS0 LET BJ! (1B3) =" 1B3-PXSO PO IT
ncoLOMi="
555 LET R< 103) =4599
554 LET B* ( 104) =" 104-PISO ISRn
BR E STO = "
556 LET R(lB4)=597a
555 LET tj?(10SJ
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560 LET fl(105)=
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564 LET R ( 1_B6) =
566 LET BS(107)
TIJ PHETO="
565 LET RS107) =
570 LET B$lia6l
MM="
572 LET fl<10S)=
574. LET BS (139)
7X21="
S7S LET R ( 1B9) =
S7S LET B*<110>
CR="
5S0 LET fUlLBIs
561 LET Bf(lll)
CONVENC H2="
SBE LET R (111) =
583 LET Bt !11S)
ITE="
534 LET Rtli.2* =
556 LET Bt(l 13)
="lB5-rI5a MfiRM
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="ie7-PI50 MRRN
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='10B-PRUIFL£X 2
3 IBS
="tOQ-PISO TRCO
="iie-prso TRB p
443S
= "tll-F£ffl«IPISO
34B5
= "tia-R;QD BRRNIL
1237*
= "113-RQO PI> MDM
592 LET
594 LET
PE="
596 LET
596 LET
CDRDs>"
fjJOB LEX
BB2 LET
EX = "
604 LET
6B6 LET
~60B LET
610 LET
R<113) =73B
Bi (114) ="114—ROB snnNrr
R (114.) =717
B * ( 115! = " 11S-RQD MARnOR
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asillnJ ="ll£.ROD PER Cx
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R( 1171 =494
Btllia)="118-PeiT CERRM
R (11B) =946
B$!119) ="119-PEXT HRRH =
61E LET R (119) =144-2
§14 LET S$(12B!='-12B.SOLEIHS CE
HHM =
616 LET R U2B) = 1554©
618 LET Bf(121)z"lSl-50LEIRR HR
6a© LET fit 123.) =1663
Hl-|flfel5=? 5tl221 -" ia3 - Mfi£I "' T ^
62* LET R( 122) =3032
S26 LET B*(123) ="123-MRD P.' TEL
ni rm="
saa LET B ( 123 > =2415
530 LET 84 ( 124) = " 124-CQB TEL FR
RNC="
633 LET R(121) =1882
634- LET BS<lS5)="laS-COB TEL PF*
636 LET ft!ia5i=P152
638 LETT B$I12B3="136-COB TEL PL
540 LET R (125) =1437
642 LET B*ia.27)="127»7eL FIB CI
M 3t-iri=-
S44 LET fl[127i=lS9S
646 LET BS(iaS) ="133 -TEL CRHflLE
Tt 99 =
54.B LET fitias) =1999
S5S LET B5I1S9) ="129~T£L CRMRLE
TE 43="
652 LET R{1,29)=29SS
654 LET BS (133) ="13S-TEL RLUM 1
MH = "
656 LET R(130] =3s4S
656 LET. B* (131) ="131-TEL PUC = "
660 LET fi(131:=SS97
cS2 LET BJI1331 ="13S-TEL C-OftQS
561 LET a ( 132) =26663
RCRIL-" T BitlSSi.-^S-TEL POMOS
66S LET R (133) =46160
670 LET Bt(134}="134-PQRT INT C
RT FER="
672 LET R!134.)=12BB7
674- LET B9 (135) ="135 -PORT E>TT B
RT FER="
S76 LET R(13S)=143BS
67S LET B»tl36)="136-dflN COR UE
N FER =
630 LET S (136) =14624-
662 LET BJ (1371 ="137 -PERS EMR E
XT FER="
634 LET R I 1371 =12202
714 PRINT BJIC); INT [K*R(Cj)
7 IS NEXT C
72a PROSE 1 2S0
721 POKE 16437 .aSS
722 CLS
73» SLOU
731 LET TOTRL &ft QBRH=S
732 PR TUT "OUflNTOS XTENS U3CE V
RI USRR?"
733 INPUT X
734 CLS
738 FOR M=l TO I
740 PRINT "QUE XTENS I'OCE URI u
SRRT"
75B INPUT C
r 7 .I£=. P 5~ NV ' OUHm ' f,S <-"E7iE3 (BURNT
IQRDE) r
770 INPUT Q
78B PRIMT BS(C),Ilsrr (KtFitCfH
76)0 PRINT "TOTRU= ": »: "X" : INT (
K*R(C)),;" =",TfiB 24.; INT (0*K.iR(C
7S2 LET TDTRL DP OSRR= TOTTIL DR
OBRR+IKT (0*K«R(C))
794 NEXT M
795 PRU5E 60S
797 POKE 16437, 2SS
799 CLS
« S SS ES2H T .2 T a.-a, -TtrrRL e>q gust
°..°a OBRft NE5TE PROeHR«a='r-CR*
.TOTAL OR OBRR *
810 PAUSE 500
820 POKE 16437.255
830 CLS
^S«l, PRINT RT 9,2; "SHTISFexTQ IS
859 INPUT 5$
65S 7 CLS
§§£ JE" =* = "N" TH6N GOTTT Eff
37a XF S* = "S" THEN PRINT RT la-,
a; "OBRIGRDO - FTFE LOGO"
see pause ibs
S9S poke ists7, ass
SOB CLS
9-1B STOP
Preeos UnMrios —2* parte
10 REM "PRECOS UNUflBIOS"
J.S REM "2fi. PRHTE"
IS CLEAR
20 SLOU
25 PRINT RT S.£; "PRECOS UMXTOtf
105"
30 F»RD>Fr RT 11,8; "PROSfSWVf- DES
ENUOLWIDQ PEL.O RRQtHTETO ,JOSE Ee
URRDO MHLUF £>E CRRURLHO"
40 PAUSE 180
50 POKE 18*37,255
50 CLS
_ ga PRINT RT II 2, "RMOTET OURMTO
S E 9URXS SRO OS ITEMS QUE UOCE
VRI USRR, PRRR EU SOHfl-LOS"
63 PRU5E K40
64 POKE 16437,255
66 CLS
68 PRINT RT 9, £>; "PRECOS BRSE D
3 HES DE UUNHO DE 1982 - ORTH=a»
78 LET Jq1873.37
tl 72 PRINT RT ia,S; "DiernET R ORT
N DO HES C.FJSEJ8DO {QU UH 4*»iCE
DE REflJUSTE) " >»-«<«
74 INPUT H
76 CLS
75 LET K=M^J
60 DIM B* (137,26)
QB DIM B(137)
95 FRST
100 LET C=3
110 FOR C=l TO 137
^120 LET e*(l) ="l-CflXX FE BftSC M
122 LET Ril)=7316
124 LET B* (2> ="2-CRIX FE CtWtRER
M2 = "
1S6 LET R(2)=>11134.
128 LET E* (3) ="3-CRTX FE MRXIMR
R M2="
130 LET fi (3) =14254
133 LET BS<4) ="4-JCRIX FE PORTR
RBRI M2="
134 LET R(4) =17894
136 LET B* (5J ="S-CSXX FE CRHUEr
PROT M2="
138 LET fl(5)>=S18B
140 LET B*(6) ="6-CB-IX FE PORTR
ENR M2="
142 LET R( 6) =10333
^£*-j£: LET " B*(7) ="7-CR-TX FET PORTR
RRNT M2=
146 LET ft(7) =1859»
143 LET BJlB)="3-CBrX RLUtt CORR
ER M&-"
ISO LET fl (S) =18632
152 LET B*(9) ="9-C«IX flLUH BRSC
M2 = "
154 LET ft(9)=211SS
156 LET B*(10J ="10-CflIX RLUM MR
XIHRR M2="
158 LET fi(l«l=21882
MM 6 M2=^' r B)(iI, -' 11 - llII > TRRNSP 3
169 LET flf 11) =4.537
164 LET Bttia)="ia-UID TRRNSP B
MM M2s"
166 LET R( 12) =6631
155 LET B*(13)=-t3-WH> FfWr *Mt-t
M2="
170 LET R( 13) =3731
172 LET 8J (14J ="14--Ur& RRRMRCO
smm na =
174 LET Rt 14) =10933
176 LET B*(lS)="lS-Vlff CRNEE. 4W
M ?i2 =
179 LET Rtl5> =11440
18ft LET BJS16) ="16-ttIO PR03QL. 4.
MM HE-"
1S2 LETT Rt 16) =11**0
1S4 LET Bi(17) ="17-UXD PRDSEJL 6
MM M2="
156 LET R(17) =19240=
iaa let B*tiei ="io-uid C£iLa(5.GL«
190 LET R f IS) =lS(S6?i
192L LET" B*(igj ="19-TtlBU P«C^ «SfcJ
R 1^3="
194 LET HU9.W494
196 let b« o»} ="ae-Ttm& we «au
R 3^4="
198 LET Rf2R) =631.
aB» LET" B$<21) =~ax-TtBBC Wg HSU
R 1="
382 LET R(21)=7S7
SB4 LET BS (S2> ="P2-TUSO PUC RGU
R 1 l/-4 = "
206 LETT n(22) sStSS
288 LET BS (S3) ="23-TlJ30 PVC RGU
R 1 1/-S = "
210 LET R (23) =1203
212 LET Bt(24) ="23-TUBO PVO RGU
r a="
214 LET R (24) =1435
£16 LET B* f2S) ="SS-TUBO PlIC ESG
2 = "
ais let fl t2B) =ieia
220 LET B* (26) ="26-TOSO PL'C ESG
3 = "
332 LET fl(2SJ=!S£l
224 LET SS <E7) = J 27-TUEJO F«C ESG
236 LET R (27) =1446
828 LET B* (23) ="2S-TUBO PUC ESG
230 LET Bi23)=S122
232 LET a* (29) ="29-TUBO COBRE 1
234 LET R (29) =1137
236 LET BS(38)="3l3-TU80 COBRE 3
238 LET ft (33) =1431
240 LET BS(31) =' 31-TUSO COBRE 1
242 LET R(31J=1743
^, a ** t - ET B* (32) ="32-TUBO FF E5G
246 LET R (32) =3309
243 LET BS l'33.l ="33-TiJH£t jFJ=- £se
250 LET R (33) =4163
252 LET B*(34) ="34-TUBO FF ESG
234 LET B (34) =3449
S5o LET Bt(3S)="3S-TUBO CIMRMXR
258 LET R (35) =1229
MICRO SISTEMAS, Jul ho/83
79
COMPOSIQAODEPREgOSUNITARlOS- II
£60 LET E$ (361 -"36-Ti-SSO CIMflNIfl
NTS 4 = "
262 LET R!36) 5151S
264 LET B$(37! =*'37-BflCIfl SIF CO
a c/ met= -
266 LET fl(37) =lS39i3
?5S LET B$i3S-' ="3S-3IDE -L.i)R C ..."
E>UCHR=-
270 LET H(33)=E3337
372 LET S* (3S) ="39-SAN EHB COR
C/ MET 5P = "
274 LET fli39J=91767
£75 LET BS (4.03 ="*8-J_RV 6/ COL C
/MIS 6SXSO="
273 LET fl (40) =1518+
28B LET EJftl! ='4-l-LftU C- ■• COL l_.
fMIS 5EX50="
aeaj.ET (siai) =2331*
284. LET BS (42) ="4-2-)-?XCT COB C/
HET 44X77="
336 LET A (42) =8268
233 LET Bt(43)="*3-Pl"fl INDX 47X
33 C/ MrST=t"
298 LET A (43) =25+452
292 LET 3ti4.4)="*4.-PW INOX 56X
33 C/ MIST="
394 LEX A (44.) =25322
296 LET B* (+5) ="45-CHW BRfJCO F-
XXO = "
£98 LET B (4-5 J =+953
3*« LET B*(4-&) ="46-CHUtt HRftCLD ft
RTIC="
332 LET Rf+6)=924t3
3«4 LET B*(4.7) ="4.7-£3<!.«-' ELETRXC
Q = "
3B& LET fl<+7)=3753
3BS LET BJ(*SJ ="4.S-CX OESO PWC =
3xa let ft(4.gj-4.eg3
313 LET B* (+9) ="49-CX ASUA CIM
HH 590L="
31* LET ft (*9) =1B796
316 LET Bt (50) s'-SO-CX fiCUfi CIK
RM 750L="
318 LET fl ?58) =31826
338 LET BSI'51) ="51-C^ HGUA CIM
Bl-I 1M3="
322 LET A<511=24-95&
32+ LET B* r62) ="S2-TO C&HC S8X6
a C/ HET = "
326 LET R(52)=9B+3
323 LET BJ(53!="53-TO LOUM 63X
£55 C/ CBL = 7r
330 LET ft (S3 J =17626
332 LET BS (54) ="S*-TO GRANXL SB
xse="
33* LET fl(5+) =134.63 .»_„,
336 LET E*(553 ="SS-TO XNOX 63X7
3 = "
338 LET R( 55 J =234-18 „„™«™,
340 LET B*fS©) i-56-FILTRO PAREC-
3+2 LET A (S6) =11557
34.4. let Bt(S7j="S7-fis«JEe- aeufl e
LET 15BL ="
3+6 LET R (57J =5g=ra»
34.8 LET »S*5<B) ="SS-flSU£C AGLU4 S
AS 10L = "
358 LET fl (S3.» =36533
352 LET B*4S9) ="53-AeJUEC CriBTOL
CENT="
354 LET A (S3) =23738
336 LET B* (60) ="60-AOUEC EN i?OL
ar iep=**
353 let fi(68*=593eee
360 LET Ot (613 ="6i-BESEP ELET 4-
0L = "
362 LET fltSlS=S66Si
364- LET BJ (6fi> ="62-rtOT3BOHBS CE
NT 3/4="
366 LET fl (62) =57928 _
363 LET BJi63) ="63-MOTOBOHBB CE
NT 2 = "
370 LET fl (63) =63276
372 LET BS (64) ="64-f"tfiN£ INC 1 X
/2 ML = "
374. LET fl (64) =731
376 LET B* i'6B) ^"65-ES« »*C 1 1/
2 = "
375 LET R (66? =19ftl
360 LET B* (66) ="66-ABRIGO 6«X3e
xsa = "
382 LET A (66) =9711 __ _ ^^
384- LET Bt(B7)="67-EKT 002 6hS =
3S6 LET A 167) =3.3623
^fi s SSMM^MWil
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338 LET Bt(53)="S3-EXT PO OUIH
6KS=" , ^„ = ,
390 LET ft (S3) =7253 —*«,,«- ,
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394. LET R (691 =5623 «*»««■
396 LET B*(73)="70-EHT GER POaT
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398 LET fl(7S) =io99S ^^„ _
40(3 LET Bt(71J='-71-CX ENT HE& E
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4,02 LET fi(7il=33077 ~«v-3«
40 + LET B* t.72> ="72 -CX PAi> SSX2S
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+ 12 LET B*(74.)="74.-OUfl RUT 26 U
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414 LET fl C74-> ^eSS'BS
+16 LET BsfcCTS) ="75-CH BASE HARM
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IIS blT B iTf6?i"?l-CH BABE *RR«
3XWOB = " ^„^„
til LET bU T^f^-CH BR3, PORC
EL 3X3Bfl="
til t§T S iT? 3 r=^3-CH BA5E PORC
EL 3X60R="
4-30 LET fl (76) =1003 „„„ _, w.wai,
+32 LET S*C7S) ="7S-CX TEL 25KK20
xd.5— "
+ 3+ LET S(79)=35»0 ^ _„_
+36 LET B* (3B) ="8B-9USO TEL 3X2
XB . 2B="
t2l blr !i1iir=*Bl?PTO 3ECQ CON
D 3/-*="
t£f bir g^Mrt-^gi-auRD ur«r em
B tll tfr" gi?i 3 r=^tl-Ba™ a R, c««
+SB LET fl (33) =57™=PB „„„^„„_, ___
+52 LET B» (B+l ="S*-PfWlflRflXO Ffifl
N *S+ N LET f)(S4)=£2537 „„
4.E& LET BS13SJ ="85-PTQ LUZ GENT
**+5e LET fl(85)=*S3* „„-,, ^
460 LET B*t&&i ="SS-rT4TER RISK. 1
+62 LET ft(3S)=aESB
+ 6+ LET 8(187) ="-»7-INT£» PXflfL 2
AL +X4="
+66 LET B(S7)=3790
+63 LET Bti'QB) =-"e3-IMTEir PIK 6
RL *X+="
*7» LET R (33) =5S9S
472 LET B$(S9)='89-TOK E«B 113V
4.74 LET fl(3SJi2413
4-76 let b*o») c-ee-To« sua
ssat*
+78 LET fS(3©)=32*6
+B0 LET B$(9i! ="3i-TOM PISO ALU
H TRMPR""
+B2 LET fl (31) =4684
+8+ LET B$ (32) ="32-PLftFDNIER GL
OBO LEXT = "
+86 LET R (32) =6133 _
4Q3 LET B* (33) ="33-RPflR LUI FLU
OR 2X2BU="
+3B LET ft f 93) =6223 , s
+32 LET BS (2*) ="94-fiP(W LUT FLU
oa +.x+eij="
+3+ LET RO+3=Sl&2
+36 LET B* (3S) ="3S-CflBC PLAST N
6 = "
+98 LET fi(9S) =330
533 LET B* (36) ="S6-CftBO PLflST N
502 LET fl(36)=SS4- ^™a„ „ «- T „
SB4- LET BJ07! ="37-Cft80 PLR^T H
6S6 LET fl f27> =314 _ „__
S(Sa LET B$<96) ="36-CflSO PLfl-ST 3.
/-a = "
518 LET R(33)=12SS
512 LET BJOS) ="S9-FIO PIRR6TIC
1+="
514 LET ft (33) =64.3.3
616 LET B*(13B)="I»ffl-FIO [JJRflST
IC 12="
515 LET flUOBi =Sb
S26 LET B*V1B1> ="i31-FI3 PUJflST
IC 10="
522 LET S(iei(=il7,a7 „„„__
52+ LET B* C1B2) ="i«^-PXl3 PXftfljT
52S _ LET f)(lC2J =136-62
526 LET B*(1B3) ="lffl'3-FIO PIRflST
IC 6 = "
53B LET fl i 103 i =273.72
532 LET BJ(13«="134-CQMD PUC R
I G 1*"2 = " ^„„
S3* LET Rf 134.) =353
536 LET Bl-flBS) -"18S-COWO WC R
IG ■3^' + = '*
538 LET fl(lCl61=+-3+
5+0 LET B*(1BS) ="106-C0W0 PUC R
IG 1 = "
5+2 LET fl(lB6)=55S
54+ LET 9*(107) ="lffl7-CONB PUG R
IG 1 ly+=" ___
5+6 LET fl(lS>7) =735 _
S+l LET B*(133)="333-CSW )^fC- R
IG l 1/2=" _
^^0 LET fl ( ieS) =S63
ss2 let B$(iee>' ""'
55+~LET ftflB9, ! =2335
556 LET BJ(iiB)="il(S-COMD FP i.^
2 = "
5S5 LET R(11S>=522 _„„^ „ ,
56B LET BSf 111) ="ill~COM0 FS 3/
562 LET H(111)=B42 = ^ i
56+ LET B*(112S ="1I2-CCND (=6 1 =
566 LET fi(llS) =3S*
563 LET S*<113) ="-i23-C*m£> FS 1
1/4 = "
■a03~C0'HD P> l JC fl
575 LET Rfli3)=9«7
572 LET B* (114) ="ll+-COHD FO 1
1/2="
57+ LET B! 11+) =1166
576 LET BS (J15) ="116-COND •=(? s =
578 LET ft (115) =1+62 lm __ _
560 LET Btfli6!="116-C!»© PS 2
1/2 = "
532 LET R (116) =2233
5S+ LET B4 ( 117) =" 117-COt-tO *=G 3 =
588 LET fi( 117) =264-6
ESS LET B* (IIS) ="118
SOB LET fl(i!3)=796
532 LETT 6* (113) ="113
53+ LET fltilS) =12335
536 LET B*(1£C) ="ia«'
S38 LET fl (128) =566
6»6 LET S*(121) ="121-
/ MAS COR=" „„_
602 LET fl(121)=338
©a* LET B*(12E)= 122-
S ISs = LET ft (1223=653
633 LET B*(1S3) ="123-
C/ flflS COR="
613 LET fl (123) =114-3
612 LET Btfi24)="i24-
/ MRD=" = „_
614 LET ft(124)=6SS
SIS LET B*(1253= 126-
^613 LET fl(125)=10S3_
62B LET B*(126)="12b-
3/ HRD="
62S LET fl(12S)=&31
62+ LET B* (127) ="127-
°826 LET H( 127) =386
628 LET BJ(12S)="128-
633 LET 0(123) =491
632 LET B*(129) ="123-
^63+ W LET fl ( 129) =646
636 LET B*(130)= "ISO-
/ C50 FE="
636 LET fl(13SJ) =1*13
S+0 LET B*(131) ="131'
5/ ESO FE="
6+2 LET flii31*=936
6++ LET B»(I32» =132
6/ ESO FE="
3+6 LET n(132)=931
648 LET B*fl33) ="13'3
6S0°LET fl(133)=361
652 LET B*(134)="134
DISJUMTOBE
■P73 LUZ CO
■P I»T LflTEX
■PINT LflT C
-PXt^T OLEO
■ PINT OL£D
-P INT ESI1 S
-PINT B5M C
-PINT OLEO
-PINT OLSO
-PIHT UEBH
-PIMT MER C
-PINT E6M 6
-PINT 0L£0
-PINT GRAF
•RHSiP CflL flF
-LXMP PI505
lie LIT B**i35.r="i35-LiMP viwc
5 Ili blT g^l86)=!"136-LX»P REV C
Pftfltt""
112 LET Bi(137f=^37-LIHP flPRR
^pwrr="
666 LET A (137) =205
714 PRINT BSCC) ;ftfC)
718 NEXT C
723 PAUSE 3»a
721 POKE 16+37,255
722' CLS
•731 LET TOTAL DA OBR»*3
III PRINT "SUANTOS ITEMS VOCE V
fll OSAR7"
733 INPUT I
734 CL5
73q FOR M=l TO I
7+0 PRINT "SDflL ITEM VOCE Ufll U
5AR7"
76» PRIMT "OUflKTAS UEI£S?(8U»!*V
IDfl&E) "
770 INPUT O
78B PRINT B$*C);INT *K*A(C))
790 PRINT "TOTAL = " ; 9; ",X ; IKT
(K*A(C));" = ";TAB 26; INT (a**s*fl
< C) )
792 LET TOTAL Dfl BBRft=TOTAL Off
CBRR+ TNT <0*X »fl t CI )
734 NEXT H
735 PAU^E 6»«
797 POKE 16437,235
800 PRINT AT 20,2i "TOTAL COS MB
teriais Sa Sbra n*5ste pfloewwft-;
TOTAL Ofl OBBfl
813 PAUSE S0«
820 POKE 16437,2BS
III PRINT AT g,2;"SBTI3FerrO? <
3/N) "
850 INPUT S*
sll if S s*="n" then wraaa „_
87S IF S*="S" THEM P»IKT AT 19,
Si '■OBRIGRBO - ATE LOGO ■
380 PAUSE 180 „_
090 POKE 1S437,2SS
900 CLS
910 -STOP _
Arquitsto formado em 1976, Josd Eduardo
Maluf de Carvalho trabalha como autdnomo
em seu escritdrio, reaHzando projetos residen-
tial* e comerciafs. Atua tamtxfm am plana/a-
mento urbano na SEMPLA — Secratarla Mu-
nicipal de Ptanejamento de Sffo Paulo.
MICRO SISTEMAS, jutho/83
Vqam o que a untie de 3 emprtsas stilidas especializadas, pqdem oferecerpam suprir o seu computador.
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doOiapoqueao Clud
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certdOBepfSoportlijtannadotmtau Nylon importada.
Diskettes 8', Hint-Diskettes 51/4', fitas X-7 Digital. DataCa rtridges, Msras ftagnetkos, fitas nagnetkas. Leader Macho, leader
tones, fita Adesiva para ConexSo de Leader, Espettics RefleOvos, fitas de Arrastro. Tape-seat, fitas de PclieUtenopaia Magneti-
za&o e Fte-tiartac&o (CMC-7), Fita de nylon OCR. Wduefc para CFD, Pastas Anjuwospara Diskettes e fxmvuiirios Continuos,
RecuperafiodeDiscosFtagniScos, Reentmtagemdefitastmpressoras,
GRUPO MACMADO
MR Corn, tk" Hrod XerogralktVi I Ida
Palo kibbon Irtd. de Hui> lmprc-,<irui I Ida
Djta Nm;| A-ai-sv '[itniua S/C i Ida.
Adm. Vcnd,i*- Hid* I i>rd (>>rkr<>ne, 775 - Ipirtimjd
f rp. 1)42 U- I ck:v [Oil Ml 2 24
Tds : 273 2594. 274 1<SM 21^-4562/274 6240
Filirtl: Rij.i SiTMdor [)tinf*t«i h 75 ■ 22" Andtir
rUr>.du l.p.uir.. RJT L -t.; 220-4181
O tamanho e os precos diminuem, enquanto aumentam a capacidade
e o desempenho, Sao os novos perifSricos para micros, mostrados na NCC'83
NCC^: avezdos
perifericos
Ds nuerocomputadores, que ano
passado conseguiram firmar-se
| n;i National Computer Confe-
rence NCC dos Estados Urudos como
ma'qinnas "s^rias", recebendo uma
atencjlo antes monopolizada pelos siste-
mas rnaioTes, oonsohdaram a sua posi$3o
na NCC'83, realizada de 16 a 19 de
maio no condado de Anaheim, Los An-
geles.
Isso porque, se em 1982 foi a vez dos
computadores, notou-se este ano urn
accntuado aperfcieoamenta dos pcnfe - -
ncos para maquinas de pequeno portc.
As impressoras, por exemplo.tornaram-
se mais leves, compactas, velozes (a
maiona utilizando a impressSo bidire-
eional) e com precos relativamente mais
baixos, niirnero de fabncantes tambdm
aumetitou, mas os estandes da Epson
Amenca. Okidata e C-ltoh foram os que
atrai'nim o major mimero de visit antes.
As t^cnicas de impressao a cores, apre-
sentadas am paid rotnoi dois estandes,
deverao atingir miuto breve grande po-
pulandade, em virtude dos recursos que
oferecem.
DISCOS E TP
O armazenamento de dados for outro
setor em que a industna alcancou gran-
dcs avancos. Os discos n'gidos com tec-
nologja Winchester ficaram leves, com-
pacts, com maior capacidade e menor
preco, A Apple apresentou o proFile,
<lrivf com capacidade de 5 Mbytes desti-
nado a uso com o computador Apple
III, enquanto que a Radio Shack ofere-
cia aos usuanos do TRS-80 Mod. 12,
por US$ 3 mil 945, urn disco rigid o de
12 Mbytes expansivcl ate - 48 Mbytes, ii
uma companlua japonesa, por sua vez,
mostrou uma umdade de 50 Mbytes, do
tamanho de urn floppy de 5 1/4 polega-
das, por apenas US$ 5 mil.
If .,:■
imM 974. M
a mtk shvtm in th» fou
fraMticalb? iacf*asM s
iue to o"
■Hitl ciMttPivl to i
tet
No sistema VisiOn, o vkieo simula uma mesa comum de trabalho. Os rehtdrkw podem
ftcar st4perpostos como fblhas de papel. O controle de cursor, de SCROLL, ea execuftio
dos comandos stfo feitos pelo mouse, em suhstitulcao ao teclado.
82
MICRO SISTEMAS, lulho/83
TRS-80 Mod. 100: ate 32 K RAM, video com matriz de 240 x 64 ponton, mmlcrn
emhutido, interfaces paralela, serial e para cassete, alem de haterias reearregdveis que
mantem a memoria quando desltgado,
Na aiea de disquetes.ocorreu uma re-
ducHo de metade no volume das unida-
des, ao mesmo tempo em que os drives
de 5 1/4 polegadas auinentaram a sua
capacidade de armazenamento. Vanos
fab n can tes estffo lancando ftoppiei de
3 1/2 polegadas, que permitirao o uso
de disquetes nos micros pessoais.
Em transmiss3o de dados, muitos fa-
bncantes apregoavam as possibihdades
de Ugacao de seus equipamentos is It*
des tipo Ethernet ou Source. Oulras em-
presas, como a Apple Computer, de-
monstravam a ligacfo dos seus micros
;i mainfrWMi (sistenias de grande porte)
IBM e a rede Dow Jones de cotacSes de
valores. A Radio Shack apresentou a re-
de ARCNET, capaz de mterhgar de trSs
a 255 computadores TRS-80 Mod. 12
ou Mod. II numa rede local de automa-
cao de escntdno.
Aldm disso, Ires novas teenologias es-
tffo sofrendo uma rapida evolucao e pro-
inetem em breve um amplo espectro de
apjjcacao; a ultra-alta resolucao de vi-
deo, o reconhecimento de voz e a digi-
tahzacJJo dc miagens com armazenamen-
to em disco 6t.ico.
Os videos de ultra-alta resolucao, por
comportarem um numero bastantc clc-
vado de pixeh (pontos de image m) na
tela, possjbilitarn uma definic,a"o de ima-
gem muito supenor a dos vi'deos de alta
resolucao e incomparavelmente rnelhor
que os videos comuns de TV. numero
de fabneantes desses equipamentos tern
aumentado muito nos EUA, e o uso de
vi'deos profissionais nos micros pessoais
ja e* uma prdtica bastante dissemmada.
Cerca de 10 exibidores ofereceram
demonstracoes na a"rea de recoiiliixi
mento de voz e o vocabula'rio reconhe-
cido pelas mrfquinas tamb£in cresceu.
Devido a comodidade que oferece na
comumcacao homeni-miquina, esse se-
tor devera apresentar um creseinicnto
acelerado a medida em que os equipa-
mentos forem se tomando mais podero-
sos, reconhecendo um numero maior de
MICRO SISTEMAS, Julho/83
palavras e com maior precisao, Entre as
aphcacoes de entrada vocal de dados su-
gendas por um dos fabneantes desses
aparelhos, a Interstate Electronics Cor-
poration, en contra m-se a automacao de
ftbrieas, aplieacoes me'dicas, automacao
dc cscnt6rios e desenlio assistido por
computador.
A digital] zacao de imagens com arma-
zenamento em disco 6tico ibi a grande
atracjlo no estande da Panasonic. Nes-
se sistema, quadros fixos foealizados por
uma camara de TV (em preto e branco
ou a cores) sa*o digitalizados e em scgui-
da gmvados por um feixe de laser em
disco otico, num gravador especifica-
mente projetado para esse fun. A recu-
peracao dessa imagem e sua apresenki
jfo no monitor de TV 6 feita ponnier-
medio de um teclado localizado na parte
superior do aparelho, Essa ticnica tern
aplicacfo em setores como o cmemato-
graTico, educacional e de comunicacSo,
entre outros.
Entre os computadores, a grande es-
trela foi o LISA (Local Integrated Soft-
ware Architecture), da Apple, sistema
de 1 6 bits que pode operar tambe'm em
32 bits, Os micros de 16 bits, alias, esta-
vam presentes em diversos estandes, des-
tacando-se o Personal Computer da IBM.
Outras importantes novidades ficaram
por conta da Texas Instruments, que
lancou tambe'm o seu micro profissional,
provavelmente para concorrer com o
IBM-PC, e da Xerox, que apresentou o
8010 Professional Workstation.
O CAMUNDONGO E A TARTARUGA
Na area de software, mais espeafica-
menlc, de progra mas-prod uto, quatro
empresas sc destacaram na NCC'83: Vi-
siCorp, MicroPro, Microsoft e Hayden.
A VisiCorp, que adquinu do seu au-
tor o software mais vendido do mundo
depois do jogo Space Invaders, o pacote
fmanceiro VisiCaic, apresentou, ale'm de
uma nova versa"o deste - o Advanced
»
m
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VisiCalc - dois novos produtos, ambos
para uso no micro professional IBM-PC.
Visi-On segue a filosofia de soft-
ware extremamente poderoso e fdcil de
usar, com forte orientacffo grsffica, po-
pularizada pelo Lisa, da Apple. Ele ope-
ra 6010 somente nove comandos bdsicos
em Ingles, permanentemente mostrados
numa barra de menus ao pe" do vfdeo.
Ao se posicionar o cursor sobre o co-
mando, ele muda imediatamente de vi-
deo in verso para normal, mostrando que
estd pronto para ser executado.
posicionamento do cursor, bem co-
mo a lmplementacffo dos comandos sa"o
feitos atravds do mouse (camundongo,
em Portuguds), espe'eie de controle re-
moto ligado par um fio ao computador
e que funciona da seguinte maneira: a
movimentac.So do cursor segue a direcJTo
do proprio mouse, que o usua'rio faz
deslizar sobre a mesa. Quando o cursor
aponta para o comando desejado, o
usuano aperta o botao denominado SE-
LECT e o comando e 1 automaticamentc
executado. Um outro botao perrrute
controlar a velocidade e dire^ao dc
SCROLL (exibieffo sucessiva de lmhas)
do arquivo mostrado na tela.
Os comandos utilizados pelo Visi-On
sao o HELP (da" mstrucOes sobre a ope-
racffo do sistema), CLOSE e OPEN (fe-
cha c abrc janelas na tela onde sff< > apre-
sentados os arquivos), FRAME (estabe-
lece o tamanho e a forma da janela de-
sejada), OPTIONS (fomece o menu de
opcocs de qualquer dos programas aph-
cativos disponi'veis), TRANSFER (trans-
fere os dados para outras aplicacOes),
STOP {lnterrompe a execuca*o de um
comando), SAVE (armazena em disco
n'gido o que estiver na tela) e FULL (faz
com que o documento apontado ocupe
todo o espaco da tela).
Esse software permite rodar simulta-
ncamente vanos programas aplicativos
diferentes, todos com a possibilidade de
interagir cntre si. Esses programas po-
dem ser vistos na tela (diversos deles de
uma s6 vez) atrave's de janelas criadas
pelo usuario, que pode aumenta"-las, di-
minuf-las e desloca"-las para qualquer
ponto do video. Tudo isso sem tocar
no teclado, somente utilizando o mou-
se. O usuirio tambdm pode transferir
dados livremente de uma aplicacSo pa-
ra outra e, no caso de aplicacOes relacio-
nadas entre si, a altera ciTo nos dados de
uma provoca a alteracao automaTica nos
dados de todas as do ma is. Os resultados
podem ser aprescntados sob as formas,
simples ou combinadas, de graTicos, ta-
belas ou relat6no escrito.
outro novo pacote apresentado pe-
la VisiCorp na NCC"83 foi o Visi Answer,
que permite consultas a bancos de da-
dos no IBM-PC. Ale'm desse, a empresa
mostrou a sua VisiSeries, composta por
diversos softwares para planejamento e
controle fuianceiro, criacao e gerencia
de arquivos, processamento de texto
etc.
A MicroPro mostrou os seus produ-
tos CP/M para mjfquinas de 64 K RAM;
CalcStar (tipo VisiCalc), DataStar (siste-
ma para tratamento de arquivos), Info-
Star (gerenciador de banco de dados),
MailMerge (sistema de mala direta capaz
de interligar os pacotes DataStar e
WordStar), ReportStar (gerador de re-
latinos), SpeUStar (glossdrio eletrfinico),
Starlndex (permite criar l'ndices com
sub-itens, tdbua de conteiido e listas de
figuras e tabelas), SuperSort (utilitdrio
para classificacSo, combinacffo e selecffo
de informacOes dos ajquivos de dadps),
WordMaster (editor de telas) e Word-
Star (sistema de processamento de tex-
tos).
No estande da Microsoft, 22 pacotes
cobrindo tfreas tais como financas e ad-
ministracao, interpretador BASIC, com-
piladores BASIC, Business BASIC, Lin-
guagem C, FORTRAN, FORTRAN-80,
Pascal e Applesoft, facilidade de SORT,
sistema A.L.D.S. (linguagem Assembly
para o Apple II), pacote de Macro As-
sembler e uma impIementaca"o de LISP
(para Apple, CP/M-80 e MS-DOS),
ale'm de programas educacionais e re-
Este disco rigtdo para TRS-80 pode ser expandldo de 1 2 MB ati 48 MB,
84
Imogens em ultra-alta resoiucao.
creativos. Na parte de hardware, diver-
sos cartOes para Apple (para rodar CP/
M ou expandir mem6na), IBM-PC (au-
mento de mem6na e comunicacSo de
dados), ale'm do famoso mouse, para o
IBM-PC.
A Hayden ofe re ceu, cntre outros pro-
dutos, uma ponte de conexilo que per-
mite ao IBM-PC executar os programas
do Apple.
Ainda na area de software, causaram
grande interesse as diversas versoes do
LOGO, sobretudo o Apple LOGO. Essa
linguagem de aplicacao educacional,
de caracteristicas eminentemente gntfi<
cas, visa ensinar a criancas (e mesmo a
adultos) os fundamentos logicos da Ma-
.temdtica e da Computacffo. Isso 6 feito
pela manipulacSo dc um cursor triangu-
lar denominado tartaruga (turtle), atra-
ve's do qual pode-se criar e combinar
uma infinidade de formas na tela.
CLIMA DE FESTA
Maior feira de Informitica do mun-
c|o, a NCC'83 recebcu milhares dc visi-
tantes norte-americanos e estrangeiros,
sobretudo japoneses e de outros pafscs
da Asia, europeus (francescs, italianos,
mgleses e escandinavos), aMm dos cerca
de 80 brasileiros, integrantes da comiti-
va da Abicomp.
Mais de 700 emprcsas expuseram
seus produtos e services, em feroz com-
petigao de tccnologia e marketing, apre-
scntando as mais recentes inovacCes que
os seus laboratbrios conseguiram produ-
/.n Quern ganliou com isso foram os
vim i ai it os que, ale'm de bons produtos e
do atendimento por demonstradores al-
tamente capacitados (a Apple, por
exemplo, para demonstrar a sua versa o
do LOGO, contratou uma professora do
Massachussets Institute of Technology
MIT, Universdadc que desenvolveu
essa linguagem), viveram tambe'm um
clima de festa, onde na"o faltaram shows
com artistas famosos, catdlogos e folhc-
tos de impeca'vel qualidade.distnbui'dos
aos milhares, e at£ expositores com flor
na lapela. ■
* at
MICRO SISTEMASJulho/83
Na maioria dos micros pessoais,
atio tern que convivcr com uma
,e de Ijmitacoes dc capactdade de
moria, pcrif6ricos etc No API Y
00 isso nap acomece.
Para comecar, o A PI Y 300 i Q iiiii
co micro pessoal brasileiro de sua
classe que ja tncorpora Intei fact
rial RS-232C. [iso signifies que ele
podsopcrai com yirtualmente todas
a.s Impressorasdisponiveia nomeroa*
do, alern dc Lonuinicai -sccom initios
coniputadores. 1 muim breve voce
podera ulili/ai lamhcm cluas unida-
dei de disquete e gcradoi pn ^.raina-
vel dc ate otto 60)
Seu proeessador Z-80A 6 urn dos
mais rapidos em uso no Brazil, com
ciclo de clock de 3,25 MHz Coifl $
ampla nicriioria RAM de 32 ou 48
Kbytes, voce nio precisa cspremer
siiasaplieacoes, ncni ia/ci ginasiica
na programaclo.
Mas nio t so isso que o API ,Y 300
ie distingue dos dentals sistetnas. No
video, por cxemplo, aleni de fimcio-
nar com qualqucr TV prcro e bran
CO on coloridu, elc dispoe atnda de
urn conectoi de SVC (Sinai de Video
( 'ompOStO) pa/a I*Vs COJB adaptacao
deentrada direta de video, o que per
time major nitidei de Emagenti.
flPPLY 3QU
APPLY300:
omais
profissional
dos micros
pessoais.
CARAC llRlSTICAS
TECNICAS
• Microprocessador Z80-A
• l.inguagem Basic
• 8 Kbytes dc ROM
• 32 ou 48 Kbytes dc RAM
• 69 teclas lipo membrana
iTcxivct, com 160 juneSes
• Joystick, Impressora (RS
232-C)
» Video: Aparelbos dc TV Be
P ou Coloridl
• Gravayao cm fit a cassele
comum
• Feedback audiiivo no teclado
• Bip programme! e com
memdria
• tela paia lexlo com 24 pot
32 caraciercs allanumericos
• Ida para gtal'ieo com 44 por
64 pontQS grai'ico.s
• Tecias cspeciais: RUBOUT,
EDIT, GRAPHICS,
FUNCTION, dc.
API l( A<,OPS
• Progiamas ediieadouais
• Jogos animados
««»
t para sua maJOl qualidade, a fon-
te de alimemacao, local i/ada no pro
pi in COrpo do aparelho, i capaz de
fornecer tres tensocs (selecionaveis
pot chave), que poderao scr uhli/a-
das para dispositivos exlcinos BO
contputndoi.
I -ssas sao apenas algumas das ea-
: racier ist it as dcsle podem.su sislema.
Vcnha v$»lo pessoaliucnie. voce vai fi ■
car impreuionado com o desempc-
nho do APLY 300, o mais profissh >
rial dos mil EOS pcs.uloy
Certtro de Pes^volvirfiertto dc Sistemas
Pfclricos ind. Com. Uda.
Estrada do Galefto, 1 1 sala 202
Ilha do Goveniador Rio dc Janeiro - R.
CEP 21931 Tel,; 396-4264
• Jogo.s iiiteligentes
• listaiistica
• Calculus maternal icos
• Financas
• t Ydeulos bstruturais
• ( 'out role de estoque
• Com role de conta bancana
• Orcamento domestic©
• Graficos
• Programacao Assembler
• E muiias outras aplicacocs
Para que futuro voce* esta
educando seu filho?
Os this usam computador.
dd.
I ssim como loth educate®
F^V^^H emana de alguma imagem <l«
jff I futuro, loda educacao cmcrna
^P^^H alguma imagem do latino"
M I [Alvin '\ojilrr)
O CP 200 da Proidgka t simples de opernr,
custa menos do gue um tv a cores e faz
ImportcmU's Irabalhos de mlfrcsy de loda a
famifia. Com ele voce e seus filhos aprendem a
linguagem "Bask" e [team aptos a programar
gualguer tipo de computador. pariicipando e
criando o momenta dual que jd i chamado de
"a era da mformdtica".
Biota ligar o CP 200 a urn televisor e a urn
gravador para voce If r um computador
complete em sua casa.
Assim como o extrato de tomate, o
hijuidifaadot, o durex, o auiomovei a maguina
de escrever e a cakuladora, o CP 200 vat
simplifkar sua v'tda
E val dar mais tempo para voce e sua familia
ctiarem um futuro melhor.
^^<^
■ ^1
w
Veja o gue voce \ai com o CP 200:
• Aprendizado em linguagem Basic
• Divertidos jogos e passatempos eletwmcos
• Grtamenlo dome'slico
• Controfe de canta banaxria
• Aulas de matemdtica e fi'sica
• Grdfiw e cdkulos aentifkos
SOL1CITE DEMONSTRACAO NOS
PRINCIPAIS MAGAZINES.
PROIjOGICA
microcomputadores
Av. Eng a Luiz Curios Bemni. 1 168 - SP
AL ■ MaceiO ■ 221-4851 ■ AM ■ Mamui - 214-1045 - BA - halvador ■ 247-8951 ■ 215-4 184 - CE • Vnrtukw - 226-0871 211 1295 226-4922 ■ DF • Brasilia - 226-1 521 - 271-2128 -
225-4514 • 226-4127 • 242-6344 ES Vildrifl 229. 1 387 - 222-581 I GO - GflMKls- 224-7098 - 225-8598 -224-4657 ■ MA ■ SIP LuO - 222-6696 MT Cwiaba 121-2107 - MS -
Campa Standi - 1*1-1277 - Uourada - 42 I -1 052 - MC - Mi> Hmlawie - 201 -755 5 - 226-6336 - 22 5-3305 - 222-3 1 96 - 227-088 1 - Setlm - 51 1 -1806 - Cel Vai>rk\tim> 84 I 1400 • Jufi de
Fora • 212-9075 - UMmMt - 23 5-1099 • 215-6600- VffOM -891-2445 - PA ■ Ueltm ■ 22H-OOI I - PB - «o Pfaoa ■ 221-8232 - 221-6743 -PR - Cuntifa - 224-5616- 241-1711 -
224-3422 - 223-2323 ■ 232-2793 - Pwita Qrossa - 24-0057 - PE - R«i/f - 221-0142 - 221-5774 - PI -Ttrtslna • 222-0186 - RJ - Campos -22 3714 Rio dt Janeiro - 264-5/97 - 22 1-5141 -
2411 1099 M64499 2M119'i r,Jl I iM| RN Uatat .'J/V'M HS ( muh ,h> :-:»( 22 1 I 1 . If. ' .i<ir.)/,tr 88-102! Now \\nmi>um> 911922 P»W Al«« [6-6246
42-0908-27-2255 -2I-4I89-Slrt Maria - 221-7170 - RO ■ Pnrlfl Velhi - 221-2656 - SP - AwwlKlw - 23-8021 • Aisis ■ 22-1797-22-2200- Qamtoi - 22-641 I - CawpOws • 2-4483
32-4145 -IwnaM- 434-0222 - Manila - 33-5099 - Mogi dm Ouiei ■ 469-6640 - 468-1779 - Moai G«a(« - 61-0256 • WmJutfa ■ 11 1470 President Prmiente - 22-1165 Kilvimti Vwlo
62 5-5924 -62 5-5926- 635-1 195 - Sab \mnmm da Burra - 728-2472 - Sao lorf dm Campos - 21-1752 - 22-71 II - Sad \ost Ac Rip Preto • 32-2842 • Santo - 11-2230- Sonxaki ■ 11-7794 -
SC -ntumfiuiu- 72 6777 Ctimptn Nouw ■ 44^0196 Cwia'ma - 33-1436- Fhrtandpolis ■ 22-9622 ■ 22-6757 - Ito^i -44-1524 - \ciMlt ■ 11-7520- RfeidoSu/ 72-0557 SE Awmjii - 224-1 310
** > f s f s«<!V^!,V. <!!>•.
''^f&%^
• 16 ou 48 Kbytes de memorla
RAM.
• 40 loclas e 160 lungoes.
• Gravagao de prooramaB em
fits cassete comum
• inpul e Output de dados.
• Video: aparelhos do TV B&P
ou colorido,
• Fungoes especlals
HIGH-SPEED.
• Som Opclonal
• Joystick, Impresaora.
Pragode langamento:
CrS 179.650,00 (16K)
Cr$ 249.850,00 (48K)
(Prego sujulto a alteragao)
WMIIMwimMiwwitoutX^K %15i3&$S?%: n V 2253305/225 0644/201-7566 • BLUMENAU 2
i »,.,,. ,rV.'Sr 4 i' Z /?5J 59 B "U»QUE 55 0675 • CAMPINAS J2- JH 10/B -0822 32 4 1 M/2OT30 • CAMPO G RAN l>h :mi MH/i;iB2-5332 • CAflUARU 7? 1 li>/1- CU
J?ii?»^iIfiK,. . UOIANIA.'M l).MJ/224-0557*IJUI:U,> ,V4[> < ITAJUBA62a<H6G • L NS22-242H* LONDRINA 22 4244/2390/4 • MACEIO 223-3979/221 fi7/f; . MANAimrt/ 1 /u 1 . Mn
UEJANEIF )/.",,' .'0'i()f.",,f W>/264-014 I/869 imi.'.'J.' 594B/VJ1 :i;>!J//2?2 00«B/267 1339/329 -4tmO?n m*)W4fi .ui,m< ■ t>i '.i,i ,-•,",.!/ 1849/92-1 7 17 • SALVADOR 2484666/
•SAOJOAO DA BOA VISTA 22 3330
!-21 05/212-3888/545 47(59/227-3022/
M4.B79A.ViQdtttlVlY»0OT1^ ' """' — ™- — i - =«™v,„ n « J<TOOO . ,«u n *. C 314137 . UBFRABA 333-1091 • UBERLANDIA
BRASILIA 224 2777/225 4534/226 9201 1